Nao Chega aos meus Pes

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⁠Não é uma carga exorbitante de conteúdo que faz um aluno aprender. É a forma como você ensina o aluno enxergar o mundo com aquilo que ele aprende.
Ensinar para além dos muros da escola.

Inserida por tnscloss

⁠Não somos perfeitos o tempo todo, e há situações que não podem ser resolvidas apenas com base no aprendizado contido em manuais. Nessa hora, é você por você mesmo.

Inserida por tnscloss

⁠Tem o controle no relacionamento aquele que não é dependente emocionalmente.

Inserida por tnscloss

⁠Respeite as pessoas não apenas por aquilo que são como indivíduos, mas também pelas responsabilidades que assumem.

Inserida por tnscloss

⁠Se o conhecimento não nos transforma em pessoas humildes e úteis para servir ao próximo, então corremos o risco de nos tornarmos medíocres, pois a verdadeira sabedoria se manifesta na capacidade de compartilhar e aplicar nosso saber para o bem coletivo.

Inserida por tnscloss

⁠O conhecimento não depende somente da escolaridade. Ele surge também através das experiências sensoriais e cognitivas que vivenciamos no nosso dia a dia, como observar, interagir e refletir sobre o mundo ao nosso redor.

Inserida por tnscloss

⁠Se o conhecimento que possuímos não contribui para melhorar a vida de alguém, ele perde sua relevância.

Inserida por tnscloss

Não é sobre a natureza, mas "uma natureza": o ambiente insiste em moldar a essência de alguém independente de sua cultura, exceto o de um caráter!
A "natureza" da vida se forma com sementes, que germinam, e para não se misturar com ervas daninhas do mundo e se abater, é necessário às vezes olhar para trás e perceber o quanto progrediu!
O "ambiente" do mundo é um tronco seco de indiferença, pois ignora a dignidade de alguém, que quando não "propaga incêndio" em sonhos, suas partes são utilizadas em "cabos de machado" para a esperança!
Mundo versus vida: existe uma tensão, entre liberdade e interesse, com o risco de o ambiente "colonizar" a natureza da gente!


Nenhum obstáculo é capaz de deter os que confiam em um propósito. Vencedores não são infalíveis, antes usam o impulso dos pequenos contratempos como oportunidades para lapidar suas competências, sair da zona de conforto e avançar com determinação em direção ao sucesso.

Inserida por viniciusmontgomery

⁠”À rigor, nenhum título de graduação ou de formação superior deveria ser concedido àquele que não é apaixonado pelo objeto de estudo do curso que escolheu frequentar”.

Inserida por viniciusmontgomery

Desalinho


Não sei em que momento eu me perdi
Mas tudo parece errado e desgastante
Me pergunto se foi um erro
Ou talvez uma escolha consciente
Onde eu não fui tão exigente


Esses dias tão normais e monótonos
Onde pequenos detalhes fazem a diferença
Mas o óbvio escapa da minha consciência
Talvez eu esteja me dando uma sentença


Será possível estar exagerando?
Esse apreço pela solidão constante
Onde enxergo os seus prazeres
Mas também os furos inconstantes


Como enxergar o vasto mundo
Se a mente nos prende em erro
Almejamos futuros imensos
Mas somos corroídos por dentro


Como enxergar o vasto mundo
Quando o ideal pesa no peito
E a constante afirmação de falha
Nos aperta, nos corrói, nos deixa sem jeito

Inserida por saiko_hamadshi

Aquele que tem ouvidos, ouça


Não foi a maldade que mais me feriu.
Foi o acordo silencioso.


Foi ver mãos limpas
assinando pactos sujos
com a desculpa de que
“não havia escolha”.


Foi a violência vestida de normalidade,
o horror usando crachá,
a crueldade sentada à mesa
falando baixo
para não incomodar.


Não foi o grito do tirano
que me dilacerou.
Foi o coro dos neutros
afinando o silêncio
por medo de perder lugar.


Eu vi pessoas boas
negociando a própria alma
em parcelas pequenas,
chamando de sobrevivência
o que já era rendição.


Vi a mentira virar método.
Vi o interesse virar ética.
Vi a conveniência ser chamada de prudência.


E ninguém sangrava visivelmente,
por isso diziam que estava tudo bem.


