Nada na Vida é do Jeito que Queremos
Casas
Em cada uma delas, uma história.
Ruas
Muitas ainda como antes
Na minha memória.
Por elas andei, corri, me estatelei.
Novos prédios
Muitos prédios novos
Para os que nasceram nela
Ou para quem chega de outro chão
Para viver novos momentos
Na terra da promissão
Itaperuna
Lugar para onde a minha razão
Quer ir
Onde meus últimos passos quero dar
Meus últimos dias
Quero viver.
Itaperuna
É a minha sina
De ti não esquecer
Fostes o começo da República
O começo do meu tempo vivido (Ref: JSS)
Minha vida nunca foi fácil
Mas também não seria melhor
Longe de você ter nascido.
...
Poema em homenagem aos 129 anos de Itaperuna - 10/05/2018
Deixa eu ficar aqui parada olhando pro nada
como quem olha o mundo.
É que eu não tenho pressa
nem vontade de entrar neste tumulto.
Deixa eu sentir o vento, sem me preocupar com o tempo,
que a vida passa tão depressa e a maré ta baixa.
Então deixa eu mergulhar no que é belo,
que forma um elo entre o meu eu indefinido e o universo.
Sem decisões, sem precipitações, nem azul, nem amarelo
Se você acredita que somente na alegria e na paz você consegue crescer e evoluir, sinto muito em lhe dizer que sua crença está errada!
As tristezas nos fazem fortes!
As lutas nos caleja e nos endurece!
A raiva nos levanta!
As decepções nos abrem os olhos para o mundo!
As lagrimas nos fazem crescer!
As dores nos fazem querer lutar dia após dia!
A magoa nos empedernida e nos blinda!
Nunca mais voltaremos a ser como antes, pois de coelhos agora somos como leoas protegendo nossa prole.
Quando você vive em um mundo cor-de-rosa você acha que o mundo inteiro lá fora também é! Assim você acaba que se tornando um alvo fácil para lobos com véstias de cordeiro, então quanto maior o seu grau de turbulência e agitação ruidosa e desordenada já vivida ou atualmente vivenciando-as maior será sua evolução e maior será o seu grau de tolerância a tudo que lhes rodeia.
Então aceite!
Viva com sabedoria, aptidão, garra, determinação, amor, justeza e lhes garanto que baioneta nenhuma lhes perfurará e nem uma bala lhe dilacerará, pois você se tornará uma grande soldada e terá a força e a defesa de uma infantaria.
Autora A Kayra
Olhamos muito para os outros, enxergamos a falsidade nas relações alheias. Mas a vida com o tempo nos ensina que apunhalamos quem mais nos ama, e que aqueles que mais amamos vivem nos apunhalando.
Não devemos pensar muito na morte, pois ela virá de qualquer forma... Mas é tão estranho imaginar que tudo acabará ali em um instante todos os nossos sonhos, risos, amores, abraços, lutas, angustias, alegrias, estudos, trabalho, posses... Tudo acaba num último suspiro... E não tem negociação, nem lamentos... E só seremos lembrados por uma ou máximo duas gerações posteriores e depois disso esquecimento, a não ser que faça algo grandioso para a sociedade que eternize o seu nome por um longo tempo. Então o melhor a se fazer é ter a alma leve, sem pesos, viver o hoje sem excesso de passado e ansiedade de futuro e poder estar liberto de pedir perdões e perdoar também, e sendo muito grato, justo, amável e recíproco... Pois não tem dia marcado, nem hora certa pra que possamos fazer tudo antes, o anjo da morte virá e esteja em paz com seu coração para se tornar luz e não apenas cinzas... Aprenda a ser um servo de Deus e não só mais um religioso da sociedade avaliadora...
Estava chovendo quando saí de casa para a estação de metrô. Era bem cedo, não havia muita gente na rua, apenas alguns comerciantes abrindo suas lojas e pessoas voltando de trabalhos noturnos com um ar de cansaço. A melancolia recorrente do dia nublado era evidente e eu gostava daquilo, me fazia pensar sobre a vida, sobre a tristeza personificada em um dia qualquer, nublado e chuvoso.
