Nao Chega aos meus Pes
Gosto de simplicidade e de delicadezas, gosto de viver em paz. Gosto de pessoas iluminadas que chegam sem motivo na nossa vida e preenchem espaços especiais... Gosto da sinceridade e de uma boa amizade, gosto de pessoas leves e alegres, que chegam devargazinho e inundam nosso ser... Gosto mesmo é de viver, de encarar a vida com os olhos do otimismo e de conquistar meus objetivos. (Priscilla Rodighiero)
Crônicas de um Cadáver
A Indevitável!
A morte é a única que nunca chega atrasada para o jantar. Já chorei por alguns que se foram, é verdade, mas convenhamos: a saudade é um imposto que a gente paga por ter conhecido gente boa demais. O problema é quando o "falecido" ainda respira.
O Coveiro de Vivos!
Sepultar alguém que ainda está respirando exige técnica. Não vai pá, nem caixão de luxo, apenas um "bloquear" bem dado e um silêncio profundo. É uma decisão difícil, mas necessária: tem gente que a gente não enterra por maldade, mas por puro instinto de sobrevivência.
Meu Cemitério Particular!
Se eu olhar para trás, meu jardim de memórias está mais para um cemitério lotado. Na verdade, já sepultei muito mais gente viva do que morta. É um condomínio silencioso de ex-amigos e ex-amores que decidiram que a minha paz era um item opcional. Eles estão lá, bem guardados, mas sem direito a visita.
O Especialista em Falecer!
Eu mesmo já morri tantas vezes que já poderia pedir música no Fantástico. Morri de vergonha, morri de cansaço e, principalmente, morri para certas opiniões. A vantagem de ser um cadáver experiente é que, depois da décima "morte", a gente aprende a ressuscitar apenas para o que realmente vale a pena.
O Epitáfio do Dia!
A vida é esse ciclo engraçado: a gente morre um pouco aqui para não ter que enterrar a nossa saúde mental ali. Sigo sendo um cadáver muito bem humorado, obrigado. Afinal, para quem já morreu tantas vezes, qualquer solzinho de fim de tarde já é uma ressurreição de luxo.
Franco Kotryk
''O desconhecido nos atrai,
Somos desbravadores desde o nascimento,
Chega um desafio novo quando outro se vai
Assim então o homem, mesmo gritando ai,
Troca o prazer do conforto pela dor do descobrimento''.
Chapada chega, tatuada e serena,
sorriso de vinho, mente que acena.
Entre fumaça e goles de prazer,
ela vive a vida sem nada temer.
O mundo gira, mas ela flutua,
entre notas de vinho, a alma continua.
Cada traço na pele conta uma história,
cada risada dela é pura vitória.
No balanço do vento, no sol ou no espaço,
Chapada é liberdade, é riso, é abraço.
Com vinho, com baseado, a noite se enfeita,
ela dança com a vida, e a vida se deleita.
“Para a minha flor R.S 🍷✨, que transforma cada gole e cada fumaça em poesia de liberdade. Brilha, amiga, do jeito único que só você sabe ser.”
Me magoaste uma vez, e como doeu, agora chega, me desapontei
muito com você, mais entendi que seu lugar é bem fora da minha vida,
Vingança? Nada, apenas indiferença
"Amo quando chega de mansinho. A forma que
me olha, a forma que faz meu coração disparar.
Seu jeito de menino levado, me faz sentir uma
garotinha quando da o primeiro beijo. È o teu
amor que me alimenta minha alma. Meu abrigo
Luz dos meus olhos, alegria dos meu sorrisos".
(...) Segura a minha mão quando eu chorar.
Segura a minha mão, quando o Sol se por
e a noite chegar. Segura firme se eu
fraquejar. Não me deixa só ... nunca...
(...) Bom mesmo é aquele amor que
chega do nada, sem querer nada, e
invade sua Alma por completo, como
gotas de orvalho acariciando a Flor ao
amanhecer. O vento suave passa e leva
embora toda solidão. Percebi que meu
coração esta transbordando amor. Tudo
sera por amor. Viverei por este amor. Agora
tenho mais razão para ser feliz. Você é minha
felicidade.
No meio evangélico, chega a ser curioso: quase todos começam por baixo, sem ganhar um real, fazendo tudo voluntariamente 'em nome de Deus'. Com o passar do tempo, uns viram pastores, outros se tornam cantores gospel e algumas viram missionárias. De repente, a vida deles muda drasticamente: passam a desfilar com ternos de grife, carros milionários e relógios de marca. Enquanto isso, a vida dos membros da igreja não muda; continuam na mesma luta de sempre.
A morte não significa nada para nós: quando somos, a morte ainda não chegou e quando ela chega, não somos mais.
“Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?”, perguntou o samurai.
“A quem tentou entregá-lo”, respondeu um dos discípulos.
“O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos”, disse o mestre. “Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo”.
Não gostaria de ser igual a essas pessoas que acreditam no amor como uma forma de sobrevivência e procuram de qualquer maneira encontrar o que lhes falta. Eles não sabem o que é amor próprio.
E pela primeira vez em muito tempo, eu chorei. Chorei por todas as vezes que eu decidi não chorar. Chorei por tudo que um dia me fez mal.
