Nao Alimentar Esperancas
Penso às vezes que, quando eu estiver pronto, embora não
tenha a menor idéia de como possa ser estar-pronto, um dia, um dia
comum, um dia qualquer, um dia igual hoje, vou encontrar você claro e
calmo sentado no Bar, à minha espera. Na mesa à sua frente, um copo
de vinho que você vai erguer no ar feito uma saudação, até que eu me
aproxime sem que você desapareça, para que eu possa então te abraçar
Ame a vida que você tem enquanto cria a vida dos seus sonhos. Não pense que precisa esperar pela última para começar a fazer a primeira.
TALVEZ EU NÃO SEJA DO TIPO NAMORÁVEL
Cansei de jogar a culpa nos outros, a verdade é que eu não sou uma pessoa fácil. Demoro para ser cativado, tenho dificuldades para perdoar mentiras e minha sinceridade quase sempre afasta as pessoas de mim. Quando as pessoas falam “eu te amo” na primeira semana eu fico com o pé atrás pensando: “de duas uma, ou ta falando isso só para ver se eu vou dizer se também amo, ou de fato não deve dar o mesmo valor que dou para um eu te amo”, enfim... Ando meio cético no terreno dos sentimentos e tenho desenvolvido o péssimo hábito defensivo de querer descobrir primeiro o defeito das pessoas, na tentativa frustrada de depois não ser surpreendido. E sabe o que eu descobri com tudo isso? O óbvio: que ninguém é perfeito, que todo mundo tem defeitos e que se procurarmos motivos para não ficar com alguém, sempre vamos encontrar vários. E em meio a qualidades e defeitos de pessoas que eu mal conheço, eu me pergunto: “Será que eu conseguiria conviver com isso a longo prazo?”, “Será que com o tempo essa pessoa vai continuar a sorrir quando eu contar as minhas piadas sem graça?” “Será que se eu não ligar, ela vai me ligar?”, “E se eu ligar? Como eu vou saber se ela teria me ligado?”,”Como poderei saber se sou ou não indiferente pra ela?”. No fundo, eu sei que todo esse questionário se resume a uma palavra: medo. É o velho medo de sofrer... Existe uma frase do Paulo Coelho (eu nunca pensei que um dia fosse citar Paulo Coelho, mas esta frase é realmente muito sábia), que diz: “O medo de sofrer é pior que o próprio sofrimento”. E mesmo sabendo disso, a gente continua a temer. Afinal, é natural ter medo de andar em labirintos, depois que se descobre que existem armadilhas nele. Antes disso a gente anda no labirinto e mesmo não sabendo para onde estamos indo, não nos sentimos perdidos. Engraçado essas coisa, né?! E levando em consideração as minhas feridas abertas, meu traumas, medos e fantasmas eu cheguei a conclusão que talvez eu não seja do tipo namorável, mesmo que uma outra parte de mim discorde, a parte racional é a quem escreve agora. E eu queria poder dar voz a minha outra parte, aquela que só quer um pretexto para por meu lado romântico em prática, mas isso me torna tão vulnerável... Sabe, a gente se abre, a gente acredita, a gente sonha e depois quando as coisas não dão certo, damos um jeito de nos culpar por isso. Mas é besteira esse lance de se culpar por acreditar, porque agora vejo que bem pior do que se culpar por ter acreditado em algo que não deu certo é não conseguir acreditar mais em nada. É... Talvez eu não seja do tipo namorável, talvez eu deva dar um tempo das pessoas, ou admitir que eu sou um solteiro convicto. Mas a verdade é que eu não sou, e por mais que eu queira convencer meu lado racional disso eu não consigo. Porque quando meu Eu racional diz “talvez eu não seja do tipo namorável” o meu Eu emocional responde em um lonnnnnnnnngo e pesado silêncio, e mesmo sem proferir uma única palavra, neste silêncio impossível de ignorar, é como se ele dissesse: “hey, eu ainda estou aqui viu?!”. Talvez eu não seja do tipo namorável, mas talvez eu seja mais do que aquilo que o meu racional diz. Talvez eu seja até um sonhador, um bipolar, um lunático, um romântico, talvez eu seja a minha ultima esperança.
SAUDADES DE NÃO SEI O QUÊ
Pensei bem e decidi: vou largar a barra da saia da mamãe. Deixar pra trás a cama sempre arrumada, as roupas limpas, o leite no pires. Não quero mais ganhar presentes sem merecer, nem afagos a qualquer hora do dia. Me cansei dessa vida de filho único. Estou com saudades de não sei o quê; só sei que é de coisa que não vivi. Não quero mais gastar meus dias entre livros. Não quero mais perder a noção do tempo imerso num mundo que não é o meu. Preciso descobrir o que existe do outro lado; sentir o perigo perto. Quero sentir medo. Quero sentir paixão; sentir o sangue pulsando agitado da ponta dos pés às orelhas.
Quero a prova de que tudo o que ouço é verdade. Quero experimentar novos sabores… azedos demais, salgados demais, amargos… Preciso de um corte no dedo que cicatrize sem curativo. Preciso esperar no ponto por um ônibus que não vai chegar nunca; e vou olhar para o relógio mil vezes enquanto isso. E quando todas essas coisas já forem rotina para mim vou correr na chuva, chorar ouvindo uma música, pegar um resfriado, ficar na cama sentindo a solidão, esperar telefonemas que não vão acontecer.
