Nao Alimentar Esperancas
"A mentalidade de um GUERREIRO, vê na batalha uma OPORTUNIDADE DE SER HONRADO. E quem nao tem mentalidade guerreira, vê na luta como um obstáculo."
—By Coelhinha
"O cargo (Título) sempre estará à disposição, o ministério não. Ele é pessoal e intransferível dado pelo Pai ao filho."
—By Coelhinha
"Se Deus te mandar ir, não tome outra atitude. Deixe o Espírito te guiar e marche nesta direção."
—By Coelhinha
"Quando Deus te dá uma Palavra, não a venda; pois foi pra você. Não tente editar um capítulo no livro que não foi você que escreveu."
—By Coelhinha
"Ser sábio não é demonstrar sabedoria COMPARANDO com os que são, senão COMPARTIR para aprender a ser com os que ainda não são."
—By Coelhinha
"O intuito da fé é você percorrer caminhos que muitos ainda não chegaram ir e poucos poderão chegar."
—By Coelhinha
"Não basta só pedir Perdão. É preciso ARREPENDER-SE. O perdão não te leva não errar mais. O arrependimento sim."
—By Coelhinha
"Todo exirgente que cobra das pessoas, não paga 1/3( um terço)se o mesmo lhe for cobrado."
—By Coelhinha
"Se você não odeia seus pecados mais aponta o dedo no pecado dos outros? Você ainda não aprendeu a ser Cristão."
—By Coelhinha
"A Voz que trás a existência aquilo que não havia!!! É a Voz dEle que está soando no teu espírito.
Ouça nosso Abba dizendo: Até aquilo que não era pra ser, ao teu favor será (Esta consumado) diz o Senhor."
—By Coelhinha
"A rosa foi feita pra sentir seu perfume, não seus espinhos. Cada luta é momentánea, então para que dar importância maior ao que de fato não é? Contemple o Reino, não a terra"
—By Coelhinha
"Deus não trabalha no NORMAL. Enquanto você se limita a ver o que está ACOSTUMADO, Deus não moverá a PEDRA da sua vida. Sobre fé, o imaginável acontece."
—By Coelhinha
"Quando Deus ensinou a bíblia a Moisés não foi TEOLOGIA, foi praticar a Palavra. Não adianta saber o que é FÉ, senão viver dela. Porisso Deus gravou as leis em nossos corações. Da escrita na pedra (letra) se pode apagar. Mais o que se escreve no coração(graça) se leva eternamente onde for."
—By Coelhinha
"Somos GUERREIRAS e como verdadeira SOLDADA do Pai não baixamos as armas até que o inimigo se rende ao nosso GENERAL."
—By Coelhinha
"O que Deus CONSTROI em mim se eu não cuidar, posso destruir. Mais o que Deus DERRUBA em mim, nem eu mesma posso CONSTRUIR."
—By Coelhinha
Você CRÊ em Deus? O diabo também. O problema é que o diabo não obedece. E você?
"Mais importante que CRER também é OBEDECER."
—By Coelhinha
Intimidade
Intimidade não é somente
Roubar os beijos grossos
Da mulher que passa e – sem fôlego –
Perder a noção do perigo!
Intimidade não é somente
Maldizer os deuses que saíram de férias,
Levando consigo o adeus
A imortalidade e a graça!
O íntimo pode se revelar
Na distância (real ou aparente)
Entre as almas, os sapos – pois tudo que
Respira se entende sempre!
Jan(eu)ce é intertextual
Não sei se você reparou, mas, volta e meia, eu lanço mão do recurso da intertextualidade… Ele me é muito caro.
Com efeito, essa fixação boa (diga-se de passagem) de dialogar com a tradição e, também, com a modernidade, só tem feito bem à poesia zarfeguiana… e à poesia em geral.
Você há de convir comigo que, hoje, a essa altura dos acontecimentos, é pouco conveniente o indivíduo bater no peito e sair por aí apregoando originalidades… Como ser original quando já se falou sobre todos os assuntos, já se escreveu sobre tudo? Isso não significa que, por causa dessa totalidade de discussões (a internet veio para intensificar esse processo), a gente vá se apegar à mesmice e ao comodismo literário e, pior ainda, intelectual… Nada disso. Até porque ainda é possível ser criativo…
Isso posto, Jan, digo com todas as letras: a intertextualidade só me faz bem, só enriquece, imprimindo leveza e atualidade a meu fazer poético… O poema “Abuse, pero no mucho” [do livro “Sutil, pero no mucho”, 2011] comprova bem isso.
Se você prestou um pouco mais de atenção ao poema, deve ter notado a presença desse diálogo com outros nomes do cenário literário nacional e internacional…
Aliás, logo no título, há uma mistura de idiomas, o que, convenhamos, já sinaliza o que virá adiante… Paulo Paes, Edgar Allan Poe, Tolstoi… os quais, de maneira direta (“Nunca mais”) e indireta (“Descansa em paz”) vão dar sustentação ao discurso poético que, no texto, não deixa nenhuma dúvida quanto ao seu tempo, autor e temática. Trata-se de um poema deste tempo, desta época. Não é mesmo, Jan?
Se não bastassem essas referências autorais, outro aspecto de natureza mais estrutural e formal que sobressai em “Sutil, pero no mucho” é o metalinguístico. A saber, essa capacidade que o texto literário (não necessariamente literário) tem de dialogar consigo mesmo, numa relação dinâmica em que a língua (o código) se torna objeto da própria língua. Essa é, sem dúvida, uma das características marcantes dos textos modernos (Drummond – Alguma Poesia) nem tão modernos (Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas), e por aí vai.
“Poesia é epifania: / Intuir de noite e de dia” ou “Poesia é alquimia: / Criar de noite e de dia…“
Esses versinhos… tem coisa mais metalinguística do que isso, Jan? Tem: você, uai!
