Nao Alimentar Esperancas
Não reconhecer a dignidade da pessoa humana do nosso próximo é considerá-lo um não ser; reduzindo-o à condição de objecto de exploração.
Ainda que a dor for insuportável e as forças esgotadas, não desistiremos; continuaremos a nossa caminhada.
O limite temporal da vida, seja ela curta e, ou, longa, não deve inibir o indivíduo.
Antes pelo contrário, contribuir para deixar o Mundo melhor do que encontrou é o dever moral e a missão do homem.
Mudar de timoneiro do navio e não mudar a restante tripulação, pressupõe má execução das manobras náuticas.
O novo comandante pode apontar à estibordo e os velhos marinheiros da embarcação virarem à bombordo.
Se o problema da subnutrição aguda dos petizes não constitui prioridade, então a noção de prioridade foi reformulada negativamente.
Aquele que afirma ser humanista, e não ama o seu povo, é mentiroso. Pois quem não ama o seu próprio povo, ao qual vê, como pode amar a Humanidade, a qual não vê?
O carácter definitivo da morte não deve ser motivo de preocupação para o ser humano.
O que deve preocupar de facto é o seu legado, a sua dignidade e sua honra. Pois, duram para sempre.
Têm pedra no lugar do coração.
A dor e o sofrimento do povo são motivos de júbilo.
Eles não se lambuzavam no pote de mel;
Pelo contrário, eles chafurdam-se no dito pote.
Não devemos permitir que o desânimo se apodere de nós, ao ponto de nos privar da liberdade de sonhar.
