Nação
Uma nação quando transforma as escolas em fábricas de analfabetos, hospitais em talhos de assassinatos, as forças de defesa e segurança em esquadrões de mortes para defender os interesses dos seus dirigentes e transforma jovens em mendigos, ladrões e psicopatas. Fica claro que está nação precisa de forte restauração do seu sistema político. Furucuto, 2024
Seja centro, direita, esquerda, eu continuo Preto quilombeiro. Numa nação sem projetos, partido nenhum me representa.
Piedade para a nação cujos homens são ovelhas
e cujos pastores são guias ruins.
Piedade para a nação cujos líderes são mentirosos
cujos sábios são silenciados.
Piedade para a nação que não levanta a sua voz
exceto para louvar os conquistadores
E aclamar os prepotentes como heróis
e que aspira a comandar o mundo
com a força e a tortura.
Piedade para a nação que não conhece
nenhuma outra língua se não a sua própria
nenhuma outra cultura a não ser a sua própria.
Piedade para a nação cujo fôlego é dinheiro
e que dorme o sono daqueles
com a barriga muito cheia.
Piedade para a nação - óh, piedade para os homens
que permitem que os próprios direitos sejam corroídos
e suas próprias liberdades levadas embora.
Minha Pátria, lágrimas de ti
doce terra de liberdade!
< "Piedade para a nação" foi escrita por Lawrence Ferlinghetti, na ocasião do cinquentenário da publicação de " On The Road " de Jack Kerouac, manifesto da Beat Generation, inspirando-se nos versos do poeta libanês Kahlil Gibran (..). Os versos que tanto comovem, não foram escritos por Pier Paolo Pasolini mas por Lawrence Ferlinghetti e extraordinariamente valorizados por Pasolini." >
<Traduzida por mim >
Uma Nação é formada pelo seu povo, cada cidadão é como se fosse uma engrenagem, que movimenta essa máquina chamada Nação.
Tem engrenagens bem pequenas, um pouco maiores, outras bem maiores e outras bem grandes.
O Presidente desta Nação tem que lubrificar muito bem todas as engrenagens dessa máquina chamada Nação.
Caso lubrificar apenas algumas destas engrenagens, a máquina vai travar e conseqüentemente QUEBRAR!
Um Governante tem que Governar para todos e não só para um grupo em particular de pessoas!!!!!
Com passos firmes, a fé no coração, levando a palavra, em toda nação.
Em terras distantes plantando a semente, de amor e esperança, uma luz que se acende.
O Rei dos reis governa em amor,
e toda nação verá Seu esplendor.
Seu trono é eterno, Sua glória não finda,
e a Noiva reinará com Ele... por toda vida!
Discurso em nação livre tem erros e acertos, do tamanho que toda democracia livre e desempecida é capaz de suportar. Através dela, o poder que emana do povo se solidifica mais e mais…
Uma nação que em um longo processo no passado, conseguiu conquistar uma democracia na sua maior plenitude e, utilizando dela elege o atual presidente que apregoa que “DEMOCRACIA É RELATIVA”. Qual a expectativa dos verdadeiros democratas? Lembrando que, muitos políticos utilizam dela para impor um sistema ditatorial.
Ficar atento faz bem!
Uma nação que tem uma liderança política que furta/rouba; oprime o seu próprio povo e destrói os fundamentos da prosperidade produzindo uma sociedade distópica, onde o “filho chora e a mãe não sabe”.
E o que podemos
pressupor de uma justiça que abdicou de sua natural serventia
à nação; e se transformar num
temerário criadouro de atrocidades?
No Brasil de hoje o ser cívico sobrevive na nação, junto ao povo e se afasta cada vez mais do ser politico e demagogo.
Vivo para uma nação prospera e liberta. Todos que se atem em irritar o outro por que se acham melhores, são doentes.
Somos verdes, amarelos, azuis e brancos. Na nossa bandeira brasileira pois na nação, somos de todas as cores lutando por liberdade.
Em qualquer nação civilizada democrática e inclusiva, no Brasil, teríamos um Ministério do Índio, e o pagamento compulsório de royalty pela ocupação das terras, destruição da fauna silvestre e dos rios, os pagamentos que seriam destinados aos resgate das culturas indígenas e melhores condições de sobrevivência assim como melhor registros para novas gerações... e não um processo demagógico governamental onde continuam serem explorados, doutrinados a uma civilidade burra, desrespeitosa a troco de migalhas politicas.
