Música
Entre versos quebrados
O silêncio virou música quando você partiu, cada passo teu ecoou como um refrão tardio.
Meu peito aprendeu a tocar saudade em tom menor, e o amor, que era festa, virou solo de dor.
As lembranças giram como vinil riscado, promessas pulam, repetem, não seguem o combinado.
Teu nome ainda dança entre notas e ais, é a canção que insiste em não terminar jamais.
No meio da noite,
o coração muda o ritmo,
tenta ser forte,
mas falha no próprio compasso.
Entre versos quebrados
e acordes perdidos,
aprendo que amar também
é saber ficar só no espaço.
E quando o último acorde
enfim se desfaz,
não é o fim do amor
— é só o fim de “nós dois”.
Guardo essa trilha como parte de quem fui, porque toda despedida também ensina depois
Tua voz é música que dança no vento, Teus gestos, poesia que
toca o coração.
Em teu ser moram sonhos e encantamento, Um amor que floresce sem explicação.
A gente se apaixona.
Teu olhar chega manso, mas bagunça tudo aqui dentro,
como uma melodia que toca sem pedir licença, e de repente meu peito vira palco, vira verso, batendo no ritmo de um romance que nem começou, mas já é eterno.
Teus cachos dançam como se soubessem do encanto que carregam, cada curva contando um segredo que eu quero descobrir devagar, e nesse instante simples,
quase nada… quase tudo,
meu coração dispara, como trilha sonora de um amor prestes a nascer.
Se isso for só um momento,
já valeu como uma vida inteira,
porque tem beleza que não se explica, só se sente, e você…
tem esse jeito raro de ser poesia viva, dessas que a gente não lê
— a gente se apaixona.
Tem algo no teu jeito que não pede atenção, mas prende.
Como uma melodia que a gente escuta sem querer
e passa o resto do dia tentando encontrar de novo,
porque algumas presenças viram saudade antes mesmo de ir embora.
Se eu não tenho você,
falta alguma coisa em mim.
Como uma canção sem melodia,
como o céu tentando amanhecer sem luz.
Porque certas pessoas a gente não carrega nos braços… carrega na alma.
No abraço dela encontro lar,
Em seus olhos, o mar a navegar.
Amar é poesia, é doce melodia,
Nos versos da vida, nossa sinfonia.
Seu toque, um verso suave,
Em cada palavra, um laço que grave.
No coração, um turbilhão de emoção,
Em seu amor, minha eterna canção.
No calor do seu abraço, meu desejo favorito,
No seu sorriso, meu lugar predileto.
Em cada beijo, a poesia se faz presente,
Em cada gesto, o amor reluzente.
Amar é assim, poeticamente intenso,
Um encontro de almas, um doce consentimento.
Em cada verso deste poema, eu te celebro,
Pois contigo, meu amor, sou completo.
A música das esferas
Eu vejo os músicos tocando, acariciando pequenos animais para que cantem o que está no seu íntimo. Sons prateados, resmungos acastanhados, gritos de grifos. Quem poderia se lembrar do que foi esquecido, mas, realmente, nunca olvidado?
POR QUE É FÁCIL E POR QUE É DIFÍCIL?
uma ajuda da música
Uma música decorada é fácil quando a conhecemos bem. É difícil quando ainda não a decoramos. Uma música improvisada é fácil quando a tocamos sem consciência. Uma música improvisada é difícil quando temos de seguir uma forma.
O que é a improvisação e a música decorada? Uma é a música viva, a outra é a música morta. Quando algo está fixo é fácil de conhecer, quando há movimento há maior dificuldade. Quando não conhecemos alguma coisa é fácil de acrescentá-la, quando a conhecemos, temos dificuldade de delimitá-la, porque já a definimos. Portanto, a vida é fácil quando não somos robôs, mas quando somos loucos.
A mafia a música e transição entre pensamentos e a cultura desprovida...
O destino é simplicidade uma caminho trilhado antes do nascimento
A transgênia racional floresce na cultura da sociedade...
Os achados da sociedade moderna antológica música torna se evidência da desconexão do ser humano.
Cabeças ocas sem fundamento crítico o ambiente psicologico perfeito!
música o domínio mental.
dominio astronômico com fake news e drama da exploração cósmica...
O ser cósmico dentro da superfície da gaiola.
Pois domínio mental é simplicidade alienado.
O ser alienado busca independente da própria existência social num labirinto aonde ser contemporâneo se repete no reflexo da gaiola.
