Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
Psiuu! Aprende de uma vez: Mágoas são águas passadas, deixa o rio da vida fluir e ir o que tiver que ir. Simples assim!
Meu primeiro blog o nome saiu errado era pra ser Ğäßý Šäķämäķı então se sair errado outra vez eu vou botar outro aviso e só mais uma coisa Continuo Anjo Negro?
Ser professor no Brasil é como da aula no inferno. Jovens cada vez mais idiotas e escolas cada vez piores. Brasil um país sem educação e sem futuro.
Volte no tempo de vez enquando!
Não para se achar cafona ou ultrapassado (a), mas valorizar o que realmente faz sentido na vida.
Porque quando as cartas eram entregue pelo correio, a saudade falava mais alto.
As letras tinham até poder de expressão, quem lia, sentia a emoção de ter a notícia que tanto esperava.
Depois, surgiu o telefone, que em curto praso muita gente amenizava sua saudade, e nem se media a emoção de ouvir a voz tão esperada, sorrisos não se escondiam nos rostos repletos de felicidade. Ouvir alguém pelo telefone que estava distante, era um presente que não se estipulava valor. Os orelhões das ruas sofriam com filas que não tinham mais tamanho, varias pessoas querendo fazer uma ligação, todas no mesmo momento, e o pior não era nem isso, quem estava na fila, ouvia a conversa de quem estava ao telefone. Muito chato não? Com tudo isso ninguém se emportava com as pessoas que estava próximo do famoso orelhão.
Realmente, era bom de mais quando os amigos e parentes, reservava um pouco de seu tempo para falar com todos que o amava.
Depois de tantas ligações, os e-mails se distacaram pra quem sabia usar, da aí as cartas já não tinha tanto valor como antes, tudo era mais rápido, as pessoas deixou de esperar tanto por cartas que demorava dias, meses, ou até mais para chegar ao destinatário, tudo comersou a ser de forma simples e não demorado como antes, depois disto, apareceu os chats, foi todo perfeito, era tanta gente teclando ao mesmo tempo, nem dava pra entender tanta coversa, com isso, construir amizades nunca foi tão fácil quanto manter as que fora conquistada ao longo de tanto tempo de convivência. Só que na verdade, conversar com pessoas que nunca vimos, acabou preechendo um espaço que poderia ser com uma pessoa conhecida que não se via a dias, meses ou ano. E não para por aqui não, os chats se tornou algo chato, a moda agora é os apps, com os aplicativos que faz chamadas de voz videos e muito mais, com isso foi tirado a aproximação que as pessoas tinham quando passavam oras no telefone, hoje tudo se resolve com app, ninguém pensa mais em primeiro plano fazer uma ligação, hoje é raro alguém ficar só com uma pessoa em um bate papo, e na maioria das conversas, não é teclando mais, agora as imagens e vídeos tomaram conta da vida de muita gente, e as palavras, boas conversas, oras no telefone, estão ficando ultrapassados, e quem segue este ritimo, são aqueles que valoriza uma boa amizade, que gosta de está próximo das pessoas, e nunca irá deixar a tecnologia interferir em seus relacionamentos.
Vale apena escrever oras e mais oras com alguém que gostamos, e pra ficar melhor ainda, uma ligação sempre vai ajudar manter bons relacionamentos, e chamadas de videos, vai fazer mesmo distante, pessoas queridas fiquem tão perto de nós.
Não perca uma verdadeira amizade.
Me sinto feliz, por conseguir tratar
Você com muito carinho como se fosse a última vez que eu estivesse a vendo.
Me sinto triste, por saber que ao se despedir sentirei saudades, e muita das vezes, serei esquecido...
Lai a procura de Agustina Bessa-Luís
Já tinha escrito uma vez como conheci Agustina. Foi no museu da Língua portuguesa. Foi em um sábado, eu e as moscas. Nunca vou em exposição, a única exposição que frequento com prazer, sem tédio, tipo: me tirem daqui! É das flores, das gaivotas, dos patos, das gramas e do mar... Foi um amigo que tive aqui no facebook que um dia me perguntou: Terá uma exposição da Agustina Bessa no museu da língua portuguesa ai em SP, você vai? Sabedor que era do meu fascínio por essa mulher, fez por bem me avisar. É claro que fui. O que me deixou furiosa não foi ter sido eu a única visitante naquele dia e não duvido nada que em todos os outros dias também. O que me incomodou foi não ter nenhum livro dela ali exposto ou alguém contando a sua história. Só havia fotos dela e nada mais. Olha, sei que vocês devem estar desconfiados, mas tempo depois aquilo lá pegou fogo e juro que não tenho nada com isso.
Ai um dia me deu na telha: vou para o Porto. Porque o Porto e não Lisboa? Por causa do vinho. Todo mundo na minha vizinhança fala desse vinho e eu pensava com meus botões: que raios tem esse vinho que os outros não tem? E também queria só de raiva conhecer Agustina Bessa e dizer a ela onde já se viu uma exposição daquelas. Pedi para um amigo bem informado que mora no facebook, um advogado de nome... melhor esquecer o nome, se ele saberia dizer onde morava a Agustina. Respondeu que iria confirmar e depois de me fazer esperar uma semana e alguns dias, passou o endereço e eu anotei. Para quem não sabe o esposo da Agustina é advogado e foi encontrado por ela nos classificados. Sorte grande teve o estudante de direito Alberto Luís ao responder o anúncio. Não sei por que digo isso, talvez pelo mesmo motivo que a malta portuguesa tem de dizer séculos depois que o pobre do Camilo esteve preso na cadeia da relação por adultério.
