Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
TORNAR
Agigantado cerrado, quão alterado
te vejo e vi, e ainda assim, resiste
te vejo a ti, em um suspirar triste
e tu no rogo suplicante e calado
A ti foi-te na quentura devastado
teu chão sugado, no penhor caíste
a mim o olhar aflito em que consiste
os teus dias, sufocado e tão mirrado
Já que somos no azar participantes
sejamo-los na mansidão, na espera
do suave, e tuas relvas verdejantes
Que venha a revirada da atmosfera
aí, tu será a ser quem eras dantes
e eu, quiçá serei quem dantes era.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
10/10/2020, 19’53” – Triângulo Mineiro
paráfrase Francisco Rodrigues Lobo
"O dever de todo homem deve fluir como um sentimento de missão e não como tabelas que precisam serem cumpridas para se livrar do peso provocado pela falta de essência e capacidade"
Amor um bicho indecifrável, quando se pensa que entendeu é aí que ele prova o contrário.
Amor recíproco, platônico, de mãe para filho, esposa para marido, irmão para irmão… e por aí vão os amores, ainda há alguém que tenta descobrir o sentindo, mas será que é para compreender?
Amor é parecido com paixão, mas paixão é algo passageiro, igual à primavera, que traz os brotos dos seus frutos, que florar ou se morrer de vez com o tempo, não é todos que flora, mas aqueles que flora, isso é incrível. Pois, ao seu lado tem uma pessoa incrível, quando duas pessoas estão dispostas a se amar, elas lutam até darem certo. Porem alguns relacionamentos, duram anos e mesmo assim parecem que não se completa, um casal e parecido como jogo de quebra cabeça que encaixam perfeitamente, até mesmo no quebra cabeça existe peças a qual se encaixa, mas ali não é seu lugar. No amor tem disso, pessoas unidas, casadas, 30 anos juntos, mas não é ali seu lugar, deixou de encontrar-se por medo da discriminação social, porque não se pode terminar um casamento de 30? Por causa de uma vida que tem junto? Isso! Muitas pessoas se prendem a outras, por medo do que o meio em que estão inseridas ira dizer. Me parece um filme a qual o protagonista deixa que figurantes decidem o rumo da história, e sem perceber já está presa em um labirinto a qual não se pode mais sair, e nem se quer sabe o rumo do caminho, esquece que antes era como um leão selvagem que lutava pelo seu próprio território, deixando que o momento tranque a sua liberdade em uma gaiola.
Sucesso não é você ter um carrão, mansão, títulos, sucesso, é você envelhecer e ser alguém admirável, querido, sábio, respeitado, com paz e alegria no viver.
Antiopiniõesalheias
Eu me tornei uma incógnita
Pros outros é como se eu fosse um pedacinho de luz misteriosa na escuridão
Mas que não se sabe de onde provém
Tornei-me um porto seguro de mim mesma
Enseada calada em noite de maré turbulenta
De mim não se espera nada
E quando sai algo, isso há de muito surpreender
Porque me tornei o que eu mais temi
Mas hoje vejo que temi só por desconhecer
Ouço meus pensamentos com mais naturalidade
Enfim não tenho de suportar atenções inconvenientes mais
Sou meu sentido único e direto sem olhar pros lados, sem ver nenhum cruzamento infeliz
Quem quis sair, a porta estava aberta
Pela mesma porta entra quem quiser contemplar minha escuridão
Mas pra mim, importa mesmo é quem permanece
Quem é em si mesmo uma lanterna
E não achou em meu ser escuro uma torpe decepção!
Portugal I
Oh Portugal! Portugal!...
Eu canto-te um cântico,
Tu pátria, terra sem igual.
Terra, irmã do Atlântico.
És linda, nessa história do mar,
Ao qual, deste teu amar.
Os peixes te beijam.
As águas te acariciam.
Ventos te dão alvura,
Para caminhares, tão pura,
Nessa tua temporal história.
Até que alcances a eterna glória.
De poetas és mãe!
Eles te exaltaram,
Nos cânticos, que a teus filhos deixaram.
Sim tu oh terra de Camões...
E por outros, és cantada também:
D. Dinís, o trovador,
Te deu, louvor...
Nos cânticos, de amor, amigo, mal e bem...
Esse Lopes Fernão,
Nos conta, como venceste
Com Avis João...
Esse, que foi de Lisboa, mestre.
Com Barcas Autos, te aperfeiçoou,
Esse Gil, que ao teatro, fundou.
Bernardim, de teu sofrimento, falou.
Como o dessa «Menina e Moça» que pelo rouxinol, chorou.
Também, outros te louvaram
E o bem te ensinaram:
Damião de Góis, te escreveu.
Garcia Resende, força te deu...
Vieira Padre, nesse poder continuou...
E a teus peixes, salvou.
