Nao Ame Sozinho
não tem a ver com sorte, tem a ver com esforço; o tempo todo as pessoas dizem que o mundo não é perfeito, mas as mesmas usam isso como desculpa para adiar coisas que as próprias têm medo de fazer.
tá incomodando, resolve.
senta, conversa, se expressa, diz o que sente, faz questão.
não existe nada melhor do que diálogo, compreensão e amor; independente qual seja a relação, seja ela namoro, amizade ou família.
fazer chá de sumiço não vai adiantar em nada, quem tá do outro lado não tem bola de cristal para adivinhar o que você tá sentindo, podendo até se sentir culpado por não saber o verdadeiro "porque" você se afastou dela.
mas observe se essa pessoa faz questão de você assim como você faz dela, gastar palavras, atitudes, e sentimentos com pessoas que não fazem ou não fariam nada por você é perda de tempo.
apenas não deixem pessoas incríveis, que fariam de tudo, moveriam montanhas por você ir embora por um erro seu, mas que você acha que está compartilhando com ela, sua dor; sendo que só está sumindo, e achando que esse tempo que você está tirando, é o certo.
se for sumir avise, diga que não quer conversar naquele momento, caso queira, dê uma explicação, mas não deixem quem te ama ir embora; nesses casos, ou você perde para sempre, ou jamais será a mesma coisa.
não precisamos enfrentar todos medos de uma só vez, num mesmo dia; escolha um e enfrente, a vida é cheia de etapas, ninguém assiste alguma coisa pulando para o final.
ninguém desce uma escada grande pulando do último degrau embaixo.
aceite seu tempo, imponha limites na sua própria vida, mas jamais deixe que seus próprios limites te afetem.
existem pessoas que nos tratam conforme o interesse delas.
muitas vezes não percebemos por questão de ingenuidade e bom coração, mas; só prestamos se tivermos algo há oferecer.
sou um tipo de pessoa que não guardo rancor de ninguém, mas cada um tem de mim, aquilo que merece.
e mesmo que possa ter me machucado, sempre que precisam eu tô ali.
na pior, eu tô junto, no melhor, eu tô na plateia.
e me sinto muito bem assim.
mandou uma mensagem, eu respondo, podemos até ter nos falado anos atrás. mas de uma única coisa, eu sei, somos todos temporários, e se for pra deixar saudade, que fique a saudade de que um dia, quando mais precisaram de mim, estive ali.
-eumaria
sabe uma coisa que muitas vezes não percebemos, é;
quando nós escolhemos a paz,
em conjunto com ela vem, a despedida;
despedidas aquelas que talvez doam,
podendo doer hoje, agora, amanhã, e depois,
mas quando você percebe que o fim, de uma certa maneira é o necessário, ele não se torna tão ruim.
sendo tudo uma questão de visão, pois, aquilo que os meus olhos veem, o seu não enxerga,
ao menos que você tenha a mesma percepção que a minha.
obras são consideradas obras, quando elas saem da caixa, e não permanecem numa bolha.
loucos são considerados loucos, por que eles não são iguais a maioria.
e, apesar de muitas coisas custarem sua paz,
quando se tem concepção de aquilo é o certo para você.
nem você mesmo irá se contestar tanto, por que até o seu próprio contentamento lhe tira paz.
não pule de cabeça num mar, onde você não sabe quão profundo ele é,
principalmente quando se está agitado.
as ondas podem te arrastar para longe, assim como, podem te afogar.
mesmo que conheçamos bem o “mar” que estamos nadando, nunca sabemos verdadeiramente o que se encontra em baixo dos nossos pés.
o mar é como uma ponte de madeira, balança, da medo, e a qualquer momento pode ceder;
mas, sempre que atravessamos a ponte vemos que o caminho, tem perigos, e muitas vezes foi, é, ou está sendo difícil.
mas quando alcançamos o outro lado, olhamos para trás e percebemos que se não enfrentarmos os nossos próprios obstáculos, não iremos atravessar a ponte, e talvez, nunca colocaremos os pés na beira do mar.
ontem eu te vi, só não posso afirmar que foi pessoalmente, ou físicamente, já que eu poderia ter tocado em seu corpo,
mas infelizmente não foi dessa vez, não dessa vez.
talvez o problema seja meu, e claro, ele é.
por que quem insiste em ligar, em pensar, e olhar as fotos sou eu.
o passado condena, ele fere, machuca, e tira a paz.
eu poderia ter deixado você ir, de uma só vez, mas talvez, eu poderia ter deixado.
quem sabe, amado, ficado, esperado, mas infelizmente você só está ali, do outro lado.
e nem sabe quem sou, talvez, eu seja seu amor.
seu amante, amante amado.
"Se fingir de bobo muitas vezes pode lhe trazer respostas que não viriam se você se apresentasse como um sábio."
"A verdadeira sabedoria não é acúmulo de conhecimento e sim conhecimento posto em prática e compartilhado!"
Toda constante tem um espelho quantico. Pois a variável e parte da energia para energia não há espaço ou tempo se existe hoje sempre existiu pois ate nos primórdios houve um momento que energia tocou o homem na fogueira ouve evolução existencial dos humanos.
Nas virtudes do ser humano.
Achamos que vemos algo não conseguimos ver diante do universo.
Crer que materia escura existe e fazer cálculos e criar equações pelo fato de crer que existe por algumas evidências.
Assim paradoxos são criados e sua materia vira materia de estudo. E evoluimos. Experiências são feitas e questões são resolvidas ou dão palco novas questões.
