Música

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A música é a conexão entre a emoção e a imaginação.

Cada nota é uma expressão da alma transformada em som.

Na pausa das palavras, a melodia responde.

A música é meu segundo idioma.

A música é uma viagem no tempo.

Lembranças do passado.

Emoções no presente.

E Sonhos do futuro.

Música: Brasil, meu Brasil
Verso 1
Do norte ao sul, um só pulsar,
rio, sertão, cidade a brilhar.
Na luta diária, fé que não diminuí,
o povo sonha alto e sempre reluz.
Refrão (2x)
Brasil, meu Brasil, teu nome é esperança,
na batida do coração, o futuro avança.
Verso 2
Tem dor, tem riso, tem sol e suor,
tem mão calejada plantando o melhor.
Entre dificuldades e vitórias, seguimos em pé,
Brasil é coragem, trabalho e fé.
Refrão
Brasil, meu Brasil, teu nome é esperança,
na batida do coração, o futuro avança.

Se você gosta de atividades simples, como ler, passear, ouvir música ou estar na natureza, essas paixões podem ser transformadas em profissões satisfatórias.


Por exemplo, ao gostar de andar pela cidade, pode se tornar guia urbano. Se adora conversar, poderia ser consultor de relacionamentos. Para quem ama música, pode se tornar instrutor de música ou organizador de eventos musicais. Quem gosta da natureza pode ser fotógrafo de natureza ou explorador de trilhas. Se o computador é sua ferramenta, pode ser criador de conteúdo digital ou assistente virtual.


Trabalho não precisa ser aquilo que está escrito em sites de emprego. Você pode criar seu próprio caminho, alinhando o que você ama fazer com a sua sobrevivência. Mesmo que ganhe pouco, esse pouco será mais valioso, pois estará fazendo o que realmente gosta. E no final, é isso que vai dar sentido e satisfação ao seu dia a dia.

Entao diga me que se perde em minhas palvras
e se encontra atravez da musica
pode assim chegar perto de mim

Me via chorando entre taças de vinhos, despedaçando-me em uma melodia não tão sensível;
Dei meu coração em confiança, mas você pouco a pouco me amassou como qual quer besteira;
Imaginei que você resolveria meus problemas como uma equação matemática;
Mas você vacilou se enterrando nesse tormento em um mundo vazio e sem saída;

⁠E a melodia sonora que me cativas, é a mesma que encanta as tuas virtualidades visual... Com atitudes gentis que gritam no silêncio, para um breve cantares de um regido pela sabedoria divinal;
Ouço a tua voz em uma energia lírica, parecendo com uma sereia que encanta pela arte e com a delicadeza dessa vida! Linda... Linda!
É tudo o que eu posso dizer, depois que fui encantado por essa voz tão linda, não consigo nem mais te descrever;

Monólogo do amor com *"M"*

Madrugada morna, meu motivo, murmuro melodias macias.
Manhã majestosa, maravilha minha, meu mundo.
Miras-me, magnetizas, meu mel, minha musa.
Meu menino, minha menina, maravilho-me: moves montanhas, modificas marés.
Momentos mornos, maroto mistério, mantém-me.
Mordoce mensageiro, madrugaste minh'alma, mergulhei-me.
Marulhar manso, manto morno, me embalas.
Menciono mil milagres: minh’alma memoriza, memoriza.
Murmúrio materno, melodia manifesta, marcha mansa.
Meu mimo, meu mito, minha morada, me amas?
Manhã, me abraça, me ampara, me alegra, me ama.
Mereço maravilhar-me: mereces meu mundo.
Meu madrigal matinal, minha magia, meu momento.
Minh’alma, meu murmúrio: manhã magnífica, meu amor.

Os meus tempos livres são repletos de sentimentos. Gosto de misturar poesia, música e filmes de terror, como se cada um deles revelasse uma parte diferente de mim.
No entanto, compreendi que o que verdadeiramente me assusta não são os filmes de terror, nem a complexidade da poesia, tampouco aquilo que a música deixa por dizer. O que realmente me inquieta são os meus próprios sentimentos, esses que, por mais que eu tente compreender, ainda não consigo controlar.
Talvez o maior terror não esteja na ficção, mas dentro de nós. Talvez os versos mais difíceis sejam aqueles que o coração escreve em silêncio, e a música mais profunda seja justamente a que nunca encontra voz.

O cérebro é o instrumento,
a mente é a música,
a consciência é o ouvinte.

Se você fosse um livro, eu te leria
Se você fosse música, eu cantava
Se fosse poesia, eu recitava
E se fosse bebida, eu beberia

Se fosse um erro, eu errava
Mas, se fosse um acerto, eu acertava
Se tivesse à venda, eu comprava
Se tivesse perdido, eu te achava

Você traz movimento pro meu tédio
E teus olhos pra mim são um remédio
Pra minha dor que me curam todo dia

Você é como um gole da bebida
Que a gente rejeita toda vida
Porque só uma dose já vicia

No futuro, Help dos Beatles
será considerada a música
mais emblemática
da nossa era

IDENTIDADES

Como cordas tensionadas entre pontos fixos produzem música, também nós precisamos de limites para dar voz à nossa singularidade. É precisamente através das nossas fronteiras que descobrimos a vastidão do que podemos ser.




