Nao Chega aos meus Pes
Quem inventou karma foi o es.per.tinho. Colocando medo em povos, eu, não sabia, era posto de irmão, sempre brincando, de bicho pega sereia, isso é um passado, que a coragem, já coloriu, em minhas telas do sentir muito.
No fim não há tipos, em medos, era em falta de celebração, antes, decompondo pelo talismã da gozação, alinhar irmãos, pelo centro das permissões.
Toda negação interrompe a criação, pela limpeza que antecede, não julga, e, ou, modifica, simplesmente, limpas, quem nunca se cansa, já, é, livres todos são, tenhamos força e disposição.
Não a Cor, em buscas que não se encontraram, desde o dia, que nossos olhares se cruzaram, e, fundamentalmente brilharam.
O preconceito é uma corda que não serve, e, a saudade, foi gancho pra repressões de vontades, retirando do peito, o afeto, e, a lealdade, pra distribuir em outras faces, provocando antigas desigualdades.
Quando o galo canta e nossa música não toca, tenho os traços de nossa face, que longanimamente nos reconhece.
Quando às palavras não o sufocar, certamente um bom Tratado lhe ilhará, e, em alegrias nas oralidades do social estar estará.
Só existe cura se houver consciência, mas, se prendem aos paliativos da solicitude que não é solidão.
Muito vive em mim e existe o tudo do todo, que sem o escrever, não precisa meu compreender, por certo em livre ímpeto, faço ofício no simples ser.
O novo sem delicadeza, não consegue pertencer junto ao alicerce do antigo, e, no entanto, este precisa do renovo natural da vida.
Quando um jovem não compreende àquilo que se diz, ou, quer dizer, é sinal de que ainda, não fizestes o que viestes pra fazer, posto que entendimento é uma graça a si perceber, livre de esforços no ser, adivinhar é brincar de colher.
Não olho para trás porque quero, mas, simplesmente para você ver no prazer e na volúpia do reconhecimento, muitos motivos, submetidos ao poder do arrependimento.