Enquanto isso vejo o asfalto aonde pessoas passam e carros passam sobre as ruas ignoram o fato que petróleo que compõem o asfalto era dinossauros os maiores animas da existência deste planetas..
Pois materia compõem o petróleo é decomposição organica a milhões de anos. Olhares navegantes se fixa numa tela de celular aonde mesmo dinossauros estão vivos interagindo com ser humano.
Mais interessante ver um espaço em branco se tornando meus pensamentos fragmentos pela mesma tela. Para ser ignorado como mesmo dinossauro serve de pisante para ser humano. Pois vídeos rápido abrem o fid e Feedback da alienação.Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existência pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.
"Não grito para o universo existo, só crio a minha grandeza como uma onda."
Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existência pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.
Por ser o que somos viajamos por nossos universos pessoais ignoramos existência a grandeza do universo que vivemos. Ainda mais não damos conta que podemos contemplar nosso crescimento diante das estrelas.
O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.
O Despertar da Matriz Cósmica
A Terra não era apenas um lar para a humanidade; era uma incubadora.
Enquanto os homens se digladiavam em Mercúrio por causa da gripe de silício, a atmosfera terrestre mudava drasticamente. A poluição industrial, as armas de plasma e a queima de recursos alteraram o campo eletromagnético do planeta. O céu se transformou em uma máquina de tempestades perpétuas. Os relâmpagos, que antes eram fenômenos climáticos comuns, tornaram-se descargas colossais de energia estática — o gatilho perfeito, esperado há milênios.
Esses relâmpagos agiam como um cordão umbilical elétrico conectado diretamente à Lua. O satélite da Terra, na verdade, era oco: um gigantesco ninho adormecido de dinossauros de energia. Os filhotes dessas criaturas titânicas, que dormiam no núcleo lunar profundo desde a aurora dos tempos, começaram a se agitar, absorvendo os pulsos elétricos enviados pelas tempestades da Terra.
Mas o verdadeiro estopim para a expansão desse bio-universo estava escondido sob a areia do nosso próprio planeta.
Dentro das antigas pirâmides do Egito e das Américas, nanopartículas ancestrais e adormecidas foram expostas à nova atmosfera alterada pelo homem. Como engrenagens de uma tecnologia biológica esquecida, essas nanopartículas despertaram, emitindo uma frequência que rasgou o tecido da realidade subatômica. Elas abriram os portões para o nível mais profundo do ecossistema cósmico: o reino da matéria escura.
Das fendas geradas pelas pirâmides, surgiram os Besouros-Peixes, criaturas híbridas e biomecânicas que nadavam pelo espaço como se o vácuo fosse um oceano denso. Eles não precisavam de sol, plasma ou radiação. Eles se alimentavam exclusivamente de matéria escura, devorando a massa invisível que mantém as galáxias unidas.
A cadeia alimentar do universo havia chegado ao seu ápice assustador:
Na Terra, as pirâmides liberavam as nanopartículas e os Besouros-Peixes limpavam a matéria escura.
A atmosfera terrestre carregada disparava relâmpagos para chocar os Dinossauros de Energia dentro da Lua.
No espaço profundo, os Navegantes dos Ventos Solares faziam seu balé radioativo, servindo de banquete para as Baleias Planetárias.
E na estática invisível de tudo isso, as Gaivotas Transdimensionais observavam.
A humanidade achava que estava mudando o clima do planeta por acidente. Na verdade, eles estavam apenas girando a chave para o despertar do verdadeiro bio-universo. Os deuses de energia e os titãs de matéria escura estavam famintos, e a Lua estava prestes a quebrar como uma casca de ovo.
Êxodo para o Desconhecido
O Sistema Solar já não pertencia mais à lógica dos homens ou dos deuses caídos. Tornara-se um santuário selvagem, um novo mundo biológico onde os dinossauros de energia rompiam a casca da Lua, os besouros-peixes pastavam na matéria escura e os vermes policéfalos governavam os céus de Saturno. O universo antigo havia morrido para dar lugar a uma ecologia cósmica indomável.
Para os últimos remanescentes da raça humana, a única chance de sobrevivência não estava em lutar, mas em fugir.
Subindo aos céus a partir das ruínas desertas de Nova Atacama, os sobreviventes embarcaram nas colossais naves arcas deixadas pelos invasores alienígenas extintos. Utilizando a engenharia reversa daquela tecnologia biomecânica, os engenheiros humanos ligaram os motores de dobra hiperdimensional das naves e traçaram uma rota desesperada.
Pelas janelas de quartzo das embarcações, a humanidade olhou para trás uma última vez.
Eles viram o Sol ser cercado pelo balé radioativo dos navegantes dos ventos solares. Viram as sombras massivas das Baleias Planetárias emergirem dos asteroides, abrindo fendas no tecido da realidade ao redor da estrela para retornar ao seu lar primordial, o Objeto 13 Atlas.
Seguindo o rastro gravitacional dessas mesmas baleias, as naves humanas mergulharam na fenda transdimensional. O chiado ensurdecedor nos radiotelescópios — o bater de asas das gaivotas invisíveis — cessou abruptamente. O silêncio finalmente reinou.
Atrás, ficava um Sistema Solar transformado em uma selva de energia viva, silício e plasma. À frente, cruzando o portal cósmico, a humanidade avançava em direção a um universo completamente novo, intocado e vazio, carregando nas costas o peso de ser a última herança do carbono no infinito.