Chegando na estação logo avisto uma condução vindo. Após entrar no metrô vou andando para os vagões da ponta, onde posso ficar encostado em uma haste de metal. Começo a observar ao meu redor, muitas pessoas pegam essa condução pela manhã pois vão trabalhar, estudar ou os dois, como eu. Muitas feições de cansaço e tristeza, assim como as dos trabalhadores que vi mais cedo. Foi aí que me perguntei: “Mas por que essas pessoas estão tristes em plena manhã?”. Estava maquinando e pensando nos porquês das caras murchas que via ali na minha frente quando avisto uma senhora em pé sendo espremida entre duas outras pessoas. Cheguei mais perto e a ajudei a sair de lá, quando percebi ela já estava no meu lado com um sorriso que ia de uma orelha a outra, me agradeceu e perguntou a onde eu estava indo numa manhã tão chuvosa, eu virei e falei que estava indo trabalhar e logo ela se aquietou, alguns minutos depois voltou a falar comigo:
- Percebi uma coisa nessas manhãs nubladas, todas essas pessoas que vejo todo santo dia estão com essas mesmas caras. Meio amargas e olha que nenhuma ainda chegou na minha idade!
- Eu percebi a mesma coisa hoje, nenhum sorriso, nenhuma feição alegre, apenas rostos pálidos e distantes.
Conversando mais um pouco com a pequena senhora percebi o quanto de vida ela emanava que, por mais que sua aparência evidenciasse sua idade avançada, ela estava disposta e alegre.
Desci na Estação Central, ainda estava chovendo quando saí da estação. Andando na rua me deparo com uma moça de meia idade segurando uma criança de colo, era uma pedinte e estava cedo da manhã naquela chuva, embaixo de uma sacada para não se molhar. Percebi que diferente das pessoas tristes que vi hoje, o semblante dela se destacava, era indiferente, escondido. Quando passei ela me deu um sorriso e estendeu a mão que não segurava a criança, eu já havia tirado uma cédula para dar. Ela me deu um sorriso e logo me agradeceu, assim como a senhora no metrô. Naquele mesmo dia eu percebi o motivo da tristeza desvairada que presenciei. Depois disso, sempre que acordo peço aos céus que o desejo de ajudar o próximo consiga sempre superar o egoísmo e falta de esperança no ser humano.
Aprenda uma coisa:
O tempo é escrito por Deus, a felicidade escrita por suas escolhas e o amor mora dentro do coração.
Portanto, faça do tempo seu poema, da felicidade sua canção e do seu coração solte gritos de amor pelo arco-íris da vida.
Relaxe!
A vida não é uma competição! Às vezes é necessário pausas. Algumas vezes para ganhar fôlego, outras vezes para suspirar.
MIL
Dentro de mim há
Mil viagens por fazer
Mil flores por colher
Mil árvores por plantar
Mil livros por ler
Mil poemas por escrever
Mil amores por amar
Mil noites por dançar
Mil sonhos por realizar
Mil pratos por cozinhar
Mil beijos por dar
Mil dores por esquecer
Mil folhas por cair
Mil primaveras por perfumar
Mil caminhos por percorrer
Mil abraços por dar
Mil mágoas por esquecer
Há sem dúvida mil coisas para viver.
Quando olhamos para trás nos deparamos com tantas coisas vividas, tantas foram as pessoas que já fizeram parte de nossas vidas, quantas palavras, quantas emoções e sentimentos sentidos, quantas despedidas, quantos sonhos esquecidos, quantas desilusões e tempo perdido...
Ficar parado, ocioso no tempo não trás resultado algum. Precisamos acompanhar o relógio, correr, caminhar nem que seja pra lado nenhum.
A vida segue um curso natural onde precisamos seguir sempre em frente, e quando sentirmos perdidos que as experiências passadas nos oriente.
