Nação
Uma Nação não cria por si só grandes políticos, mas, grandes polticos tornam e transformam grandes NAÇÕES.
Quando a juventude de uma Nação não significa progresso, esta Nação se relega ao fracasso e a falência generalizada.
Um País que não conhece o desenvolvimento, não se pode qualificar como sendo uma Nação, pois, uma Nação é o sinônimo de união e capacidade que o povo deve conservar, para juntamente com os seus mandatários dinamizarem a economia do seu Estado e gerarem o bem-estar social e político da sua Pátria.
Quando a diplomacia não consegue alcançar resultados concretos que se reflitam na vida de uma Nação, então de nada serve fazer política de interação externa.
As guerras não destroem apenas infraestruturas, destroem igualmente sonhos de uma Nação que pretende atingir a prosperidade econômica, financeira e social.
A destituição de um chefe de Estado não significa mudança imediata do estado social de uma Nação, pois, este é apenas um expediente manobrista usado por alguns políticos amadores para de forma oportunista chegarem ao poder sem passarem pelo escrutínio do povo.
Para estabilizar a economia de uma Nação em crise não basta o esforço empreendido pelo seu líder é preciso que todos se engajem e melhorem a sua prestação laboral no sector em que actuam.
As políticas reactivas, nunca foram eficazes, nem capazes de resolver os problemas de uma Nação, pois, uma Nação que se quer próspera tem de ter e conceber políticas proactivas e exequíveis.
Quando uma NAÇÃO tem DEUS como fundamento da sua existência, mais tarde ou mais cedo, esta nação acaba por conhecer a prosperidade para o seu povo.
Quando um País se torna igual a uma pequena parcela de um território de qualquer nação, significa que os seus Governos deixaram de fazer sentido.
Uma nação cujo povo não sabe definir de per si a sua vocação, é apenas mais uma pequena parcela de terra no globo terrestre.
Sobre os traços nobres de personalidade dos filhos de uma Nação, estão escondidos os princípios mais valorosos dos seus ancestrais.
A chave do progresso de uma Nação, não está estandardizada, nem irraizada ao sector da justiça, está antes alicerçada ao sector da saúde e da educação; pois, sem saúde e sem educação, não há legislação que fundamente a existência de um povo.
As graves convocadas durante ou depois de uma Nação ter vivido e/ou observado o Estado de Emergência ou Calamidade, não têm fundamento, pois, para além do postulado pela lei, a que se apelar aos cidadãos que tenham o sentimento de Estado, elemento basilar que fundamenta a existência de uma Pátria Una e Indivisível.
Por mais que se busque maneiras de empregar todos os jovens desempregados de uma Nação, estes jovens só serão fundamento para o desenvolvimento do seu País, se admitirem o emprego com sentido de Estado, retirando da sua consciência a ganância, que os leva a CORRUPÇÃO.
Temos um compromisso com a sociedade e com a Nação, infelizmente, quando somos adultos já pertencemos apenas ao seio da nossa família, somos o reflexo de um Estado e tudo o nosso comportamento é deveras censurado pelo povo.
As dívidas contraídas pelos Estados junto do FMI, não satisfazem os anseios da Nação devedora, pois, ninguém se endivida com intenção de enriquecer o seu credor, nem mesmo o credor tem de exigir o devedor a gastar o dinheiro requerido com base na sua vontade.
O 11 de Novembro, marca o nascer de uma Nação livre e independente, por isso, os angolanos têm de viver este dia, com honra e glória e, escusar-se de sair à rua de forma desordeira para atentar contra um dos maiores ganhos que este País conseguiu em mais de quinhentos anos de colonização.
Os mártires da Nação, devem ser lembrados por todos, como faróis que nos guiaram para a descolonização.
