Nao Chega aos meus Pes
TE VI
Passavas a um lado da rua,
cabelos a esvoaçar,
o vento não ousava nem de
longe embaraçar.
Vestido solto e liso, não
me viste; olhei-te.de novo
o coração diz, insiste.
Atravessei a rua
para ao teu lado ficar,
caminhavas tão depressa,e eu
atrás de ti, já sem ar.
Apressei então o passo, e ao
teu lado fiquei.
Me olhas-te, te olhei,sorriste,
sorri também.
Nesse momento senti que o amor,
ao primeiro olhar,não é conversa
de poeta.
Amor, a primeira vista e que eterno
pode ser,não é sonho, nem prosa,
simplesmente, se sente.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U B E
Acadêmico da ACILBRAS -
Cadeira 681
Patrono -Armando Caaraüra -
Presidente
Aprendendo a escolher as minhas batalhas, existem coisas que simplesmente não valem a pena investir.
Não desistir de evoluir é a minha meta, tentar sobreviver em meio as dores e perdas da vida, nem que ser torne um repetitivo ato de recomeços.
Edelzia Oliveira.
Pessoas que vivem pelas ideias dos outros e não as próprias
Sempre serão enganadas,fáceis de manipular,seguirá caminhos que não queriam e sofreram as vezes por não ter sua própria opinião.
Se você não tem prazer em mostrar os resultados, existe a grande possibilidade de eles não existirem.
Fantasia é uma história que por não ter forma real é condenada a passar a vida entre as grades do pensamento.
siga teus caminhos não apresse em teus passos, escute a voz da verdade: é a pequena voz silenciosa dentro do seu ser.
não entristeça com coisas externas, cultive a sementinha plantada dentro da sua consciência, assim te libertará das coisas externas do mundo ilusório!
o homem implantado em manifesto no espírito, não sabes a perfeição divina que existe em seu interior.
Estabeleça o que você deseja para sua mente e corpo hoje. Para mais tarde eles não estabelecer por você.
Não existe nada mais previsível e indiscreto que esse tal de "anos". Embora não seja bem-vindo e muito menos convidado, é sempre o primeiro a chegar camuflado na sua invisibilidade no dia do meu aniversário. E pior, cada um que chega se nega a ir embora. Por mais que eu tente escondê-los, lá estão eles, sorrateiros embaçando meu olhar, pesando sobre a minha pálpebra, congestionando minha memória, roubando a elasticidade da minha pele, desgastando minhas articulações, minando meus hormônios, entupindo minhas artérias. E eu não sei se isso é um privilégio ou castigo, sei apenas que um dia se tornarão tão insuportavelmente pesados que eu não vou mais conseguir carregá-los.
