Música

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A arte e a música brasileira produzidas a partir da década de 1980, especialmente o rock e o metal, carregavam consigo marcas profundas da resistência e da indignação contra os anos de repressão impostos pela ditadura. A fúria presente nas letras, nos instrumentos e nas atitudes não era apenas estética: representava a necessidade de uma geração de recuperar a liberdade de expressão e confrontar uma sociedade que havia sido silenciada.
O rock e o metal tornaram-se, portanto, manifestações de inconformismo social e político. Eram vozes que transformavam revolta em arte, questionando autoridades, costumes e estruturas sociais. Mais do que simples entretenimento, aquela produção artística refletia o desejo coletivo de romper com o medo e recuperar o direito de pensar, criticar e existir livremente.


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A caixa de música da boneca de porcelana quebrada.




Existe uma coreografia exaustiva que aprendi a seguir: curvar os lábios em um sorriso perfeito como se a vida fosse apenas um cenário de filme onde tudo da certo sempre. É um ensaio diário onde a regra principal é dizer 'sim'. Eu digo sim para as demandas, sim para os papéis que esperam que eu interprete, enquanto, sob a superfície, meu corpo inteiro grita um 'não' desesperado.


Eu me afogo em um oceano chamado expectativa. É uma maré que sobe silenciosa, mas implacável. O 'estou bem' tornou-se a minha rotina, uma resposta automática que esvaziou de significado, enquanto a sensação de estar de fato bem virou uma memória longínqua, quase um sonho de outra pessoa.


Vou aceitando o peso de cada cobrança, uma camada sobre a outra, engolindo em seco o que deveria ser dito, o que deveria ser gritado. Mas o mar não respeita o silêncio. Ele sobe, ele pressiona, ele invade. E quando o fôlego acaba, o que eu guardei transborda, não em palavras, mas em lágrimas que carregam tudo o que me sufocou por dentro.


Contudo, a tempestade é breve, e a engrenagem é implacável. O choro é apenas uma pausa técnica antes que o mecanismo interno volte a girar. Com um suspiro que ninguém ouve, limpo o rosto, ajusto a postura e sinto a chave girar nas minhas costas mais uma vez.


O sorriso volta a se curvar, milimetricamente ensaiado. A música começa a tocar — aquela melodia doce, repetitiva e mecânica que todos esperam ouvir. Eu volto para o centro da caixa, pronta para a próxima rotação, dançando com a leveza de quem não tem escolha, enquanto, lá no fundo, a boneca de porcelana apenas observa, imóvel e partida, o mundo que continua a girar sem ela.

Os meus tempos livres são repletos de sentimentos. Gosto de misturar poesia, música e filmes de terror, como se cada um deles revelasse uma parte diferente de mim.
No entanto, compreendi que o que verdadeiramente me assusta não são os filmes de terror, nem a complexidade da poesia, tampouco aquilo que a música deixa por dizer. O que realmente me inquieta são os meus próprios sentimentos, esses que, por mais que eu tente compreender, ainda não consigo controlar.
Talvez o maior terror não esteja na ficção, mas dentro de nós. Talvez os versos mais difíceis sejam aqueles que o coração escreve em silêncio, e a música mais profunda seja justamente a que nunca encontra voz.

Para ter uma mente saudável,
dispense amizades ruins,
músicas indecentes,
palavras negativas
e coloque DEUS na sua frente!

Se eu fosse música.
seria tango
compositor,
seria chico,
sentimento,
seria amor

Se fosse cor,
seria preta,
fosse bicho,
borboleta,
seu eu fosse,
não voltava,
virava doce,
te lambuzava

Se eu fosse boca,
na tua
seria corpo,
no teu
seria rosto sem véu
fosse o que fosse,
serias meu.

(Lfosse o que fosse)

Da arte, da poesia e da música


Bálsamos para o ser,
virtudes em harmonia
a ungir a vida tão efêmera,
nos alicerces profundos do âmago.


Ou...
Bálsamos rasgando o ser,
virtudes em combustão harmônica
contra a aspereza do mundo.


Sustentam a vida,
breve, frágil e exposta,
quando tudo range e ameaça ruir,
fincadas no âmago
como estacas de salvação
no chão instável da existência.
✍©️@MiriamDaCosta

Jair Mello Rodrigues de Oliveira, conhecido como Jairzinho estudou música nos Estados Unidos durante cinco anos.
Quando voltou para o Brasil deu uma entrevista numa rádio, o entrevistador perguntou: Jairzinho, qual a diferença dos EUA com o Brasil?
Ele respondeu: As diferenças são inúmeras, mas vou citar só uma, lá na rua onde eu morei se um morador deixasse as fezes do seu cachorro na rua, a rua inteira vinha na frente da sua casa protestar, já aqui no Brasil se isso acontecesse e você fosse reclamar, a rua toda viria na sua casa e poderia até ser depredada!!!

