Nao Conto Detalhes e muito menos

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⁠Ah, a beleza dela, uma visão encantadora,
Mas tão distante, não espera por mim agora.
Escorre entre meus dedos, fugaz e veloz,
Linda e complicada, como uma bela fera feroz.

Oh, minha doce bela fera a me provocar,
Desejo domar-te, mas é difícil conquistar.
Tu és astuta e sincera, em teu olhar há perigo,
Me aproximo e temo ser ferido, um castigo.

Será que te aproximas apenas para atacar?
Para me deixar agonizando, em dor a me afogar?
Após consumarmos um amor ardente e fugaz,
Sinto tua satisfação, enquanto me desfaz.

Ah, minha donzela, se soubesses o amor que te aguarda,
Dentro de mim, és a única, minha alma te guarda.
Longe de ti, a dor me acompanha e me consome,
Até que retornes, minha donzela amada.

Cindy


Procuro motivos para desistir de você,
mas não encontro, por mais que eu tente.
Entre tantos motivos, nenhum me convence,
mesmo quando me trata apenas como opção.


Eu sei disso, e mesmo assim permaneço,
não consigo desistir de quem amo.
Talvez o amor seja exatamente isso:
um misto de dor, esperança e sonho.


Tenho tantos planos ao seu lado,
mesmo conhecendo tão pouco de você.
Você não me dá razões para confiar,
e ainda assim, todos os dias,
me vejo gostando de você outra vez.


Espero que um dia, enfim,
você me mostre o mesmo sentimento,
e me faça sentir que também me ama.
Até lá, guardo este beijo.

Tem gente que vive tentando se meter na vida dos outros porque não consegue organizar a própria.
A tua vida está uma mer#a, mas mesmo assim achas que tens moral para opinar sobre a minha.


Tu não sabes o que eu enfrento.
Não pagas as minhas contas.
Não carregas os meus problemas.


Então faz um favor: cala a boca e cuida da tua vida — porque, pelo visto, ela já dá trabalho suficiente.
Opinião de gente desorganizada eu não quero. Não acrescenta, não ajuda, não serve pra nada.


Aprende uma coisa: nem toda vida é assunto teu.
Não éramos amigos e nunca seremos.
E tu não sabes absolutamente nada sobre mim.


Eu sigo o meu caminho, do meu jeito, enfrentando o que a vida me traz.
O resto é só barulho de quem fala demais e vive de menos.

A vida não entrega sonhos embrulhados em bandejas de ouro.
Ela testa, exige, desafia.
Desejar não basta — é preciso levantar, agir, suar.
Os obstáculos não aparecem com placas de aviso.
Eles surgem de repente, como pedras no caminho.
Se você não aprender a enfrentá-los ou desviar deles,
eles vão te ferir, te atrasar, te derrubar.
Mas cada queda é também uma lição.
Cada ferida é prova de que você tentou.
E cada vitória é fruto do esforço que não se pode fingir.
A vida não dá o que você quer.
Ela dá o que você conquista.
E só quem trabalha, persiste e se adapta
descobre que os obstáculos não são inimigos,
mas degraus para chegar mais alto.

Não há ouro que resista ao tempo,
nem poder que se sustente na eternidade.
A coroa pesa, mas não liberta;
é prisão disfarçada de glória.
O povo, cego ou cúmplice,
aplaude sombras e se curva ao vazio.
Mas toda autoridade é pó,
todo império é ruína,
todo rei é apenas homem.
A verdade não se cala:
o trono é provisório,
a vaidade é efêmera,
e a história não perdoa.
É em vão servir um rei que serásubstituído por outro.

Por que o amor nunca se esquece?


Porque o amor verdadeiro não é apenas memória, é marca. Ele se imprime nos gestos mais simples, nos silêncios cheios de significado, nas músicas que surgem sem aviso e nos cheiros que atravessam o tempo, fazendo o coração reconhecer antes mesmo que a razão consiga explicar.


O amor nunca se esquece porque não habita somente a mente. Ele mora no que fomos enquanto amamos e no que nos tornamos depois disso. Mesmo quando termina, permanece. Às vezes como saudade mansa, às vezes como aprendizado duro, às vezes como um sorriso que aparece sem pedir licença.


