O que fizestes não preciso relatar e o tempo chama-me ao prazer pra conjugar.
Vivemos em um mundo onde não envelhecer é ir contra ao infinito dióxidal bifásico.
Belo é o guiar das palavras, não caminhos sem bracos e gralhas, com certeiras de leituras sem rastros.
Não tenho pressa quando acomodada estou, e, é, bom tempo, fazes o que amas, mesmo que sejas lento.
Não sei o que faço e, sinto a importância, no que há de fazer.
Nesse tempo não existe ignorante, ô que falha, é o, classificar e dar imaginação.
A crença foi uma matemática presa do tempo; não menos importante que a pressa dos ventos.
Quando podereis ler àquilo que de fato é seu, sem precisar saber, quem lho deu, abençoando, quem não mereceu.
Sonhar contigo é sublime, te encontrar não é me reprime.
Quando o parafuso enferrujar, use azeite, desprezo não é aceite, e sem sim, nada é enfeite.
Não me imponha suas regras já que a dificuldade, ainda, é sua.
No jardim das composições, harmonia é sofisticação de concertos e, não, fúteis conclusões.
Onde não; há encontros; que o afeto seja sempre mais forte; te trazendo norte, para que vivas além das sortes.
Pondo amor em nosso DNA, que me importam as palavras, quando não dependemos da ordem de bem estar.
Posso não ter voz de comando é, que, pra ter gentileza, nem sempre se precisa de drama.
Amo lugares que nesta vida, ainda, não pisei, te dei, te farei, somos mais que sereis.
Tantos nomes pra não me aquecer de um simples afazer.
Quando não puderes seguir exemplos, aguarde com paciência a essência da atmosfera de seu esforço passado, ó chegará.
Sabia que um dia encontraria o homem mais inteligente e, por ele, não me apaixonaria pois, sempre me ria, ser não machucaria.
Nascer, viver e não ter dívidas com nada e ninguém, olhar olhos brilhantes, sempre faz muito bem.