A melodia virou o único espelho onde consigo olhar para dentro sem desviar o rosto, encontrando no som o eco exato de um silêncio que aprendi a habitar.
Enquanto o mundo ao redor exige respostas e pressa, o silêncio das notas musicais é o único lugar onde o meu caos tem permissão para existir sem precisar ser consertado.
_ Enzo Ruchell_

Músicas que se dizem góspel,
fogem totalmente da bíblia,
mas uma música aumenta a esperança,
um peixe ou uma criança,
do cantor Amado Batista...
A mensagem dessa canção vai direto na alma,
honrando a DEUS e a sua verdadeira Palavra!

Música - É nóis na pista


Chama!
Nós que comanda
Nós que banca
De Coribe a Cocos
Tomando whisky com água de coco
Os correria
Do Oeste da Bahia


I ae Santa Maria
Chama a mulherada
Chama a rapaziada
Tocar o terror
Bagulho apenas começou
Entra no clima moleque
Muito rap
Muita bebida
É nóis na pista

Escutaremos
Um bom cérebro encontra sempre a música adequada ao seu estado de espírito...
só é necessário tempo

VENTO, HÁLITO DO INFINITO.


Vento sutil, que em lúcida alvorada,desces do azul em musical cicio,trazendo à gleba, em doce eflúvio, o frioda madrugada em luz acariciada.


És peregrino da amplidão sagrada,invisível arauto do estelífero vazio;percorres o universo, em vasto estio,qual prece errante à esfera iluminada.


Nas tuas asas, trêmulas de encanto,viaja o murmúrio do celeste cantoque embala a criação em harmonia;


e quando beijas a campina agreste,pareces transportar do reino celestea voz eterna da Sabedoria.

Música: Avó, o seu afeto vive em meu coração.


Verso 1
Nos teus olhos vejo a história que o tempo escreveu,
Um abraço seguro que nunca me perdeu.


​Refrão
Sua voz é o caminho, seu amor é a lição,
Avó, o seu afeto vive em meu coração.


​Verso 2
O café na mesa e as histórias do passado,
O melhor lugar do mundo é aqui do seu lado.

Música é arte, e a história política não cria arte.
Pode usá-la, mas não a cria.
Na minha opinião, o artista que grita política, grita por socorro.

Boa noite, Amigos !

A natureza é uma linda melodia para aqueles que sabem ouvir.

O destino escreve com notas trêmulas, cada escolha é um
acorde, e cada erro uma melodia
que nunca deixa de ecoar.

⁠‎A MÚSICA RELAXANTE CURA O CORAÇÃO DANIFICADO PELA ANSIEDADE CRÔNICA

‎
‎Pela minha própria Experiência!
‎
‎A Música Relaxante, escutada com fones de ouvido ao dormir durante 5 dias consecutivos, cura um Coração danificado pela Ansiedade Crônica!
‎
‎Mas,
‎
‎De que maneira a Música Relaxante cura o Coração danificado pela Ansiedade Crônica?


‎Como a Música cura o Coração?

VERSOS, CONTOS, MÚSICAS E MODAS


No terreiro do sertão,
Nas veredas do luar,
Nasce o verso feito fonte,
Que não para de cantar.
É a cultura nordestina
Que ninguém pode apagar.


Tem poeta e cantador,
Violeiro de valor,
Que transforma a própria vida
Em semente de amor.
Cada rima é uma colheita,
Cada canto, uma flor.


Os contos passam de boca
Como o vento no roçado,
Misturando fantasia
Com um fato acontecido.
Quem escuta guarda a história
No coração enraizado.


As modas de viola ecoam
Pelos campos sem ter fim,
Falam da seca e da chuva,
Do mandacaru e do alecrim.
Cada nota leva a alma
A um jardim dentro de mim.


Tem aboio de vaqueiro
Rasgando a imensidão,
Chamando o gado disperso
Com coragem e precisão.
É a voz do homem do campo
Abraçando o coração.


A sanfona abre o fole,
A zabumba faz tremer,
O triângulo acompanha
Fazendo o povo viver.
Quando o forró principia,
Ninguém pensa em padecer.


Os mestres da poesia
São estrelas do sertão,
Deixam livros e folhetos
Como eterna inspiração.
Cada estrofe permanece
Feito raiz no chão.


O repente é desafio
De talento singular,
Onde dois grandes cantores
Fazem versos sem falhar.
Quem domina a inteligência
Faz a plateia admirar.


Luiz Gonzaga ensinou
Que o Nordeste tem valor;
Patativa fez do verso
Um jardim de esplendor.
Cada mestre deixou viva
Sua marca e seu louvor.


Dos folhetos de cordel
À viola dedilhada,
Dos romances às cantigas,
Da toada apaixonada,
Tudo forma um patrimônio
Da cultura abençoada.


Enquanto houver um poeta
E um cantor para cantar,
Haverá versos e contos
Para o povo recordar.
Pois o sertão nunca morre,
Só aprende a florescer
E em suas músicas e modas
Ensina o mundo a viver.

⁠

"Houve um tempo em que os jovens ouviam ótimas músicas, havia bons programas na televisão, filmes agradáveis no cinema, amigos leais, diversão sadia nas discotecas ou nos bailinhos!... O que foi que aconteceu?!"

"A música antiga faz um bem indizível... Pena que o mundo não "anda" para trás!"






Otávio Abadio Bernardes






Gyn, 23 de março de 2026.