Nao Acabou pra Mim
sou rainha de mim mesma
(des)governo meus sentimentos
e pensamentos
emoções
e decepções
meu mundo (in)finito
de guerra e de paz
meu amor (in)válido
de tormenta fugaz
ainda bem que passa rápido
meu reinado é de apenas
uma breve existência
minha coroa é tenaz
ficará eternamente
na minha cabeça dura
sobre minha mente (im)pura e sagaz
reflete a luz
que me seduz
simplesmente com o olhar
então eu olho para meu interior
meus erros e toda imperfeição
que continuam em meu coracao
destituirei-me do poder do amor
ficarei somente com a coroa de flores
sobre minha cabeça
ao deitar-me no leito da morte
no túmulo da paixão
me entregarei de corpo e alma
ao Senhor da misericórdia divina
ao Todo-Poderoso do trono imortal!!!
Eu olho para mim mesmo e vejo tantos problemas, em melhores palavras ''obstáculos'' que quando passar deles, olharam pra trás e ver todos os degrau que te levaram a vitória!
Da importância da vida
Do olhar...
Do sorrisos ...
Do jeito do ser és para mim a beleza da rosa no jardim florido.. ao sempre e infinito amor sem fim ...
Dedicatória Rebeca Lourenço
Á você, eu só desejo o bem, o mundo já tem críticos demais, a mim, cabe apenas limpar de dentro de mim a sujeira que você deixou.
Acho que criei coisas em minha mente, talvez o melhor para mim seja deixar de lado e continuar levando da maneira que está.
O poder místico que está dentro de mim saúda o poder místico que há em você.
(Aline de Alencar Rosa)
Se a noite estiver a nosso favor será inevitável resistir. Tudo pra mim é possível e o momento é agora!!!
É dentro de mim que as coisas acontecem, então, estando eu em paz, e de bem, com a consciência tranquila, a vida segue em harmonia, e até as dificuldades são vistas por um ângulo melhor.
Notas secretas sobre mim.
Sou uma companheira completa, inclusive, além dos defeitos, tenho qualidades.
Quando a poesia habitava em mim > Eu, o rouxinol e a velha laranjeira
(...) Foi quando morei na casa do pé de laranjeira.
Onde em seus galhos um rouxinol cantava tímido e melancólico
À noite, a lua entrava lenta e cuidadosamente através da janela de ferro,
E como se compadecesse de mim, acariciava minha face com o seu brilho prateado.
Compartilhando um pouco da luz do sol que dele recebera
Ouvia - se musica no ar da noite,
Eu agarrava - me as suas notas,
E com um pouco te tinta num papel às materializava em poesia,
Uma sinfonia que só a laranjeira e eu podíamos ouvir... Ela dançava e eu voava.
Nesse momento já não era mais o rouxinol que cantava, mas acredito que repousado a cochilar nos galhos daquela velha laranjeira, ele também podia ouvir aquela música no ar.
