Nao Chega aos meus Pes
O intelectual viu, passou, e, não gostou, e, a, lingua no lugar, é, motivo de bem estar, quantas pausas pra paciência em ti brotar.
Sou tipo árvore hoje, amanhã não sei, pra liberar os macacos, pra subirem com leveza e graça, e, assim, cair somente folhas secas.
Liberando as experiências sem presas, pro trabalho dos futíneos, não virarem ação de descarrego, em peles futuras diais.
Expande lá, corrige aqui, todos em leveza, e, não, imprime, o amor também comprime, e, some o oprime.
Se colocar no lugar do outro, é uma necessidade, pra não confundir ninguém, causando a dor do desgosto, materializado no ser, esse, capaz de dissolver a ignorância dos dias, pela alegria das empatias.
Esplanadamente digitando, e, não mais simplesmente falando, prás alegrias dos meditandos, não transmite-se em mais.
Teu medo não tem existência, foram falsos véus, pra impedir teu próprio crescimento, pelo egoísmo de ligados filhos, correntes de necessárias compaixões, dadas por ti, pra evitar danos maiores.
A perfeição é um direito divinal, movimento celestial, que não cessa, mesmo quando já por ti encontrado, expande-se até em confortos de milhões de abraços.
Cada um que de conta de suas próprias limitações, a natureza é sábia, e, não limita a sabedoria de sua ancestralidade em nãos.
Sem música não sai, só mente com a continuidade de tom vai, e, toda história criada, láis de algumas que ser , e, concretizam no ser pra poder, pondo outras, e, a criação sabiamente se regozija, com a bem aventurança por ti já adquirida.
Todo culpado assume a propria culpa, bastão de dormir, e não confundir, os barquinhos, já que a verdade é a base, que sana o lago da hipócrita maldade.
