Nao Chega aos meus Pes
As narrativas falaciosas do calvinismo são quase todas baseadas em absolutamente nada! Muitas não passam de elucubrações heterodoxas, criando inferências carregadas de um “teologuês” fajuto que parece convincente, falando com ar de seriedade reflexiva e apresentando as falácias como uma “argumentação impecável”, para que o público não desconfie que tudo não passa de heresia, fantasia e especulações gnósticos-maniqueístas.
Moisés não foi esquecido no deserto; José não foi esquecido na prisão; Jonas não foi esquecido dentro do peixe; Lázaro não foi esquecido no túmulo e Jesus não ficou na cruz. Continue crendo, Deus não se esqueceu de você!
Judas não se tornou um traidor porque a presciência de Deus é decretiva ou causativa como alegam os calvinistas. A presciência de Deus é constatativa, e ela pré-conheceu o ato infame de um traidor. Portanto, a responsabilidade não é de Deus, mas de Judas.
Devemos sempre ter em mente que as autoridades não estão interessadas se algo é “certo” ou “errado”, mas se esse “certo” ou “errado” lhe convém. Se o “certo” não lhes convém é “errado”, mas se o “errado” lhes convém, então é “certo”.
Eu Não Estava no Éden
Eu não estava no Éden e herdei a culpa, mas eu também não estava no calvário e herdei a graça.
Mais uma frasinha de defeito teológico calvinista para impressionar os incautos e leigos na fé. O objetivo é empurrar a doutrina da depravação total intensiva gnóstico-maniqueísta calvinista
Quem estudou o básico de teologia e da ortodoxia sabe que ninguém herdou a culpa de Adão! Herdamos a sua natureza pecaminosa. Seremos condenados por nossos próprios pecados e infidelidade e não pelo pecado e infidelidade de Adão. Assim como herdamos a graça pela fé, também herdamos a culpa pela incredulidade na obra expiatória de Cristo.
O pecado não é algo de caráter hereditário. Ninguém herda pecado de alguém de forma hereditária, assim como herdamos outras coisas. O Pecado de Adão foi dele e não nosso. Nós seremos julgados por nossos próprios pecados que, infelizmente, cometemos por conta da natureza pecaminosa herdada de Adão.
Herdamos a natureza que eles ganharam após a queda, e não o pecado cometido por eles.
Frase correta: “Eu não estava no Éden e herdei a NATUREZA PECAMINOSA DE ADÃO, mas você que não estava no Calvário HERDARÁ A GRAÇA SE CRÊ”!
Pense nisso e cuidado com os falsos mestres!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Só lembrando:
A ordem é pregar e ensinar as Boas Notícias do Evangelho e não as péssimas notícias do calvinismo.
A falácia calvinista da livre-agência não passa de um disfarce para que eles façam seus malabarismos bíblicos sem serem questionados. Assim, seja livre-arbítrio, livre-agência, arbítrio liberto, agência moral livre ou qualquer outro nome dado, o resultado continua o mesmo: Se o homem não pode crer, escolher, decidir, pensar e raciocinar, então como ele pode ser considerado responsável por não crer? Negar o livre-arbítrio humano é tornar vãos os méritos, deméritos, advertências e exortações descritos fartamente em toda a Escritura.
A tal livre-agência calvinista não passa de um disfarce patético para que eles façam seus malabarismos deterministas na Bíblia sem serem questionados.
“Eu não me recordo de nenhum texto da Escritura onde somos ensinados que os milagres devam ser confinados dentro dos limites da era apostólica… ou qualquer período de tempo, maior ou menor, até a restituição de todas as coisas”.
É a gente que não presta atenção, mas ainda estamos de pé porque Deus respondeu muitas das nossas orações, nós é que não percebemos.
Não importa quem nós somos, nem o que nós sabemos. O que realmente importa é o que somos diante do inescrutável Deus. Se desagradarmos a Deus, não importa a quem vamos agradar. E se agradarmos a ele, não importa a quem vamos desagradar.
A oração não é um argumento com Deus para persuadi-Lo a mover as coisas do nosso jeito, mas um exercício pelo qual somos capacitados pelo Seu Espírito a nos mover do seu jeito.
Só lembrando aos palpiteiros:
Opiniões não são argumentos! Opiniões são crenças pessoais, onde não são apresentados fatos, fontes e estudos, mas narrativas falaciosas em torno do tema.
