Nao Consigo te Odiar
Estrada
Estradas sem saída
Pela longa caminhada da vida
Sorrir, chorar, amar, odiar
Verbos conjugados, desejados
Chorados
Ligados
Entrelaçados
Por linhas invisíveis
Palavras profundas
Cicatrizes tão visíveis.
Às vezes tenho a impressão que você me odeia, e fala comigo todos os dias, só pra me odiar mais ainda.
De certa forma sou vuneravel as pessoas, posso gostar e tambem odiar somente na primeira impressao que tenho. Quanto ao odiar não estou preocupado, mas o gostar esta me tirando o sono.
Cuidado em odiar a mentira, a falsidade, o preconceito, teoricamente deveria odiar-se, pois é ser humano, logo proveniente de erros.
Muitas vezes quero te odiar...por fazer meu coração sofrer tanto, e muitas vezes quero te amar por me fazer tão bem quando estamos juntos.
Estamos aqui para fingir, a liberdade de amar sem vontade,
fingir te amar e te odiar meu amor é verdade.
Ame se puder amar......
Odeie se puder odiar....
Suporte se puder suporta'...
...e Vença se souber Lutar'....
"Eu amo até o jeito dela me odiar. Olha-me com vontade de resistir à maior tentação", pensou ele, depois de uma leve troca de olhar.
Vida que me prega tantas peças
As vezes me faz sorrir
As vezes me faz odiar
As vezes me faz amar
E as vezes foi tudo um engano
E eu deixo de gostar
Falo o que penso, Penso no que falo, odeio odiar, amo amar, chorar só de alegria. Correr só se for de encontro à felicidade.
Te odeio por isso
Te odeio por me fazer te odiar
Te odeio por me fazer te amar
Eu te amo com toda minha alma
Mas te odeio com todo meu... meu...meu...
Não sobrou nada em mim que possa te odiar
Mas eu te odeio com alguma parte de mim
Ou de ti
Desisti ou amar?odiar ou gosta?querer ou poder?dizer ou calar-se?viver ou morrer?desistir ou pesistir. Devemos lutar para vencer.
Derrubar barreiras.
Querer e poder.
Sentir e pedir para amar.
Tudo isso proque amo voce.
[b]Para o meu Perdão
(Adelmar Tavares - Pernambuco - 1888- 1963)
Eu que proclamo odiar-te, eu que proclamo
Querer-te mal, com fúria e com rancor,
Mal sabes tu como, em segredo, te amo
O vulto pensativo e sofredor.
Quem vê o fel que em cólera derramo,
No ódio que punge, desesperador,
Mal sabe que, se a sós me encontro, chamo
Por teu amor, com o mais profundo amor...
Mal sabe que, se acaso, novamente,
Buscasses o calor do velho ninho
De onde um capricho te fizera ausente,
Eu, esquecendo a tua ingratidão,
Juncaria de rosas o caminho
Em que voltasses para o meu perdão...