Aquilo que tocou a alma não se apaga. O amor não desaparece com o tempo... ele se transforma, muda de forma, mas continua ali, silencioso e eterno, lembrando que houve verdade, entrega e sentimento.

O arrependimento… Mesmo o arrependimento mais profundo e sincero, ainda não é suficiente para livrar alguém das consequências dos seus maus atos. Ele é importante e essencial para reforma de caráter, mas somente quando é seguido da reparação, ou seja, em fazer o bem àqueles a quem se haja prejudicado.

Alessandro Lo-Bianco

⁠Se você acha que tá bom assim. Ou prefere assim. O que posso te dizer. A não ser ok. Mais tente se manter intacta das quedas e dos tombos que a vida te da. Porquê tudo que desejo é o seu precioso bem. Mantenha a mente aberta. Não se feche pra sua própria vída. Não se esqueça apenas quero o seu melhor. E o seu melhor só você que deve sabe o que realmente é melhor. As vezes por experiência própria ou por ter um simples gosta por ti. Me faz o seu íntimo invadir.
J. A. N

Amor de amigo


O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.

Então é Natal…
E hoje ele não chegou com luzes, nem risos, nem abraços.
Chegou em silêncio.
Chegou pesado.
Chegou doendo.


Por toda a minha vida, o Natal sempre foi sagrado para mim.
Era o dia em que o coração descansava,
em que a esperança respirava,
em que eu acreditava que o amor sempre dava um jeito de aparecer.


Mas hoje…
Hoje o Papai Noel não me trouxe nada.
Nem um gesto.
Nem uma palavra.
Nem você.


A ceia que preparei com carinho — pensando em nós —
esfriou.
Foi para o lixo junto com os sonhos que eu havia colocado à mesa.
Cada prato era um pedido silencioso de amor.
Nenhum foi ouvido.


O vestido que escolhi com tanto cuidado,
imaginando seus olhos me procurando,
continua pendurado no armário.
Bonito, inteiro…
como eu tentei ser para você.
Invisível, como eu me senti.


A meia-noite chegou.
E onde deveriam existir sorrisos,
existiam lágrimas caindo sem permissão.
Lágrimas que não pedem atenção,
mas imploram para não serem ignoradas.


Esperei uma palavra.
Uma única.
Um “vem”.
Um “eu me importo”.
Mas recebi o silêncio.
Frio.
Cruel.
O silêncio de quem escolheu o orgulho e me deixou sozinha.


Eu pensei que no Natal os corações se amolecessem.
Que o amor falasse mais alto.
Que ninguém fosse deixado para trás.
Mas hoje eu aprendi que nem todo mundo sente como eu sinto.


Eu não queria presentes.
Nunca quis.
Queria você.
Somente você.
Sentado ao meu lado.
Segurando minha mão.
Dividindo o pouco que para mim sempre foi tudo.


Mas você preferiu a distância.
E essa distância gritou mais alto do que qualquer palavra.


Este Natal será inesquecível.
Não pela alegria…
mas pela dor de esperar o mínimo
e receber a ausência.


Esperei cumplicidade.
Respeito.
Atenção.
Carinho.
Esperei ser escolhida.
E não fui.


Dói admitir,
mas dói ainda mais sentir.
Estou sozinha agora porque confiei.
Porque acreditei nas suas palavras.
Porque fiz de você prioridade
quando talvez eu fosse apenas opção.


Poderíamos ter sido felizes.
Mas você só me disse no último momento que não estaria aqui.
Se tivesse sido antes, eu teria chorado…
mas não teria sangrado desse jeito.
Talvez estivesse com minha família.
Talvez não estivesse quebrada.


Eu te priorizei desde o primeiro dia.
Cada encontro.
Cada espera.
Cada silêncio engolido.
Para mim, cada segundo ao seu lado era especial.
Você era o meu homem.
E por você…
eu teria feito o impossível.


Não sou perfeita.
Nunca fui.
Mas nunca te ofereci menos do que amor verdadeiro.
Nunca pedi perfeição.
Pedi presença.
Cuidado.
Respeito.


