Nao Chega aos meus Pes
Não escolhemos nosso afazer, é uma responsabilidade de ser, sabendo que o tempo, quando não puder vomitá-lo, terá que edifícá-lo, antes do sobrevir dos tempos, que ainda não se realizou.
Não que não se queira amar, eles que não deixavam um simples tocar, pra simplesmente te dá o sanar, uma ignorância dos status de estar.
Todos os pedidos são revistos, não tenha dúvida disso, pra ti caber em risos e, não riscos dos discos.
O mal dizer também é obra de seu ser, pra acertar o inverter e, não se meter aonde não lhe couber o bem viver, isso é sempre bom pra você.
Sabes onde comes, quando não fazes o seu afazer, antes do anoitecer, e, melhor é colorir, o tudo de bom pra você.
Amontoados estão aguardando as verdades das sinceridades dos corações, energias de soluções, não baterias pras distrações.
A sabedoria enjaulada não te dá um passo que sane as ilusões construídas, mesmo que sejam falsas, não lhe vale os riscos, sabes que teu regente vive pela alegria dos risos.
O arrependimento quando não é seu, é nosso, isso, em comunhão de perdão, e não vales de reconstrução, antes dos alicerses serem bem fundamentados, nada que foi feito, está raso e você não é por acasos.
A porta não se fechou, são pedras do remover das farças, e, ou enganos, que insistem na voracidade das falsas falas, em nós dos vocais retirados, antes das horas.