Tantos te amaram,
Teus feitos contaram...
Tu oh Nova Lusitania!
E filha de Espanha.
Sim tu mãe de amor!
De grande resplendor!...
Um amigo se queixava de reviver um mal mentalmente, inúmeras vezes!
Cenas mentais rodavam no formato de filme de forma associada, com uma velocidade padrão, com um determinado nível de cores, e tamanho grande na tela mental.
Haviam diálogos em uma determinada altura de volume e tudo isso resultava em sensações que o estavam deixando chateado.
Então, o seu amigo ao perceber de que se tratava de uma programação mental, perguntou: como ficaria tudo isso se você fosse apertar no botão PAUSE, do seu controle remoto universal imaginário?
E se tivesse um botão que deixasse a tela mental incolor, como seria?
O primeiro respondeu: os efeitos da representação diminuíram.
Então, o segundo ainda perguntou: quais outros recursos há no seu controle remoto universal imaginário, por exemplo?
O primeiro respondeu: para mim, mudar o conteúdo do diálogo interno tem muito impacto. Se eu coloco chiados ou ruídos em falas desagradáveis, também consigo mudar rapidamente meu estado emocional.
Logo, o segundo lhe coloca ainda: lembre-se de apertar aquele botão onde o seu herói do tempo de infância lhe PERGUNTA: o que você está disposto a fazer ainda hoje, pelo seu futuro melhor? ( Arcélio Alberto Preissler )
O Poder das Palavras
Um orador fala do poder do pensamento positivo e das palavras.
Um participante levanta a mão e diz:
"Não é porque eu vou dizer felicidade, felicidade, felicidade! que me irei sentir melhor e não é porque eu vou dizer desgraça, desgraça, desgraça! que me irei sentir menos bem: não são mais que palavras. As palavras são isso mesmo, sem poder..."
O orador responde:
"Cale-se, seu idiota, é incapaz de compreender o que quer que seja!"
O participante está paralisado, ele muda de cor e prepara-se para replicar agressivamente: "Você, espécie de..."
O orador levanta a mão: "Peço que me desculpe. Eu não quero magoar. Peço que aceite as minhas sinceras desculpas."
O participante acalma-se.
Os outros participantes murmuram e há agitação na sala.
O orador intervém:
"Têm a resposta à questão que puseram: algumas palavras desencadeiam dentro de vocês raiva e cólera. Outras acalmam. Compreendem melhor o poder das palavras?"
Autor desconhecido
Se nós encarássemos a Morte como um
Pôr do Sol, aplaudiríamos todos aqueles que encerraram seus Ciclos conosco.
O cavalo perdido
Uma história de Milton Erickson sobre a relação consciente-inconsciente:
Um dia, depois de Milton ter regressado da escola, um cavalo perdido, com rédeas e tudo, entrou pelo terreno. Suado, à procura de água. Ninguém conhecia aquele cavalo e os camponeses conheciam muito bem as redondezas.
Milton dominou-o, saltou para cima do cavalo e, desde logo, tinha uma certeza absoluta…
Levou-o para a estrada. E o cavalo começou a galopar numa certa direção. Milton Erickson, estava absolutamente seguro de si. De vez em quando, o cavalo desviava a atenção do caminho e começava a divagar lentamente por uma ou outra propriedade. Milton Erickson fazia-o voltar ao caminho. Uns seis quilómetros mais longe o cavalo entrou decidido numa propriedade. O camponês correu para o cavalo, e entusiasmado disse: – Ah, estás de volta!
E perguntou a Milton onde tinha encontrado o cavalo e como é que soube o caminho. Milton respondeu que o cavalo é que sabia o caminho, a única coisa que fez foi manter a atenção do cavalo no caminho.
Um ser educado de fato (autônomo intelectualmente) é aquele que tem desenvolvidas em si as consciências críticas de si e de mundo, sendo capaz de construir a sua própria personalidade ou identidade, já que ELE está por construir-se; já que não se nasce ético ou moral, mas aprende-se a sê-los, seja de maneira heterônoma (autômata) ou autônoma (emancipada).
Caso tenha jeito, use uma vírgula...
Caso não tenha muito jeito, mas vale a pena tentar, use um ponto e vírgula...
Caso não tenha jeito de fato, use um ponto final...
E no caso do ponto final, pule a linha e escreva um novo parágrafo.
Borboletas azuis sãos o renascimento o reflorescimento e a crença que a vida é um eterno nascer e morrer. O destino, a decisão em nossas mãos. Amo as borboletas azuis 🦋🦋🦋🦋
Se contar até dez, respirar fundo e dar um tempo não foram suficientes, lamento, mas nada mais a fazer.
Aquele tipo de amizade que só lhe procura quando o martelo da culpa crava um prego consciência, nunca foi amizade. Se afaste!
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