Então é Natal…
E agora só me resta Deus.
Deus segurando minhas mãos enquanto eu choro.
Deus sustentando meu coração apertado,
enquanto as lágrimas descem sem controle.


E mesmo machucada,
eu ainda faço uma oração silenciosa:
Que o próximo Natal me encontre inteira.
Que eu volte a acreditar na magia do amor.
Que eu esteja segurando a mão de alguém que fique.
Que escolha.
Que cuide.


Então…
é Natal.
E hoje, quem precisa nascer de novo sou eu.


Autora :Ilda Araújo Días

Senhor, eu não quero me perder em emoções

porque aprendi que te servir e te adorar

não é só ficar emocionado,

chorar e fazer declarações...




E depois, quando o momento passa,

fica vazio, frio, aéreo

e sem qualquer indício da tua graça...




Vejo por aí muita gente assim,

uns realmente fazem um teatro,

outros acreditam que o que sentem

é a adoração de fato.




Não sabem diferenciar os sentimentos,

a mera emoção,

do poder verdadeiro que emana do céu;

confundem até mesmo a unção.




Porque quando a glória real se manifesta,

as pessoas também choram de alegria,

elas vibram, gritam, mas não é mera euforia.




A glória do Senhor não dura só um momento,

ela flui, quebranta o coração, purifica,

até constrange e também traz alimento.




Não é aquilo que se vê por aí,

o que chamam adoração...

Eu sei que tua glória vai muito além,

quando há real sintonia entre o céu e o coração.




Quando o desejo de ser visto desaparece,

quando das pessoas ao redor a gente até esquece,

quando tudo que importa não é a apresentação,

mas a extrema necessidade de render-lhe adoração.




É a expressão de um coração grato,

é o despertar para a consciência

da grandeza do Senhor de fato.




Ali o exterior apenas reflete

o que está dentro do nosso ser.

A alma se derrama, o coração se inflama,

e queremos declarar com toda força

sua majestade e poder.




Sei que ainda vai além de tudo isso

que pude expressar.

É algo sobrenatural e sei que

só tu, Senhor, podes me ensinar.

Promessas pra quê?
Se ninguém compra, ninguém acredita, ninguém sustenta.
A vida não aceita cheque sem fundo,
ela cobra — e cobra caro.
Com juros, correção, e sem prazo de carência.
Cada palavra dita sem ação vira dívida.
Cada sonho abandonado vira cobrança.
E quando o boleto chega, não adianta fugir:
a vida é credora implacável,
ela não esquece, não perdoa, não atrasa.
Então, que se fale menos e se faça mais.
Porque promessa não paga conta,
mas atitude constrói futuro.

O amor verdadeiro não é estático — ele respira, se expande, se refaz.
Aceitar mudar para melhor é reconhecer que até nas quedas há sementes de transformação.
Quando caímos na poeira, não é apenas o corpo que se marca, mas o chão que guarda nossa história. Cada cicatriz no cenário é um testemunho de que a rotina foi quebrada, que o antigo se desfez para dar espaço ao novo.
O amor, então, é essa força que não teme o impacto da queda. Ele recolhe os fragmentos, reorganiza o caos e constrói beleza onde antes havia ruína.
É no pó que se levanta a esperança, é no chão marcado que floresce a coragem de continuar.
Em outras palavras: o amor não é só suavidade, é também resistência. Ele aceita mudar porque sabe que a mudança é o único caminho para permanecer vivo.

Eu não estou perdido, nem à deriva, para que tua mudança me desloque ou me afaste da evolução.
Meu amor, somos feitos de transformações súbitas, mas nunca de rupturas radicais.
Somos o sopro da vida que se reinventa, o fogo que aquece sem destruir, a corrente que flui sem aprisionar.


Que a tua mudança não seja muro, mas ponte.
Que ela não seja pausa, mas impulso.
Que cada passo teu edifique não apenas o instante, mas o caminho inteiro das nossas vidas vividas.


Pois amar é aceitar o movimento, é dançar com o inesperado, é reconhecer que a beleza está na construção contínua.
E se somos feitos de mudanças, que sejam elas sementes — germinando futuro, fortalecendo raízes, iluminando o presente.