Monotonia da previsibilidade⁠

Tenho dançado ao som da música... simples assim. Não tenho música própria... danço o que tocam. E me acostumei com o imprevisível. É tão fácil entender....

No início você demora um pouquinho pra pegar o ritmo, mas quando entende... fica facinho, facinho. Já nas primeiras notas você se dá conta de que está na hora de mudar o passo... pra acompanhar o compasso.

Você já deve ter se dado conta de que a vida é imprevisível... você pode até tentar prever... uma cigana leu a minha mão... que decepção. As cartas do baralho.... que atrapalho. A vida é imprevisível...

Se chove, não fujo das poças d´água... se faz sol, não fico debaixo do guarda-sol... se o mar invade a minha praia, deixo a onde me levar... pro mar.... se caio, não fico no chão a chorar, a me lamentar...

Faço o que não ouso... a vida é imprevisível. Você não tem a mínima ideia do que sairá da cartola amanhã....

Eu tenho ou não tenho razão?

E você já pensou na monotonia da previsibilidade? Todo dia saber o que vai acontecer todo dia.... todo o dia?

Olha, sabia que antes de eu te conhecer, meu vizinho não reclamava de música alta, meu pai não me achava um sem futuro?


Antes de eu te conhecer, meu psicólogo só me via uma vez por semana, meu padre me via todos os domingos e eu testemunhava sobre como Jesus foi bom. Agora eu espalho a palavra sobre o quanto você foi má


Antes de eu te conhecer, eu falava sobre tudo com a minha mãe, eu não precisava apagar as mensagens antes de dormir


Antes de eu te conhecer, eu tinha medo de monstros debaixo da cama e não de dormir com eles em cima dela


Mas depois que eu te conheci, eu trato o destino como um acidente


Eu não vejo os sinais nem que estejam na minha frente, seja tarô, cigana ou vidente, nenhum aviso é suficiente


Porque depois que eu te conheci, eu não acredito mais em “era pra ser”, ou em qualquer clichê ou fadas do dente


Era uma vez nós dois, e depois fomos tristes pra sempre..

Ser dj não é só apertar o play...
É sentir a batida da música vibrando em cada corpo;
E como em um reflexo receber da própria alma a satisfação de estar levando nas pontas dos dedos a força e a sutileza de um espírito livre;
A música é essência daqueles que sabem curtir a vida!!!

O Galo da Madrugada já não é o mesmo: o frevo desapareceu, só tem música brega e o folião só dança quando surgem as câmeras de televisão.


Benê Morais

(Letra de música)- O grito da alma




(Verso 1)
No silêncio da noite, um grito ecoa,
Alma ferida, a dor que me açoita.
Coração em prantos, aa lágrimas caem,
Em busca de paz, a alma que se revolta.


(Verso 2)
As sombras dançam, a escuridão me abraça,
Memórias vêm e vão, a saudade que traça.
Um turbilhão de emoções que me desmonta,
Em cada verso, a alma que se desfaça.


(Verso 3)
A voz que clama, um lamento profundo,
Em cada nota, um grito do mundo.
A esperança some, em um instante infundo,
Em busca de um novo, um novo segundo.


(Verso 4)
Mas a chama arde, a fé não se apaga,
Em cada verso, a alma que se afaga.
A luta continua, a vida que se alaga,
Em um grito eterno, a alma que se propaga.

Os desejos e a solidão ( letra de música)




(Verso 1)
No silêncio da noite, a dor me invade,
Um passado dominador, em almas que ardem.
Sonhos desfeitos, em luta constante,
Amor perdido, num mundo distante.


(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.


(Verso 2)
As palavras se perdem, na voz que clama,
O violão chora, a melodia inflama.
Em cada acorde, a saudade persiste,
Em cada verso, a esperança resiste.


(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.


(Ponte)
No horizonte, a luz que se esvai,
Em cada lágrima, o adeus que cai.
A guitarra chora, a voz se eleva,
Em busca de um novo amanhecer.


(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito

Destinos (Letra de música)




(Verso 1)


Em destinos traçados, na jornada a seguir,
Um encontro marcado, onde o amor vai surgir.
No desengano, a busca, em lugares a sós,
A essência perdida, em segredos e nós.


(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.


(Verso 2)
No lamento desnudo, a profundidade a sentir,
Perdido no vazio, a verdade a descobrir.
Barreiras desmoronam, o óbvio a se mostrar,
Em cada olhar, a alma a se encontrar.


(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.


(Ponte)
Em cada verso, a melodia a ecoar,
Em cada nota, o amor a se firmar.


(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.