Mas quando a felicidade me pegar de jeito, vou senti-la plenamente em cada poro, em cada célula do meu corpo. E celebrá-la, como se eu pudesse ser o último no mundo a senti-la.
Abro os braços, inspiro fundo e me lanço da janela. Quatorze metros e meio até o chão. Restam seis vidas.
Se você encontrar comigo não pergunte "lembra de mim?"... provavelmente não vou me lembrar, mas educadamente direi que sim.
Eu posso não saber tudo o que sou. Mas sei diversas coisas que NÃO sou. Não sou fofoqueira. Não sou mesquinha. Não sou mentirosa. Não sou falsa. Não sou estática! Procuro ser o menos egoista possível. Me afastar da maldade. E principalmente, NÃO SOU DESONESTA!"
Alguns me perguntavam no passado: 'Por que o Sr. não vai ser ministro?' Ministro de quê? De quê? De um governo pútrido, em decomposição franca, que não aguenta o diálogo frente a frente?
A vida é assim. Escolhas. Amores impossíveis. Choros noturnos. E vai ser sempre, a não ser que você queira jogar a toalha e desistir. Para viver, temos que levar o pacote inteiro: Chuvas, trovoadas, céu aberto, e muito sol.
Quem sabe nesse verão as coisas não dêem mais certo, você não me convide para aquela sorveteria que eu mais adoro, me leve para caminhar no parque ou até mesmo correr naquela areia quente da praia... Mas sem dormir junto, esse calor anda me matando.
Meu amor é desobediente. Que fica quando mando ir embora, que não foge quando o tempo fecha. Que me cala a boca com beijo de cinema, que ouve atento quando descarrego meus discursos. Meu amor é desobediente e sabe se verter. Diz que pra cada versão da minha teimosia, tem uma dose nova de sentimento. Pra cada anúncio de cansaço, um motivo a mais pra cultivar e cuidar do que é raro de viver. Não sei de onde tira essas coisas, desconfio que rouba meus livros. Aqueles que falo pra não mexer.
Mas não, desobediente que é, mexe com meu mundo e o coração.
Hoje quando acordei eu decidi não vou sofrer, mais não.
Eu não tenho medo de perder o meu coração pra você.
Tantos dias sofri sem saber o porquê.
Eu quero ver flores no campo.
Os raios do sol.
Eu quero que passem as nuvens negras.
Eu quero você nos meus olhos na luz da manhã.
Eu quero o reflexo do nosso amor.
Hoje quando acordei eu prometi quero viver mais.
Já te olho sem ter que sofrer pra me entregar a você.
Tantos dias perdi sem saber o porquê.
Eu quero ver flores no campo.
Os raios do sol.
Eu quero que passem as nuvens negras;
Eu quero você nos meus olhos na luz da manhã.
Eu quero o reflexo do nosso amor.
Eu te quero como tem que ser.
Eu te espero não vou mais sofrer.
Eu te quero como tem que ser.
Tantos dias eu perdi.
Tantas noites sem saber o porquê.
A verdade é que se você não tiver coragem nada acontece. Se não for em frente o segundo acaba, o minuto foge e a hora passa. Leia as entrelinhas, decifre os olhares, entenda as oportunidades. As coisas só acontecem se você tiver a audácia de fazer com que saiam dos sonhos, dos desejos, das vontades. Quem só espera nunca alcança e perde aquele momento mágico que talvez não apareça nunca mais.
Os meus olhos dormentes exalavam o medo de amar novamente. Eu somente existia e não me era válido crer que alguém pudesse amar-me, assim como tu me amas.
Ás vezes um amor pra ser verdadeiro não precisa ser perfeito, ele se torna lindo do seu próprio jeito e ninguém se compara a ele. Um grande amor é aquele que te mata de saudades, amor de verdade é aquele que você sente raiva nos momentos de briga, mas no final sempre predomina o que agente sente de bom. Amor é quando agente lembra do sorriso da pessoa amada, e do nada passamos a sorrir. Amor é aquele que ocupa todo o espaço do nosso coração e dos nossos pensamentos de um jeito que a gente nem consegue pensar em outra coisa a não ser na pessoa que a gente ama.Um amor de verdade é aquele que vai estar contigo em um momento chamado eternidade.
Graça significa amar quem não merece, perdoar o culpado, e fazer o bem para aqueles que não podem pagar.
Eu já não sei como é o seu cheiro mas
Se eu sentir novamente tenho certeza
que lembrarei.
Eu já não lembro mais como é o seu abraço
mas se colocarem uma faixa sobre os meus
olhos e te abraçar tenho certeza que lembrarei
sinto sua falta
te amo eternamente Débora cristina
06/12
06/06
Ser solidário não é somente ajudar ao próximo, mas sim ajudar a si mesmo, satisfazendo-se exercendo o bem.
Ela não vai correr atrás de você.
Ela não vai fazer nada, no máximo tentar esbarrar em você para ver se você se toca. Ela não vai ir “encher o seu saco” como as outras garotas fazem. Ela vai ficar em seu lugar, te olhando, admirando o seu sorriso. Ela vai dar indiretas com olhares e te encantará com seu sorriso, mesmo ela não percebendo. Ela irá sempre ficar sem graça ao ver você se aproximando. E acima de tudo isso, ela realmente espera que você vá até ela e tome uma iniciativa. Ela espera do fundo do coração que você a faça feliz e a deixe estar do seu lado. Será que você não percebe?
- eu ja cansei
