Nao Chega aos meus Pes
Não a exisência na repressão, tempo de eras pra descobertas, daquilo que confere o sempre, com e vêm, eternamente seguindo sagrado.
O anjo da guarda se cansou, mas, não se esqueceu, hoje com alegrias los, fase-os realizar, pra si por ti renovar.
A verdade é que caridade não festeja, transforma a dor, e, inverte o sofrimento, aliviando a essência, pela graça do restabelecimento, e, não somente alimentando o sucesso do ego, que paleativamente se ensoberbece, com a satisfação momentãnea.
Não se engane, o doce não pertence ao açúcar, e o paladar é diferente em casa, e, em cada, estado, quando souberes o prazer do estar, encontrará o dom subjetivo de amar.
A ancestralidade não se perde na natureza humana, sejas natural, e, respeite às portas que entram, sem mal conjugar.
Sua habilidade é um presente divino, principalmente, se não deu conta, das necessárias interrupções academicas.
Na beira do lago, siimplesmente passeava, eternamente pelo coração, a paz não é agora pro tanto faz, prá lacuna do observatório retornar, com a mesma largura do concretizar.
Aprender a reger às imagens, é confortante sem máscaras, e, a imaginação, é luz, de quem não disfarça.
A verdade não esconde as necessidades, do tecer nossa realidade, se é sempre pelo ouvido, que alimentamos nossas futuras vontades.