Futuro incerto

"Não deixe o futuro tomar conta da sua vida, se você não vive o presente ... se você não tem prazer nas coisas boas da vida. Então, viaje, emocione-se e, principalmente, ame, porque o futuro é incerto, é irreal, é algo que não existe... quando ele parecer chegar, já será presente o hoje"

De que vale a vaidade, se no caixão não há espaço para tantas extravagâncias?
Pra que tanta ambição e avareza, se no caixão não existe cofre nem gaveta para guardar os bens acumulados por toda uma vida?
A arrogância, a ignorância e a brutalidade podem dominar este lado da existência, mas do outro lado reinam o vazio e o silêncio — e eles não vivem em guerra.
Vaidade. Ambição. Luxúria. Orgulho. Ignorância. Fiação frágil que se desfaz por aqui.
A riqueza pode alcançar os cantos mais distantes da terra, mas quando a morte chega, nem a roupa do sepultamento será escolhida por quem partiu.
Tudo é empréstimo por pouco tempo.
O corpo será devolvido ao pó.
O espírito retorna ao Criador.
Porque, no fim, nada nos pertence — tudo é de Deus.

Eu não posso conter teus pensamentos dispersos e levianos,
despidos de afeto, atenção e cuidado.
Assim como não posso partilhar contigo
as escolhas sem rumo que te consomem.
Não me uno a ideias que clamam pela minha ruína.
São teus — pensamentos em decomposição,
não meus.
Antes que me expulsem da tua vida de conflitos,
suplico piedade:
apaga-me da tua memória,
risca-me dos teus devaneios impuros.
Que permaneçam contigo os caminhos extraviados,
sem horizonte,
onde não há respeito,
nem gratidão,
nem atenção.
Sê verdadeira, ao menos em teus delírios
efêmeros, descontrolados, sem raiz.
Não me arrastes para o pântano
onde teus pensamentos jazem adormecidos, enredados no caos.
Imploro:
até em teus pensamentos,
apaga minha existência.

​O Salmo do Descanso Eterno


​Senhor, proteja este corpo que não foi feito para o fardo,
Afasta de mim o despertador e todo trabalho que seja árduo.


Livra-me da entrevista, do currículo e da seleção,
E que eu nunca caia na tentação da tal "prospecção".


​Pai, Te peço com fé, num clamor quase mudo:
Que nenhuma porta se abra, que o cadeado segure tudo!


Se uma vaga surgir, que o RH perca o meu contato,
Que o LinkedIn trave e que o Wi-Fi morra no ato.


​Se alguém vier falar em "vestir a camisa" e "suar",
Dê-me forças, Senhor, para eu nem do lugar me levantar.


Que a semana transcorra num eterno e doce cochilo,
E que minha única meta seja manter o meu estilo tranquilo.


​Barre todo convite que me exija prontidão,
Pois meu corpo é de descanso e minha alma é de folgação.


Que o sustento venha por sorte, por herança ou por acaso,
Pois para o trabalho, Pai, eu sempre estarei cansado.


​Que a rede balance e que o sol não me frite,
E que, se o emprego bater, meu santo logo o evite,
Amém.

Quem olha para trás vê o passado esquecido.
Um tempo que já não vive em nós, mas permanece vivo na memória dos outros.
O que foi deixado de lado, o que não quisemos carregar, encontra abrigo em lembranças alheias.
O passado não desaparece — ele se transforma em silêncio, em cicatriz, em história contada por quem ainda se lembra.
E é nesse contraste que mora a verdade: aquilo que esquecemos não deixa de existir, apenas muda de dono.
O esquecimento é escolha.
A lembrança é resistência.
E entre os dois, o tempo constrói sua própria justiça.

Não suporto dramas. Tem gente que não tolera lágrimas. Não tenho problemas com as lágrimas. São sinceras. Desconfio dos sorrisos.
O sorriso seduz e engana.
O drama me irrita. Coisa de gente fraca. Aversão herdada pelas lutas e dificuldades. Quem sobrevive às batalhas cria casca e não perdoa esse tipo de luxo.