Nao Chega aos meus Pes
"O romântico é um fingidor!
qndo ama completamente,
chega a fingir q nem é amor,
o Amor q deveras sente..."
Certeza q Pessoa concordaria comigo!
Angústia
Que coisa essa que se dá...
Que chega sem ser chamada...
Que nem ao menos tem nome...
Dá uma angústia...
Nem se suporta falar...
Nem se quer avaliar e tentar descobrir...
Uma sensação pesada,
...inutilmente incômoda,
...simplesmente inaceitável,
...sublimemente irremediável,
...incomodamente inútil,
...surrealmente aceitável,
...impensadamente sublime.
Coisa chata não saber definir,
Não saber explicar e não ter como
Querer algo mais que simplesmente
Acabar logo sem mesmo ser precisado,
Sem mesmo ser definido, sem mesmo ser aceito...
Sem mesmo saber se é você...
Sem mesmo reconhecer ou pensar...
Pensar nessa coisa que se dá...
Que se chega...
Que não se vai...
Dá uma angústia...
A pessoa certa faria tudo conforme a minha vontade a errada faria tudo ao contrário. Então chega aquela q mistura tudo e dá uma equilibrada.
Labirintos atraem instintos como a força de uma onda vinda lá de longe, bem de longe... Ela chega fraca na areia, e leva os nomes escritos com os dedos...Mesmo opostos, somos partes iguais de uma bela música...
O AMOR
O amor quando chega
Entra no seu jeito volátil
E se instala no quarto.
Muda as cobertas
Deixa meia janela
Solta a cortina.
O amor não vai para a sala
E se entroniza lá onde está.
E a vontade que dar
É a de tomar sua companhia.
O amor não vai à cozinha
Lá ele se perderia
Com o cheiro
Do que está sendo cosido
O amor tem a fome
Dos dias em que esteve ausente
E dentro do quarto
É como estar dentro de nós.
E nos aperta e se alarga
E toma quase toda a cama
De tudo o que trouxe
Presentes, vontades, faltas
Desejos atraentes
Alguma piada nova.
E o amor nos ama
Sem fazer força
Ele nos ama
Cobre-nos com ele
Deixando apenas o lugar de respirar
E comete o amor
E nos ama inteiramente.
O amor chega sem menos dá a informação para o coração,é por isso que o coração sofre sem menos saber o contexto.
No confessionário, chega um sujeito cabisbaixo e diz:
— Padre, o senhor soube que o Mário morreu?
— Que tristeza, filho... Mas o que aconteceu com ele?
— Ele estava dirigindo o seu carro esportivo em direção à minha casa a toda velocidade e, quando ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro se chocou no poste.
— Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar!
— Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
Não padre, ele sobreviveu. E então, no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro, ele tentou se levantar segurando na maçaneta do meu guarda-roupa, que é muito pesado e acabou desabando em cima dele, quebrando vários ossos do seu corpo.
— Pobre Mário! Que morte terrível!
Não padre, isso machucou muito, mas não o matou! Com muito esforço, ele conseguiu sair debaixo do guarda-roupa, engatinhou até a escada, tentou se levantar apoiando-se no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou por toda a escada, ficando estatelado no chão com um ferro do corrimão fincado em sua barriga...
— Meu Deus... Mas que horror morrer assim!
Não, padre! Ele não morreu! Ele conseguiu arrancar o pedaço de ferro de sua barriga, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão, que também não agüentou o seu peso e caiu sobre o pobre coitado... E o pior de tudo é que eu tinha deixado um bolo assando no forno! Ele não agüentou o calor, juntou todas as forças e jogou o forno contra os armários.
— Depois disso ele abriu a geladeira para aliviar as queimaduras com gelo, mas tropeçou e acabou caindo dentro dela, em cima dos comes e bebes, se machucando ainda mais com as prateleiras, e lá ficou, todo ensangüentado...
— Que morte sofrida! Nossa Senhora!