Mas eu senti.
No corpo.
No peito.
Na garganta que treme
quando tenta dizer o óbvio
e descobre
que o óbvio virou heresia.


A maldade não venceu porque era forte.
Venceu porque foi aceita.
Porque parecia útil.
Porque dava lucro.
Porque protegia quem fechava os olhos.


E eu, que não aprendi a cegar,
carrego esse peso estranho:
ver demais,
sentir demais,
e ainda assim continuar aqui.


Não me chamem de dramática.
Não me peçam calma.
Não me peçam silêncio.


Eu não falo apenas para não morrer por dentro.
Eu falo porque acredito
que a voz não nasce
para ecoar sozinha.


Eu falo na esperança
de que algum ouvido reconheça o som
como quem reconhece um chamado antigo
e descubra, perplexo,
que também tem voz.


Eu falo porque sei
que a coragem não começa no punho.
Ela começa no peito,
quando alguém decide
não se esconder mais atrás do medo.


Não quero exércitos.
Não quero tronos.
Não quero vingança
vestida de justiça.


Quero gente em pé.
Inteira.
Com o coração exposto
e a consciência desperta.


Quero que os justos se levantem
não para destruir,
mas para não ceder.
Não para odiar,
mas para não negociar a alma.


Que se levantem com amor —
esse amor difícil,
que não passa pano,
que não mente para proteger privilégios,
que não chama covardia de prudência.


Que se levantem com coragem —
não a coragem do grito,
mas a coragem diária
de dizer “não”
quando o mundo inteiro diz
“é assim mesmo”.


Se minha voz encontra um ouvido,
que esse ouvido vire voz.
Se essa voz encontra outra,
que vire coro.


Não um coro de guerra,
mas um coro de presença.


Porque o mal prospera no escuro,
mas treme
diante da lucidez
que não se deixa comprar.


Eu falo porque ainda espero.
E enquanto houver esperança,
há humanidade tentando nascer
outra vez.

Inserida por madcarolina

A Aranha


Não era a aranha.
Era o fio invisível
que me prendia há anos
no mesmo canto do quarto.


A aranha só apareceu
quando o cansaço já tinha nome,
quando o corpo já vivia
em modo de vigília permanente,
como se a paz fosse um boato.


Ela não ameaçava —
eu é que já estava ferida.
Ela não atacava —
eu é que vinha lutando sem armas,
no escuro,
há tempo demais.


A aranha virou símbolo:
do medo que não dorme,
do pensamento que insiste,
do dia que apaga o pouco de luz
que tentou nascer.


Eu não queria o fim.
Eu queria descanso.
Queria um lugar onde o peito
não precisasse se defender o tempo todo.
Queria existir
sem estar sempre aguentando.


E alguém gritou “levanta”,
como se levantar fosse simples,
como se coragem curasse exaustão,
como se a dor tivesse botão de desligar.


Mas ali, naquele instante,
o que me salvou
não foi a vassoura,
nem a força,
nem a razão.


Foi o fio mais frágil de todos:
ser vista.
Ser ouvida.
Permanecer.


A aranha ficou.
O medo também.
Mas eu fiquei mais um pouco —
e, por enquanto,
isso basta.

Inserida por madcarolina

Eu sei que isso não vai acontecer de novo
Mas, se acontecer,
Eu sei que seria sua fraqueza

Bad Bunny

Nota: Trecho da música La Noche De Anoche, com participação de Rosalía.

Inserida por pensador

Não sei se sua boca está beijando outra
Nesses momentos, nesses momentos,
E não sei se seus olhos já esqueceram de mim
E os pensamentos se foram com o tempo

Bad Bunny

Nota: Trecho da música Si Estuviésemos Juntos.

Inserida por pensador

"A sombra não e a ausencia de Luz ,mas a presenca do Espirito atravessado no seu caminho."


Ventura Rodrigues Alves

Inserida por bighartedbon

⁠Não precisas mexer-se tanto; o que é teu não passará, virá até você no tempo certo.

Inserida por Lukembesa

⁠Nas incertezas, mais vale dizer ''não'' do que ''sim''.

Inserida por Lukembesa

⁠Ame, abrace, divirta-se agora, pois o amanhã é um mistério que não podemos controlar.

Inserida por Lukembesa

Não se precipite em condenar, pois é necessário ter uma análise certa e concreta

Inserida por Lukembesa