Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
Toda a vez que a escuridão noturna do desalento bater à sua porta, pense nas infinitas possibilidades de aprender coisas novas a cada amanhecer... Portanto, durma, sonhe e amanheça! Cultivar a sede de conhecimento faz da vida uma experiência mais interessante.
Olha eu aqui mais uma vez me perdendo nas lembranças dos seus beijos, do seu toque, do seu cheiro, da sua voz me dizendo, eu não quero mais sair daqui.
Pré-datado
“Anos atrás, quando eu mapeei mentalmente pela primeira vez o que significaria andar à frente, havia meia dúzia de arremessos em que eu pensava: Oh, isso é um movimento assustador e essa é uma sequência realmente assustadora, e aquela pequena laje e aquela travessia. Havia tantas pequenas seções onde eu pensava, mas nos anos seguintes, eu empurrei minha zona de conforto e a tornei cada vez maior até que esses objetivos que pareciam totalmente loucos acabariam caindo no reino do possível.”
Fazer aniversário é saber que só se nasce uma vez e que por isso a oportunidade de viver é única.
É contar o tempo que se viveu e o que deixou de viver e assim valorizar até os minutos.
... é brincar de crescer e tentar virar "gente". Rsrs
É sorrir sem ter motivo ou chorar pela mesma coisa.
Viver não tem preço!!!
Sei que ele é rico e influente. Mas ele não vai ganhar desta vez. Eu não vou deixar. Ele acha que as mulheres são descartáveis e que eu vou ceder. Não posso ceder.
Como muitas coisas na história, a História Científica também teve os seus começos pequenos, por vezes mesquinhos, as suas concessões ao poder, suas articulações a projetos de dominação, suas acomodações, ambiguidades, hesitações e recuos. Seja através do Positivismo ou do Historicismo, podemos vislumbrar o curioso paradoxo de que a ‘revolução historiográfica’ do século XIX não deixa de ter em seus inícios alguns aspectos bastante conservadores. Seu mundo contextual será o do assentamento da burguesia pós-revolucionária no poder, após os fracassos do projeto mais radical da Revolução Francesa e da derrocada definitiva da expansão napoleônica, sem mencionar o contexto decisivo da consolidação dos grandes estados nacionais que precisavam agora exercer um controle mais efetivo sobre a sua população, sobre o seu território e sua imagem.
O ambiente político e social que oferecerá uma confortável base de assentamento para o novo tipo de historiografia é aquele gerado pelo compromisso entre a burguesia industrial, as monarquias constitucionais e os setores aristocráticos que conseguiram se adaptar à nova sociedade industrial, de modo a conservar ao menos alguns privilégios. Além disso, de agora em diante já não será mais possível, à nova coligação de poderes políticos, ignorar os setores populares, ao menos como uma força social que precisa ser adequadamente manipulada e conduzida. Os sistemas disciplinares e as tecnologias de controle precisarão ser cada vez mais aperfeiçoados, de modo a atingir maior eficácia com mais sutileza. Mais do que nunca, o Poder precisa se assenhorear do Discurso. Éneste grande contexto que a nova historiografia encontrará seu especial momento de fecundidade, e as possibilidades de estender sua permanência para o futuro.
É claro que, ao lado destes começos pequenos e por vezes mesquinhos, a nova História Científica também surge em um momento histórico no qual começam a aflorar pequenas centelhas de esperanças partilhadas pelos mais diversos grupos sociais que haviam conseguido se fazer ouvir nos movimentos revolucionários iniciados na França e nos Estados Unidos da América, e que depois se expandem para o resto da Europa e para a América Latina. Vive-se também, neste momento, uma nova fase de confiança no Progresso da humanidade, tão bem expresso pelas novas descobertas científicas e invenções tecnológicas. A História Científica, se de um lado se liga à realidade política através de liames por vezes conservadores, é por outro lado um produto da segunda Modernidade europeia.
[texto extraído de 'Teoria da História, vol.2 - os primeiros paradigmas: Positivismo e Historicismo'. Petrópolis: Editora Vozes, p.12-13].
Raios de sol
Mais uma vez o meu despertador toca às 5:00 da manhã, uma das poucas coisas que me deixa melhor é ver o nascer do sol, os primeiros raios de sol me trás uma esperança de vida novamente. Me encontro sentado naquela velha cadeira de balanço, a madrugada ainda persiste e antes do céu se tornar laranja mil coisas ainda passam pela minha mente, e meus vícios já estão ao meu lado, meu café forte e o cigarro que já me acompanham a anos, e os rimeiros raios tão esperados não aparecem, já são quase 6:30, e ainda tenho fé de ver o sol nascendo e trazendo esperança para minha vida… mas nem tudo é como queremos o tempo nubla, o céu está cinza, não tem resquício do maldito sol que eu usava para iluminar minha vida e com sorte minha o meu dia, estou no quinto cigarro, meus pensamentos continuam obscuros e sinto que pode piorar, ainda me pergunto por que não desisti de tudo isso, por que não parei de me iludir com malditos pensamentos positivos, por que continuo pensando que o sol irá me trazer algum tipo de melhora, todos os dias são igual com ele ou sem ele, seja noite ou dia meus pensamentos continuam os mesmo… sempre os mesmo… sinceramente me sinto em um cemitério e todas as covas e túmulos são sonhos perdidos, e eu sou o maldito coveiro, enterrando todos os meus sonhos…
apago meu cigarro e volto a dormir….