— Não, não! Ele conseguiu sobreviver a isso, padre! Alguns minutos depois ele acordou com muito frio, queimado e com inúmeros ferimentos, viu o telefone na parede e reuniu suas últimas forças para tentar pedir ajuda.
— Apoiou-se na parede tentou alcançá-lo, mas, ao invés do telefone ele pôs a mão na caixa de fusíveis e zap! Dez mil volts passaram por ele, fazendo-o cair duro...
— Ave Maria! Que fim terrível!
Não, padre! Isso não o matou. Ele se levantou e...
— Espere aí, meu filho! Afinal, como foi que ele morreu?
— Padre... Eu dei um tiro nele... Por isso estou aqui...
— Mas meu filho, você ficou maluco? Por que você atirou no pobre coitado do Mário?
— Ah padre, o cara estava destruindo a minha casa
Quando te vejo sinto meu coração batendo em um ritmo alucinante que chega a doer, meu corpo fica trêmulo, tenho sudorese, o que é? não sei, só sei que é mais forte que eu...
Eu acho graça de homem que chega e diz: você é linda, simpática, gente boa...MAS. Mas o que?? Mas você não tem competência pra cuidar de mim? Se for isso, fique longe mesmo!
Chega uma hora na vida que a gente quebra a cara com tanta coisa,que nada mais nos surpreende.. E por um lado isso é ótimo! =)
Aí você chega
me beija
me faz rir
me bagunça
e vai embora...
... e o que faço com o que ficou em mim e você não levou?
com o que vai ficando...?
Porque quando você abaixa a guarda sempre chega alguêm e te ataca pelas costas? tudo é mutio bom para ser verdade mesmo então abra os olhos e veja a mentira que colocaram em sua vida.
“O Sol chega no frio adormecer da madrugada
Chega morno, clareando o azul do céu
Aquecendo a manhã de alvorada
O vento soprando as nuvens que passam baixas
Lembra que o tempo corre apressando o dia
As nuvens que passam por aqui já não são as mesmas
O azul do céu muda de cor com energia
O sol caminha reto atravessando o céu
Levando o barulho dos pássaros embora
Ao chegar da noite o sol se deita no escuro
E o silencio que agora reina, me apavora
Madrugada fria...
Eis que você está de volta
Tenho você de novo como companhia
Eis minha fiel e única escolta”
Solidão
A noite chega e a solidão invade o meu ser.
Sinto a sua falta a todo momento,mas a noite é mais dolorosa.
Passo horas na janela a tua espera...
Mas o destino não nos favorece e a lua torna-se minha companheira.
A felicidade é um magnífico estado de espírito que chega de surpresa e quando você menos espera já tem ido, também de surpresa.
“Triste cotidiano”
O desejo ardente e febril de ser notado por alguém chega a ser um drama de nosso dia a dia.
Pessoas comuns em disputa por uma atenção momentânea, um pedido de socorro para ser notado; uma questão de vida ou morte.
Expomos nossas vidas de maneira inoportuna e desesperada, nossos íntimos segredos falados aos quatro ventos, às vezes dizemos isto e nunca somos percebidos, mas a necessidade desta exposição infundada é maior e não tem preço.
Criamos crianças deseducadas pelos próprios pais, criamos também heróis de botequins; aquele que fala para mais se torna um deus ou coisa assim.
A futilidade se tornou nosso lema, é preferível ser um idiota com a cara enlameada por três segundos na televisão do que ser lembrado por um fato notável que não te levará ao ridículo.
Todos os dias e todas as noites erigimos seres patéticos e damos destaque à seus atos pueris,esta é a nossa necessidade,não importa se a fome assola ou o desemprego se mostra ali,a sobra que temos já satisfaz.
O que queremos é um medíocre barato em nossa televisão paga a duras prestações, assim o assunto em debate está preparado para o outro dia.
Nossa vida é falar da vida alheia, indignar-se com um fato marcante, já torcendo por outro ser ainda mais impactante.
Hoje em dia a desgraça é tratada tal qual um romance e nós; os imbecis tolerantes sem opinião reclusos na nossa estúpida capacidade inoperante.
Assinado por mais um grande Idiota