E vivendo esse presente, sendo presente na vida também, com certeza essa mesma vida nos surpreenda logo ali, além.
Do futuro não sabemos, isso nem me importa, vivo o hoje o que me faz bem
o passado já passou, não volta mais, perdi,ganhei, já superei.
Os valores que determinamos para
nossos dias não é o que realmente necessitamos, infinitas vezes reclamamos
por ter que sair com roupas repetidas
ou surradas pelo tempo, queremos estar confortavelmente em uma condução de luxo.
Aprendi forçosamente que o que realmente
carecemos é por nós insignificante, são
das pequenas coisas que realmente precisamos.
Quando optamos pela simplicidade nos
aceitamos mais facilmente e somos mais
felizes.
Coisas
Sabe quando dedicamos nosso tempo? Estamos dando parte da nossa vida...
Tem coisas que nós simplesmente fazemos por amor, contudo nunca ficam do jeito que queríamos.
Assim como tudo, crescemos, envelhecemos, aprendemos, o tempo tem o poder de nos mostrar as coisas. Sejam elas boas ou ruins.
A falta das pessoas, a distância de quem amamos, as brigas bobas que ocorrem na rotina, os erros que cometemos, as pessoas que perdemos (inclusive quem costumávamos ser).
Na vida as coisas acontecem em uma velocidade frenética, tremendamente nos entorpecendo, nos provocam das piores até as melhores sensações.
O tempo mostra que até a flor mais bela há de sumir um dia, vai arranhar alguns que tentarem tocar seu magnífico corpo sem o devido amor, carinho e respeito.
O mais puro sentimento cresce dia após dia, esse chamado Amor é o mais incrível vislumbre na vida de alguém, que vem devastando tudo ao redor.
Que te faz acordar pra vida e perceber que nada faz sentido sem aquele sorriso.
Faz-te sentir que você não vivia, apenas existia, e em um engano trágico te chocou, te trouxe pra fora da realidade.
Mostra-se o extraordinário, a vida se reorienta no mais belo jardim enfeitado das mais belas flores de lapsos de memórias (ou quem sabe memórias a longo prazo) construídas nos instantes que se passaram juntos.
Do mais singelo toque até o mais áspero e rígido grito trata-se o amor, a dedicação e o cuidado. Cobra-se o melhor do outro, mesmo que o outro não o veja.
Onde a companhia é formidável, o abrigo acolhe e a casa torna.
Gastar é apenas tudo o que se quer, desperdiçar horas e horas olhando aquele ser respirar, imóvel, quieto.
Até os mais belos jardins passam por turbulentas transformações, se reerguendo novas flores, timidamente enraíza-se vinculando toda a vida naquela terra, finca-se e cria ramos, floresce e fica, tranquila, calma, esperando o próximo amor que há de vir, para arrancar lhe da terra e enraizar-se nos cabelos de outra.
As coisas vão acontecer e sempre estarão acontecendo.
Cabe então ao amor escolher onde ficar, onde permanecer.
E deixar o tempo passar.
Com amor,
Seu amor.
VIELAS DA VIDA.
Márcio Souza.
Numa viela estreita e semi-escura,
Era só penumbra quase escuridão,
Surgiam no silêncio fúnebre da rua,
Sensações de tédio, incertezas e frustração.
Talvez sejam medos do passado,
Refletindo agora no presente,
Em angústia e quase desesperado,
Despertando fatos trazidos no inconsciente .
E a viela que a mente atropela,
Sem sentimento certo ou qualquer razão,
De um suposto sonho que não se revela,
Que foi apenas sonho ou imaginação.
E no momento em que despertamos para a vida,
E que na vida acordamos para o mundo ,
Transformamos as vielas em avenidas,
E os nossos sonhos se revelam verdadeiros e profundos .
E ao tomarmos nossa firme decisão,
Desfazemos os medos e as incertezas,
Enxergamos a vida com mais amor e razão,
E as vielas d'antes incertas, hoje são belezas,
Que trazemos na alma e no coração!
Márcio Souza
(Direitos autorais reservados)
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