Nao Amplie a Voz dos Imbecis
Na sala de aula, o silêncio é denso,
Onde a voz do mestre é, por vezes, espesso,
Há quem ensine com ardor e com amor,
Mas há também quem se esqueça do valor.
O professor que grita, que humilha, que falta,
Que não vê o aluno além da sua alta,
Aquele que mede com régua cruel,
Sem notar que o futuro se forja no papel.
A injustiça veste a capa da autoridade,
Ignora a diferença, a realidade,
Esquece que cada aluno é um ser único,
E não pode ser tratado de modo público.
Há quem se oponha ao talento e à razão,
Fechando portas para a evolução,
Não vê que a educação não é uma luta,
Mas um guia, uma luz que nunca se disputa.
A crítica surge forte, sem cessar,
Pois o que se planta deve, sim, frutificar,
E o professor, que deveria ser o farol,
Muitas vezes apaga a chama do sol.
Mas a voz que clama por respeito e justiça,
Vai ecoar nos corações, com doçura e malícia,
E a educação, com sua força redentora,
Vencerá, mostrando o valor da pessoa.
A Canção do Galo
Nas primeiras luzes da madrugada,
Ergue-se o galo, com voz afiada.
Seu canto rasga o silêncio profundo,
Anunciando o alvorecer do mundo.
O som ecoa pela vasta planície,
Despertando a vida, como um feitiço.
Entre sombras e raios de sol a brilhar,
Ele canta, incansável, a nos guiar.
O galo canta com força e paixão,
Em sua voz, o poder da criação.
No campo, a aurora começa a dançar,
E a terra, com esperança, vai respirar.
Cada canto é uma história contada,
De tempos que vêm, de eras passadas.
O galo, com seu canto, diz ao céu:
“Chegou o novo dia, o sol é fiel.”
Caminho sem pegadas
Crescer sem pai é caminhar sem sombra,
sem a voz que orienta nas noites de dúvida,
sem a mão firme que segura na queda,
sem o olhar que aprova, que acolhe.
É aprender a ser forte antes da hora,
sentir o peso do mundo com as próprias mãos,
e buscar nos próprios passos
um caminho onde nunca houve pegadas.
Na ausência de um abraço, a alma se encontra,
fazendo de si mesma um abrigo seguro,
mas no silêncio, o coração pergunta:
onde estava o pai, quando o mundo se fez tão grande?
A proclamação da República aconteceu assim, segundo o texto à página 244: "A esta voz, o velho cabo-de-guerra, que se achava doente, levantou-se indignado e pôs-se à frente das tropas para DERRUBAR O MINISTÉRIO". O grifo é do autor: significa que Deodoro não queria proclamar a República, que, assim, resultaria de simples acidente, tese cujo sentido é inequívoco. Na maioria de seus elementos, aliás, a cátedra de História representa o último reduto monarquista em nosso país.
História e materialismo histórico no Brasil
"Por um lado, uma voz interna vai repetir cada sentença como se fosse buscar um refúgio na vergonha e na vulnerabilidade... Por outro, um fio de luz vai começar a brilhar, como um pequeno broto que rompe a terra."
Do Livro Um Amor entre as Sombras
Flor de pétalas escuras,
Noite de penumbra.
Voz doce, palavras apimentadas,
Olhar gentil, boca sedutora.
Sob a noite estrelada, lembranças são criadas,
Amor proibido, destino incerto.
Nas vozes ofegantes, promessas trocadas,
Entre suspiros e carícias, o amor retorna.
Nos cantos escuros e claros, os amantes se olham.
E nas sombras dançam, o desejo proibido que os tocou, não acabou.
"Na luz do dia, a voz ecoa,
Riqueza da alma, a história entoa.
Consciência negra, força e valor,
Celebramos juntos, com amor e fervor.
Raízes profundas, um legado eterno,
Na luta e na dança, um canto terno.
Memórias valiosas, um povo que brilha,
Neste dia especial, a esperança se atilha."
Enquanto você estiver ouvindo minha voz insignificante aos seus ouvidos, tranquilo!
Preocupe-se com o meu silêncio, ele fala tudo que você sempre mereceu ouvir!
Seja porta-voz de quem acredita que a vida é uma grande oportunidade de aprendizado. Espalhe positividade e esperança por onde passar. Celebre pequenos acontecimentos da mesma maneira que você celebra um grande evento.
Ao presente momento me
Reservo o direito de gritar sem voz
Um novo anuncio ao coração
Estrondoso e atroz
Ah, eu anulo as suas maluquices de paixão
Louco , sem juízo coração
O que pensas que é
A qualquer olhar se rende
A qualquer paixão se prende
Burro ? Inocente? Ou só demente !!
Faca seu trabalho de bater ordenadamente
Me mantendo vivo
Tranco hoje seu acesso a emoções
E o resto é comigo
Eu queria te deixar viver e transparecer
É legitimo, é bonito , mas ninguém quer saber
Então viva e deixe viver
Ame do jeito mais simples de ser .
A presença do verdadeiro líder é a chave que abre o cativeiro dos oprimidos. E a sua voz traz alívio e direção aos aflitos em tempos difíceis.
José Guaracir
Ao acordarmos de madrugada com a tua beleza da voz extraordinária e bela como o universo, os pássaros e a natureza mãe embala com o acordar da Deusa Rainha do Fado Cuca Roseta, nos teus concertos inesquecíveis e eletrizantes te vendo toda rodeada de diamantes e Escaldante como um vulcão, tudo apreciar os seus decotes de rainha do fado, e aquecendo os céus pelo mundo fora.
O seu cheiro único como o amor e a paixão ardente do Adãoe Eva, a retocar os céus pela manhã com a sua rebeldia sexy e humilde no seu rolhar rebelde com os seus lábios carnudos a beijar o mundo com ternura.
Dizemos, que mulher, que mulher que nos entanta e nos fascina com a sua beleza.
Somente quem crê em Deus consegue ver e ouvir
a perfeição e a voz da existência glorificando Seu nome.
Dia 2
Olho para os lados,
A falta que tua voz faz,
É quase que ensurdecedora,
Temporário, sei,
Estamos em processo de cura, sei,
Interno,
Externo.
Às vezes é difícil compreender,
Disso também sei, e como sei!
Mas, o Universo sempre tem um propósito,
Não é mesmo?
Nada, nem ninguém passa vazio,
Somos sombras,
Arrepios,
Um acumulado de histórias,
Não para nos tornarmos prisão,
Mas, para que aprendamos fazer do presente,
Realmente um presente.
Uma releitura melhor do que já vivemos,
Uma edição corrigida e estendida,
Daquilo que ainda não havíamos compreendido,
É ...se eu transformo tudo em poesia, é porque aprendi a viver após o caos assim. Aprendi a dar voz a minha alma pelos poemas que oscilam discretos e inquietos.
Aprendi a chorar pela beleza das palavras profundas e simples.
Aprendi a amar, a sobreviver, a insistir.
Os poemas são meu grito de resistência, de desistência, de inércia, de ebulição!
Os poemas...
Eu os sou!