Um belo dia entrei naquele avião sem medo e sem asas e atravessei o oceano. Somente vim a descobrir a grandiosidade e a delicia que é esse oceano Atlântico na Vila do Conde, quando em uma bela manhã calma e ensolarada eu vi com esses olhos que a terra não há de comer a nau (uma miniatura tamanho gigante) de Cabral e meus olhos se encheram de lágrimas diante de tanta coragem daquele homem teimoso como uma mula.
Hoje quando penso nisso meu coração ainda pula. Por causa de Cabral? Não mais, agora é por causa de mim mesma.
E aqui, fiquei saracoteando por ai. Conheci Camilo Castelo Branco, sua última morada e fiquei estarrecida com seu paradeiro. Os dias passando... Até aquela tarde em que eu caminhava feliz como uma noviça pela Rua Campo Alegre, e então a surpresa. Foi como se alguém tivesse segurado meu pescoço e dito: Olha! E fiquei assim tipo estatua olhando para aquela placa com o nome de uma rua. Sabe quando você vê algo que queria e não esperava, fiquei ali olhando, dando voltas sobre ela, parecendo um altar de adoração. Como fiz para chegar até a casa contei isso no verão passado.
E contei também da moça que estava no andar de baixo e eu olhei... E a chamei e ela veio e me mandou ir ate o portão de entrada e eu fui... A empregada atendeu. Empregadas são treinadas para serem muralhas... Mas eu pedi a ela e ela disse que iria levar meu livro para ser autografado. Não era isso que eu queria. Mas entre isso ou o nada. Preferi isso. Foi e quase não voltava mais. É que o Dr. Alberto Luís deve ter levado longo tempo lendo a crônica da Agustina no livro de vários autores que eu tinha. Ou estava ocupado sei lá, não me disseram... Sei que ela voltou com seu passo apressado, não sei o que deixa essas mulheres assim tão pesadas. Entregou-me o livro que carregava nas mãos como se fosse um empecilho dos seus afazeres e fechou o portão. Ali estava a dedicatória... Não era isso...Não era isso sua mula. Quem era mula? Eu ou ela? Não sei quanto tempo fiquei ali parada na porta de ferro verde. Minha mão batia no nada e eu dizia: Não é isso, não é isso... volta aqui!
Tentei encontrar um buraco de ferrugem onde eu pudesse olhar...
Dei uns passos atrás e sentei em um resto de muro. Ah, foi tão triste. Queria tanto dizer, queria tanto que sentissem o tamanho da minha tristeza naquele dia. Se soubessem viriam aqui e derrubariam todas as portas, abririam todas as trancas... Teria que fazer algo não podia ficar ali parada.
Dei umas voltas pelos restos do que foi um dia uma aldeia e hoje esta cortado por uma rodovia dupla e rodopiei como se estivesse caindo em um labirinto.
Toquei com os olhos e com as mãos cada pedaço daquela quinta. Olhei através das janelas e encontrei as nuvens e o céu azul, tão lindo.
Fechei os olhos e imaginei como era a vida daquela mulher quando ali existia esperança e vida.
Lai em a vida como ela é os poetas da sua vida
Tentei mais uma vez, terminei com os mesmos resultados. Triste, eu destrui a máquina do tempo que construi, ela era imprestável. Só viajava para segundas-feiras.
Umas vez me perguntaram
você é ateu ou não... ?
eu respondo:
o dia que a ciência explicar quando começou a existência
ou os religiosos explicaram em que ponto começou a existir Deus
prefiro ficar no meio termo!
De vez em quando você vem, pra se apossar dos meus pensamentos, mudar meus planos e invadir meus sonhos.
Na tua ausência, sua constante presença me atormenta e a vontade de te ver, e estar com você, só aumenta.
E vivo a me perguntar quando iremos nos encontrar, e esse encontro como será... 'Será'?!
- Marcelly Pascoal
Não é a primeira vez que fico assim,
Calado, ausente, fechado e sumido
Apenas quando fazes isso por mim
Que esse evento torna-se assíduo.
SÓ MAIS ESSA NOITE
Essa noite está difícil sem você
Outra vez olho para o lado... e nada
Não estás aqui, não lhe sinto mais
Está frio, cadê você para aquecer-me?
Tenho sonhos ruins...
Ao acordar não terei você
Tenho pesadelos que confortam...
Pelo menos estás nele.
Quero alcançar sua mão
O mundo está cinzento sem ti
Os cânticos silenciaram-se
Seu perfume extinguiu
Tenho que te alcançar
Por onde andas agora?
Sem você não vale a pena continuar
Deite comigo essa noite...
Uma vez que seja, esqueça esta pressa de viver. Em vez de sair correndo pela vida, vá passeando e curtindo cada momento. Sinta o cheiro da flor, aprenda a conhecer as frutas pelo sabor e os meses do ano pela cor. Escute e voz de quem canta, ouça a letra que te encanta e aprenda a melodia da música que te deixou feliz e teus sonhos embalou. Coma pipoca quente mas se ela esfriar experimente com café com leite, experimente doce, invente, mas não diga que não gosta do que não experimentou. Passeia pela vida mas se quiser mesmo correr, que seja na direção do amor este sentimento que para cada um é diferente, tem uma cor, tem um sabor.
Mais uma vez eu preciso te dizer que não dá pra esconder o que sinto por você. Eu vou em frente, vou seguir meu coração vem e pega minha mão, eu só quero amar você.
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