Nao Alimentar Esperancas
A Prudencia é uma virtude que não remove as pedras do caminho, mas faz você passar sobre elas com o devido cuidado.
Não vou te convencer do seu gostar, as meninices já deveriam ter passado, as meias verdades evaporado, mas a minha paciência se perdeu no meio das tuas indecisões.
Não sei se choro
Se fico alegre
Se grito
Se calo
Se morro
Se vivo
Se lembro
se esqueço
se abraço
se mordo
se belisco
se falo
se respiro
sei lá
Saudades...
Da época de criança, das brincadeiras inocentes, que hoje já não são tão inocentes assim. Das tardes em que eu passava fazendo exatamente nada, que hoje já são tão movimentadas. Saudade de quando eu era ingênua, de quando eu não entendia nada, das épocas que eu só ouvia, e não precisava dar minha opinião, por isso não era criticada. Saudade de quando todos faziam as minhas vontades, que eu era a princesinha da casa. Saudade...
Saudade de quando eu acreditava em papai Noel, coelhinho da páscoa e príncipe encantado.
Pensa que eu tinha certeza que existiam príncipes, a, e não eram príncipes comuns, eles chegavam em um cavalo branco e eram perfeitos e eu tinha certeza que era mentira que eles viravam sapo, mas com a vida a gente aprende a acreditar, ou não acreditar.
Na verdade, a gente aprende a ouvir, a entender, a viver.
Para aqueles que acreditaram no fim do mundo e para aqueles que não acreditaram: nosso mundo acaba várias vezes no espaço de uma vida. Mas sempre temos a chance de recomeçar, dando outros sentidos para as marcas que carregamos, sentidos que nos permitam criar novas versões de nós mesmos ou pelo menos olhar para a atual com mais generosidade. Um dia, porém, o meteoro chega. E chega para todos, sem que nenhum de nossos tremendos esforços e vastas ilusões seja capaz de mudar o final.
São muitos os pequenos fins de mundo – e desconfio que os grandes apocalipses nos distraem dessa verdade, como tantas outras manchetes em neon que nos cegam dia após dia. É um pequeno mundo que acaba quando já não podemos contar com a ignorância que nos fazia viver como se houvesse sempre amanhã. É um pequeno mundo que acaba no primeiro cabelo branco ou na primeira queda, na primeira ruga ou na primeira dor na coluna. É um pequeno mundo que acaba no momento em que percebemos que já não seremos bailarinas clássicas ou jogadores de futebol ou escreveremos o romance que mudará a história da literatura universal ou faremos a descoberta que nos levará ao Nobel – no exato instante em que descobrimos que precisamos adaptar nossos grandes planos. (...)
A cada um desses pequenos apocalipses temos a chance de recomeçar. Partidos, aos pedaços, às vezes colados como um Frankenstein de filme B. Enquanto o meteoro não chega há sempre um possível que podemos inventar. Se os anúncios de fim do mundo servem para alguma coisa, além de fazer piadas e encher os bolsos de alguns espertos, é para nos lembrar de que o mundo acaba mesmo. Não em apoteose coletiva, com dia e hora determinados, mas na tragédia individual, sem alarde e sem aviso prévio, que desde sempre está marcada na vida de cada um de nós.
Meus votos de Natal e Ano-Novo pós-apocalipse são: não adiem os começos, porque o fim já está dado.
Se eu não for um pouco egoísta as pessoas passam por cima. Eu te amo e te quero só pra mim, é egoísmo sim.
Você não pode se fechar para o mundo por medo de se machucar, se não você vai se machucar por não viver!
Cuidado com o que vai falar, pra depois não se arrepender. Cuidado pq um coração machucado é muito revoltado.
Quem dera não fosse um avião, e sim um pássaro gigante nos céus a voar, com humanos nas costas, levando a brisa dos ventos em seus corpos.
Quem dera não fossem bombas no Afeganistão, e sim caixas de amor, carinho, paz e compreensão entre nossos irmãos do outro lado.
Quem dera, não fossem armas automáticas matando os nossos cidadãos do mundo, e sim tiros de compaixão e amor ao próximo e até ao inimigo.
Quem dera o mundo fosse um sonho e eu fosse feito de massinha.
não importa quantos nomes vc tem na agenda do seu celular. o q importa é em quantos celulares o seu nome aparece.
É mãe (Liliany De Almeida), acontece que eu não consigo ver nada melhor do que esse texto para, no dia de hoje, transmitir tudo que sinto por você...Acontece que hoje, com meus vinte de dois anos, jovem, muito jovem é claro, vejo nesse texto algo muito além. Hoje vejo com outros olhos o que há onze anos atrás eu escrevi num pedacinho de papel, no chapeuzinho vermelho. Você foi a primeira a me ensinar a amar, a respeitar, a dar valor à vida, aos amigos, aos familiares. Toda vez que dividiu suas angustias, medos, e principalmente felicidade.Todas as vezes que estava do meu lado quando eu passava pelas mesmas coisas e ultimamente estamos passando ainda mais, pela Arquitetura.
Oamor de mãe, pra mim é a coisamais singular que existe no mundo, o amor acolhedor, o amor que ensina, que provoca risos, lágrimas, que faz com que eu me sinta especial, protegido. Nos seus braços eu sinto o verdadeiro amor, aquele que não existe em quase lugar algum.
Saiba de uma coisa; eu te amo, e muito. Amo mais que conseguiria amar qualquer outra coisa, qualquer outro alguém. A ligação que temos, é forte demais. É o mesmo sangue, a mesma carne, a mesma profissão (hahaha).
Agora, espero que toda vez que lembrares daqueles meus textinhos com desenho, daquelas mal escritas, cheio de garranchoveja o seu significado com outros olhos. Sei que não existem palavras suficientes pra descrever tudo que sinto por você, e mesmo que houvesse, ainda assim não seriam suficientes. Nosso amor é transcendente, está acima de tudo aqui. Espero que com essas palavras tenha conseguido te mostrar apenas uma fração de tudo que por ti sinto, de tudo que sou agradecido. Escrever issosignificam para mim muito mais do que te dar qualquer outro presente, pois isto aqui, vem do coração, vem com sinceridade, vem com amor. Feliz dia das mães. :)