.... A primeira vez que ele achou que Lua queria comê-lo foi em seu próprio enterro. Não no seu enterro definitivo. É que, no meio do choro da viúva, em pleno velório, ele – o defunto – acordou de mais um dos seus ataques catalépticos. Adiou a morte, portanto. Não é preciso dizer que foi um Deus nos acuda! O morto voltava ao mundo dos vivos! Depois um doutor de gaveta declarou, para a rádio local, que um ataque cataléptico não era coisa assim tão rara. Podia ser novidade lá – pr’aquela “gentinha de interior”... – De qualquer maneira, o “Seu Dino” ficou conhecido no lugarejo. Não é sempre que se tem notícia de um ataque daqueles, cata-o-quê, mesmo? Enfim! Não é todo dia que um vizinho nosso, da mesma cidadezinha no interior, morre e depois volta à vida
[trecho inicial do conto 'Chiclete de Lua', publicado pela revista Desenredos, Ano III, nº10, 2011]
http://desenredos.com.br/10prs_dassuncao_295.html
Eu estou me odiando a cada dia que passa me sinto cada vez mas na escuridão...
As vezes palavras doem mas do que dor física.....
Está cada vez mais perto é o mesmo que se distanciar.
No processo é perdido Há: Paz, orgulho, sonho e realidade!
Mais por que a realidade?
Por que sonhamos mais com o futuro e esquecemos do presente … criando muitas expectativas, e o caminho muda a cada instante … E se culpar, vem naturalmente!
É notório como as pessoas pensam tanto em coisas matérias em bens palpáveis e se esquecem do intangível !
Por que estão preocupados de mais com conquistas de coisas rasas e pensamentos subjetivos!
“Uma vez a felicidade bateu em minha porta e eu não estava em casa. Quando cheguei, notei rastros dela e me senti arrasada e abatida... Pensei que ela nunca mais voltaria. Mas, ela resolveu voltar e eu me pergunto: será que ela sentiu pena de uma jovem triste que só queria ter chegado há tempo e ser feliz novamente? Quando ela voltou, eu estava dormindo e acordei, acordei em um pulo e corri até a porta olhei pelo olho mágico e nada! Estava parecendo crianças custosas que batiam e saiam correndo. Um dia a felicidade bateu em minha porta, mas dessa vez bateu tão forte que eu pensei que ela iria quebrar aquela porta e entrar de uma vez só! Sem limpar os pés no tapetinho, ela entrou, fazendo a maior bagunça. Eu gritei com ela, como uma mãe irritada quando os filhos aprontam, mas eu gritei implorando para ela não ir... E ela se foi.”
A SEREIA
Certa vez eu fui à praia,
e, num gesto muito insano,
fui até a profundeza,
bem no fundo do oceano.
Vi arraia e tubarão,
mas morri do coração,
ao ver algo não humano.
A sereia era peixe,
mas somente na metade.
Outra parte era mulher,
parecia divindade.
O seu canto enfeitiçou,
e agora eu estou
no mar pela eternidade.
Existem pessoas que preferem ver você sair da sua vida; em vez de reconhecer que precisa melhorar e ser verdadeira. Sei que não se pode forçar ninguém a mudar, mas entendo que podemos escolher uma nova etapa em nossa vidas, abrindo mão do que não tem nada a nos acrescentar, parar de insistir e seguir em frente.
Ricardo Baeta
A primeira vez que olhei nos teus olhos...
Foram dias assim depois que morri...
Esperei rever os dias que passei...
Mesmo assim me sinto muito bem...
Nas cortinas fechadas lágrimas que nunca esqueci...
A primeira vez que olhei para profundo da sua alma...
Tão simples ao longe dos meus sonhos....
Abri meus braços para destino sem fim...
Sendo translúcida as luzes que iluminam sua vida...
Os espaços entre as paredes são sentimentos que nunca conheceu...
Assim de bom agrado me despedi no último sussuros de ventos que amei...
Nós espaços profundos desta vida mais uma semana que deixei as flores morrem...
E o por do sol me dá angústia por ainda amar,
Sendo os orvalhos vindos das brumas ainda amarga dor vou sentir...
Num instante tão distante... Ainda a senti...
Num vulto aparece ser os olhos que tanto amei... Nas sombras do sentimentos abraços e beijos sob o luar.
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