Nao Alimentar Esperancas
Não quero ser entendida.
Não quero ser rotulada, muito menos comparada.
Quero só abrir um sorriso, me deliciar com as bobeiras que faço e ir vivendo - livremente!
Não tenho e nem quero ter a pretensão de que todos gostem de mim. Só peço uma coisa: que me respeitem. Até eu aprendi a me respeitar...
Saudades daquele tempo que eu não vivi, quando os homens se cumprimentavam por educação e as mulheres usavam lindos chapéus com penas de pavão. Saudades daquele tempo quando os avós contavam histórias pros netos e passear no parque era diversão. Bom foi o tempo em que a família era patriarcal e se casava pra ficar casado. Tempo que havia respeito, cavalheirismo, romantismo e até amor, não apenas paixão. Saudades das cartas escritas à mão, daquela luz no lampião, das frias noites de solidão. Naquele tempo as amizades eram preservadas e o sobrenome valorizado. Naquela época, nem faltava tanto pão... cada um tinha um pezinho de limão. *-*
Vez em quando eu sinto uma saudade estranha de algo que não tive, algo que não vivi, mas é como se tivesse vivido. No fundo mesmo, acho eu, que isso acontece porque em algum canto do planeta tem alguém pensando do mesmo jeito. É como se um coração estivesse mandando recado pro outro: Me espera que eu tô chegando.
Ricardo F.
Ser diferente não é chamar atenção e sim mostrar o quão você é importante para fazer alguém feliz com suas atitudes.
A busca máxima do homem é a felicidade. E, para ser feliz, não precisa fazer sempre o que você quer, mas amar sempre o que você faz.
O corpo não é suficiente, a pele não satisfaz, é preciso mais, alma, palavras, aconchego no olhar, não é só uma questão de tocar, é uma questão de sentir.
É preciso mudar, buscar novos rumos em busca da felicidade. É o tempo da travessia: e se não ousarmos fazê-la, poderemos ficar para sempre, à margem de nós mesmos. A cada dia Deus nos da uma nova chance para sermos felizes.
Esse é o segredo simples da felicidade. Faça o que fizer, não deixe que o passado atrapalhe o caminho, não deixe que o futuro o perturbe. Porque o passado não existe mais e o futuro ainda não chegou. Viver na memória, na imaginação é viver na inexistência.
