Nada na Vida é do Jeito que Queremos
Quando precisamos é porque queremos muito; deixando de querer teremos pouco. Essa experiência é tudo o que se precisava compreender, para saber que nem muito, nem pouco, mas o suficiente para ser feliz.
Não existe ouvidos dentro de nós que escutem, ou queiram sublinhar o texto que escrevemos. Queremos sempre ouvir palavras para adornar o que pautamos. A história criada no painel da nossa mente, só se rasura quando o outro lança novas palavras que borra aquelas que não riscamos. A partir daí a chuva de palavras voam, ecoam e entrelaçam o que foi escrito. Com isso, se percebe que o painel que pautava o texto necessitava ser sublinhado, riscado, pois o lápis que escrevera o roteiro estava despontado e o mesmo precisa de ponto.
Vivemos da intensa necessidade de coisas que não temos. Sempre queremos ou precisamos de alguma coisa além. Mas quando se trata de amor, pode-se perceber que mesmo querendo ou precisando, somente encontramos o amor quando estamos preparados para ele.
Quando todos queremos a mesma situa ação, é beli do algo em comum, assim que desconquistamos a falcatrua da ilusão.
Pensamento do dia 09/04/2017 (Domingo)
Há momentos que precisamos decidir se queremos viver sob uma liberdade condicional ou infinita.
Às vezes, o que queremos mesmo, é que alguém ria de uma piada boba e sem graça, contada por nós.
Que concorde que nossas tristezas (mesmo as sem sentido) são as maiores do mundo!
Que nos teça elogios sem fim, mesmo que não os mereçamos e que apesar de todas essa mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade inquestionável, ao ponto que, com um simples olhar, nos avise quando devemos nos calar, ou evite que cometamos um gesto impensado...
Alguém que possa nos dizer:
- "Você está errada, mas estou do seu lado."
Ou alguém que sem nada nos cobrar, nos segure pelo queixo e suavemente nos faça levantar os olhos para fitar os seus e apenas diga:
- " Amo você e todas suas imperfeições, pois sem elas, não seria você."
"Somos o que queremos ser, o que escolhemos ser; e poderemos mudar o que somos... Temos capacidade para isso."
Como é difícil errar! Nosso ego fica machucado e queremos enterrar nossa cabeça no mais profundo da terra por tamanha vergonha sentida. Mas basta repousarmos um pouco e seremos capazes de perceber o quão importante foi falharmos hoje, pois amanhã, quem sabe, não tivéssemos a chance de reparar o estrago. Ainda que de forma involuntária pensamos que não falharemos nesta ou naquela tarefa. Tolice! Talvez, por querermos sempre acertar e dar o nosso melhor esquecemos que somos eternos aprendizes nesta vida e sofremos as consequências desta nossa ânsia de perfeição. Quando falhamos nos sentimos inferiores e chegamos a pensar que somos incapazes de realizar determinadas tarefas, mas na realidade só depende de nós; neste momento o melhor a fazer é assumir o erro, erguer a cabeça, respirar fundo e seguir com humildade para que tenhamos êxito no cumprimento da missão, seja ela qual for. Desistir seria fácil, no entanto, como ficaria nossa consciência? Façamos dos nossos erros um trampolim para os acertos que virão. Se hoje não fomos bem e falhamos, talvez seja porque precisássemos de mais treino para sermos os melhores, não em relação aos outros, mas melhores no que fazemos ou que pretendemos fazer no futuro.
Há doçura no viver, quando queremos o bem...
Quando nos doamos, independente das diferenças...
Quando aprendemos a compartilhar afetos,
quando enxergamos com os
olhos do coração.
O Brasil precisa de uma reforma ética. Se queremos uma nação governada por pessoas integras, a nação precisa ser reconhecida por sua integridade e retidão, nada disso será feito sem antes aniquilarmos com o "jeitinho brasileiro"
Quando afirmamos que a felicidade está dentro do coração das pessoas, também queremos dizer que cada um tem, em si mesmo, a capacidade de mudança, de transformação, olhando para os problemas de uma forma diferente.
Não é a dificuldade que se extingue através das palavras, é a atitude que muda, com a vontade de resolver os conflitos.
O que queremos pode não ser o que precisamos. Não é ao acaso que ter tudo pode não ser suficiente.
— Icaro Fonseca
Reclamamos, reclamamos e reclamamos de quem não faz o que queremos, da forma como queremos e, o que é mais engraçado: reclamamos de quem não é aquilo que simplesmente dizemos que é para ser.
Por vezes nos perguntamos sobre os porquês daquela ou daquelas pessoas portadoras de certas atitudes; ou falta delas. Nos questionamos sobre seus corações e mentes, afinal, como seriam capazes de ser tão frias, sádicas, más ou até boas demais para o nosso próprio discernimento compreender?
A questão principal desse jogo é a falta de paciência da nossa parte para parar um pouco, só um pouco e refletir que os outros são o que são. Sim, simples; os outros são o que são. Não há muito o que mirabolar. Eles são eles. Há coisas que são fúteis para tentarmos entender por meio de fantasias, afinal só o outro sabe o que de passa por baixo da própria pele. Não sentimos um eu que não mora dentro do nosso próprio.
Eles, os outros, são dignos de suas próprias peculiaridades únicas, embora sejam da nossa raça. Da mesma forma a gente em relação aos demais. E bom, pode até ser que sejamos os deuses de nossos mundinhos, com nossas normas e com nosso mudo de ser e ponto final.
Mas não custaria muito se tentássemos compreender a incompreensão alheia para com a nossa em prol do combate ao sofrimento imaturo. Eles não são capazes de ser a gente e nada podemos fazer em relação à isso. Pode ser que se pareçam muito, mas só parecem.
E olha, quando a gente começa a aceitar o fato de os outros não conseguem não ser da forma que somos, também não conseguimos ser eles –, o que não somos e assim, começamos nos preocupar com questões mais solúveis, como por exemplo: olhar para outros mundos como outros mundos que são, em vez de acharmos que são todos espelhos e, como tais, deveriam agir de acordo com o que nossos mimos bobos se sentem no direito de querer que sejam.
– Icaro Fonseca
Às vezes queremos cobrar dos outros o que nós não damos. O bem, compreensão, paz, sorrisos, alegria. como receber se não damos nada?!
Temos de nos tornar a mudança que queremos,n a mudança que querem ver em nós.... As vezes mudamos para agradar alguém, pra q alguns veja uma diferença, nos tornamos automatizados, seguindo, regras, controle, pra n ser como antes, para agradar as pessoas acabamos nos frustrando. Deixando de ser quem realmente somos.. Ficamos sem luz, sem o brilho próprio, começamos a viver pra alguém, viver pra agradar, viver uma vida q n é nossa.. E como o mundo te vê?. Muita das vezes não se e notado a mudanca feita para agrado de uma terceira pesdoa , deizamps de fazee muita coisa, falar qdo preciso foi, brigar qdo necessario.. Ficamos remoendo pra si, tornando veneno pra alma, matando nosso ser..
Pessoas exigem nossa mudança, qdo decidimos mudar, questionam e querem saber o pq estamos diferentes
Alguns n vê a mudança que gostariam de ver, querem q sejamos marionetes, controladas por eles..
As pessoas deveriam fazer dentro de si a mudança que tanto querem nas outras.
Ninguém tem o direito de querer mudar alguem a não ser que ela mesmo queira a mudança..
Ninguém deve mudar, pq alguém quer que ela mude.
Seja sempre vc mesmo, n deixe que palavras jogando ao vento faça com que vc sofra mudanças que n seja de sua vontade.
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