Nao Acabou pra Mim
Que pena que o mundo não acabou! Levantei bem cedo, rezei, tomei banho, coloqueiminha melhor bermuda e a minha mais nova camiseta, calcei minhas sandálias franciscanas e fui até à padaria tomar meu café matinal, voltei para casa, aguei todas as minhas plantinhas do quintal e também as flores do meu jardim, olhei um pouco para o sol e não vi nenhum sinal que me fizesse lembrar do fim do mundo. Aí, parei e pensei: Quem foi o desgraçado que inventou esse boato de fim de mundo para essa data de 21.12.2012?... Merecia tomar uma boa coça em praça pública, para nunca mais inventar tamanha besteira como essa! Vocês não acham:... Abraços fraternos.
A nossa amizade não acabou. O que mudou foi a perspetiva das pessoas. Pois fomos promovidos a namorados.
O Último Grito do Velho Mundo
(ensaio lírico-profético)
O mundo não acabou de súbito.
Ele se gastou.
Como um círio queimando por dentro.
Como a esperança que vira cinza
sem ninguém perceber.
Não foi a bomba,
não foi o vírus.
Foi o ego.
Foi a pressa.
Foi a mentira repetida até virar fé.
As nações marcharam para o abismo
de olhos bem abertos.
Brindaram com vinho podre
à vitória de um rei sem rosto,
de um deus sem alma,
de um futuro sem ternura.
O homem construiu muralhas,
mas esqueceu a casa.
Construiu máquinas,
mas esqueceu os filhos.
Construiu impérios,
mas esqueceu a si mesmo.
O céu chorou.
Mas ninguém levantou os olhos.
Estavam ocupados demais
com as telas.
Com as senhas.
Com os ídolos de carne e marketing.
Veio o colapso.
Mas não foi tragédia —
foi revelação.
A Terra cuspiu os venenos.
O mar devolveu os corpos.
As árvores negaram seus frutos.
E mesmo assim,
houve quem risse.
Houve quem vendesse ingresso
para assistir ao fim.
O último grito não foi de dor.
Foi de desespero.
Foi de quem percebeu tarde demais
que já não sabia amar.
Que já não sabia parar.
Mas —
no ventre da escuridão,
um resto de luz ainda tremia.
Era uma criança.
Era uma canção.
Era uma palavra esquecida
na boca dos justos.
Aqueles que não negaram o coração,
aqueles que enterraram os seus mortos com lágrimas,
aqueles que ouviram a dor do outro
como quem ouve a própria mãe.
Esses não morreram.
Dormiram.
E o paraíso,
em segredo,
começou a sonhar com eles.
Eu sinto que o mundo evoluiu mais não melhorou, sabe pq? A tecnologia acabou com a infância de muitos e a tendência é só piorar. A realidade que parece que cada um está vivendo sua vida intensamente como se o amanhã não virá
Não deixe suas forças escorrerem por entre seus dedos, não pense que seu caminho acabou;
Pois seu interior grita por restituição para colher as vitórias que ainda estão por vim;
Sua vida não é um mar de rosas, mas sim um oceano de palavras doces;
Veja todo o seu talento com as palavras em plenitude e use a seu favor aquecendo o seu coração para mover os alheios;
Nem tudo acabou, nem todo sentimento aceitou o perder e não me entrego sem lutar para então provar o quanto sou capaz;
Menos de um segundo estou pronto para perdoar e de braços aberto para te acalentar, te amar, te acariciar;
Sei que tudo se acabou, mas sei que não morreu e também sei que o sentimento irá perpetuar durante tempo para alimentar as esperanças;
Eternamente esperar é minha meta para então quem sabe possamos nos encontrar para acalentar esse sentimento que ficará a chorar;
Não entristeça o teu pobre coração, pois a guerra ainda não acabou... Mostre-me a mulher aguerrida que és! A mulher corajosa que se transformou!
Sei que os caminhos não são sempre de flores e que as dificuldades podem nos surpreendermos, mas com a positividade guardada em nosso coração... Tudo é superável;
Sobre você existe uma promessa, e quem te fez a promessa te levanta, e te diz: não acabou, tudo que se realizou até aqui é só o começo do que está por vim.
"A farinha da panela não se acabou, e o azeite da botija não faltou, segundo a palavra do Senhor." Quando confiamos n’Ele, sempre há provisão (1 Reis 17:16).
Fique de pé, não desista,
a jornada ainda não acabou.
Quem tem Deus como abrigo
sempre encontra um novo voo.
Teu lugar na mesa está vazio,
Mas o banquete ainda não acabou.
O Pai ainda espera à porta,
Com o mesmo amor que nunca mudou.
Já não há mais separação,
nem pecado, nem aflição.
O tempo acabou, o mal se calou,
e o Cordeiro enfim triunfou!
nem imagino . . apenas quero esquecer . .
o que foi e porque foi e se foi acabou . . não estou disposto, alias entrego meu posto e lavo meu rosto. Digo um até breve com gosto de ADEUS.
Acabou o show, todos já saíram; eu fiquei aqui no meu cantinho, melancólico pensando, porque não deu certo o amor? Porque não um final feliz como Janete Clair? Fiquei olhando os olhos rasos da platéia, conjecturando um final onde dissessem: “e foram felizes para sempre.” Um lanterninha se aproxima e pede que eu me retire. O teatro está silencioso; ouço apenas murmuro nos camarins, provavelmente atores e atrizes se descaracterizando. As luzes vão se apagando lentamente; o lanterninha está diante de mim, terno preto de designer anônimo como uma imposição, uma ameaça; o show acabou, a pipoca murchou, o refrigerante esfriou, vou saindo triste e decepcionado de um espaço arquitetônico com perfeita estética e funcionabilidade. Meu celular emite o som inconfundível das mensagens; abro ansioso e percebo; é julieta; leio com alívio e indescritível alegria: ”te amo, Romeu!”
