Sua estrutura se valeu de outras bases, que quando no fazer, modificavam teu ser, não esperando o momento dos inventos acontecer.
Não poder sentir a realidade atrasa a claridade, causando maiores tempestadas, adiantar é falsear o poder que há nas verdades.
Nem todo serviço possui reconhecimento e, por isso, não é invento, O trabalho de nosso tempo.
Do não só o susto da suposta conclusão.
Nosso jeito de ser, não modificou nada e, mesmo, depois do olhar ansiado, embora se vai, quando não degustado.
Alinhamento dos dias, não vividos, em nós são éter pros caminhos, ainda, não percorridos.
A crítica do outro, é o fazer àquilo que não lhe cabe e, não chacotas causando enjoos na vontade.
Se tirarem a direção não se ocupe com a situação.
Perca é o tempo de mudar, pra não se preocupar, com absolutamente nada.
Têm gente que se alimenta e, sacia, com perfumes, isso é alegria e, virtude, não se turve, é o serviço além de deslumbres.
Não procure faixas e, fiscos, sabes que estáis além dos riscos e, maltrapilhos sortidos.
Nossa alegria, ainda, não reconhecida, era de proteção assistida, pra abrasar equilibrios, dando beleza celular às vidas.
Seguras por que não souberam soltar e, dás preocupações, não modificou, seu bem em estar.
Quer ver seu afazer multiplicar na alegria do ser, não órbite fora, preciso é dando há vocês.
Quando não posso é, dando no todo, o fazer, pra saber do acontecer e, não precisar correr.
Que seu impulso negativo se transforme em filosofia, pra não arrendar mal poesia, pois te amo noite e dia, pra aventar bons dias.
Não agias esperto, tu que davas, pelo sempre, sem codificar versos.
Se querer é fazer, que seja sempre bom pra você, isso é tudo pra não enaltecer, nas propriedades de ser.
Quem faz melhor não espera o pior e, não compete, sem o dó, das pisadas em menor.
É do plano a plenitude no saber, pra ti ver e, não rever as repetições, que não precisam acontecer.