No domingo a vitrola velha toca um soneto musical.
O que seria esse soneto musical?
Novos horizontes transformaram a música num espaço de palavras jogadas de tantos palavrões acabou ate o sabão para limpar boca suja...
As garotas e garotos acham bonita demais se expressar de forma tão vulgar...
Ao passar do tempo vejo os frutos da alienação intelectual.
Na sombras a poesia está morta.
Seria simplório a música encanto da minha vida...
Então são metáforas de um sentimento...
Exposição da carne nua crua comida pelo corvo...
O corvo é preso pelo delito de comer...
Nas sombras o assassino se vangloria...
Seus caminhos são expostos pela lucidez..
Ar sombrio engana de madrugada...
Espinhos da rosa morta são belas...
Num suposto telema apenas olhares num estante vazio.
O glamour do pos morte na mesma palidez observa que o brilho do luar.
Sois antro perdido de alegrias e tristeza pois declínio do silêncio é o algoz do silêncio.
Tal conciliação atroz sentimento o fruto do esquecimento.
Embora seja maravilhoso o renascer do amanhecer,
Como amantes cansados espera o entardecer do dia para acordar e contemplar as trevas do anoitecer.
Floresce a floresta em melodia.
A melodia encanta por suas palavras jogadas no édem.
Palavras são sementes que floresce num estado de lucidez.
O abraços e beijos são expostos estado da galáxia num formato de amor e ternura.
Sou melodia tocada
Entre linhas do esquecimento
Minha lágrimas são parte das chuvas
Torrenciais
Meus olhos abertos dentro do cosmos
O suplício de ilusões são reunidas que afogam e delícia o impensável.
Na linha do racionio sou uma melodia.
Nos espelhos do espaço translúcido sou eter nas atitudes do mundo esquecido pois humano florescem em suas ideologia.
Calo me arrumando pela fumaça da emaranhado quantico de meus pensamentos.
Frutos da alienação social o queres doces direita ou esquerda dentro do seu mundo.
Eu sou música pros teus ouvidos...
Eu sou a sua frase preferida...
Eu sou poema , strofe, poesia...
Sou tardinha , sol poente...
Brisa que passa tocando teu rosto...
Sou aquela estrela cadente... que passa rasgando o céu da noite...
Eu sou silêncio.. no barulho dos teus pensamentos..
Eu sou aquela chuvinha caindo a noite...
Sou saudade... sou aquele aperto no peito que insiste em abraçar-te...
Eu sou o tempo que as vezes passa depressa.. num piscar de olhos... eu sou... eu fui...eu serei pra sempre... porque o amor nunca morre...
Artistas que merecem respeito,
na música Roberto Carlos,
com o mesmo carinho,
Léo Canhoto e Robertinho...
aplauso em nossa nação,
com alegria no coração,
Na Locução,
Fazendo o povo feliz,
aplauso pro Danicrys!
Olha, sabia que antes de eu te conhecer, meu vizinho não reclamava de música alta, meu pai não me achava um sem futuro?
Antes de eu te conhecer, meu psicólogo só me via uma vez por semana, meu padre me via todos os domingos e eu testemunhava sobre como Jesus foi bom. Agora eu espalho a palavra sobre o quanto você foi má
Antes de eu te conhecer, eu falava sobre tudo com a minha mãe, eu não precisava apagar as mensagens antes de dormir
Antes de eu te conhecer, eu tinha medo de monstros debaixo da cama e não de dormir com eles em cima dela
Mas depois que eu te conheci, eu trato o destino como um acidente
Eu não vejo os sinais nem que estejam na minha frente, seja tarô, cigana ou vidente, nenhum aviso é suficiente
Porque depois que eu te conheci, eu não acredito mais em “era pra ser”, ou em qualquer clichê ou fadas do dente
Era uma vez nós dois, e depois fomos tristes pra sempre..
Ministério, da Música.
Aprender, sobre a música.
Trabalhar, com a música.
Música do passado, do presente, & do futuro.
Instrumento(s).
Caixa, de som.
Com fio, & sem fio.
Tecnologia.
Limpeza.
Vários tipo(s), de música(s).
Uma coisa lhe digo,
com toda certeza,
ouço e me ligo,
numa boa música sertaneja.
No raiz, com muito carinho,
Tião Carreiro e Pardinho...
No romantismo os meninos bons de gogó,
Chitãozinho e Xororó!
