Música

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"Uma boa música é um "recurso" para a tristeza do ser humano!"






Otávio ABernardes






Goiânia, 6 de abril de 2026.

Se você gosta de atividades simples, como ler, passear, ouvir música ou estar na natureza, essas paixões podem ser transformadas em profissões satisfatórias.


Por exemplo, ao gostar de andar pela cidade, pode se tornar guia urbano. Se adora conversar, poderia ser consultor de relacionamentos. Para quem ama música, pode se tornar instrutor de música ou organizador de eventos musicais. Quem gosta da natureza pode ser fotógrafo de natureza ou explorador de trilhas. Se o computador é sua ferramenta, pode ser criador de conteúdo digital ou assistente virtual.


Trabalho não precisa ser aquilo que está escrito em sites de emprego. Você pode criar seu próprio caminho, alinhando o que você ama fazer com a sua sobrevivência. Mesmo que ganhe pouco, esse pouco será mais valioso, pois estará fazendo o que realmente gosta. E no final, é isso que vai dar sentido e satisfação ao seu dia a dia.

Que a vida seja feita de música,
que o coração aprenda a dançar com leveza
e que a alma encontre beleza até nos pequenos instantes.


Que os dias tragam melodias de esperança,
passos de coragem e compassos de alegria.
E que o corpo, livre de pressa e de medo,
simplesmente encontre o seu ritmo
e dance ao som de tudo aquilo que faz a vida valer a pena.

Por que nós gostamos tanto de ouvir música?


Desde pequenos ouvimos músicas, desde quando somos bebês já ouvimos a Galinha Pintadinha, O Mundo Bita e outras músicas, por que as músicas infantis nos ensinam. Depois que crescemos descobrimos nossos próprios gostos musicais, quais músicas gostamos e não gostamos. Às vezes até usamos a música quando sentimos sentimentos muito fortes.
Mas por que a música é tão presente em nossas vidas? Por que ela nos faz ficar mais felizes ou mais tristes? Por que ela é tão importante?
A música sempre foi muito presente na vida de muitos, por que ela ativa a dopamina, o hormônio ligado ao bem-estar, no nosso sistema nervoso. Como nosso sistema sempre busca dopamina - já que seus estímulos nos fazem sentir felizes e satisfeitos – e a música nos traz essa sensação, nós buscamos sempre ouvir mais música.
As músicas também ativam lembranças e sensações pelas quais passamos, por isso ao ouvimos, nós choramos ou sorrimos, por que nós lembramos dessas memórias/sensações, e isso ativa nosso sistema nervoso.
Desde muitos milhares de anos atrás a música tem um papel importante nas nossas vidas: Expressar sentimentos, ideias e unir as pessoas. Antigamente nossos antepassados a usavam para expressar aos deuses sua gratidão ou pedir algo, ou para rituais. Estudos apontam que ela exercita o cérebro e ajuda no raciocínio. Além de músicas calmas poderem diminuir a frequência cardíaca e ansiedade.
As músicas fazem parte do nosso cotidiano, e quando falo musicas me refiro a não só as músicas mas também as melodias e ritmos.

Música: Cérebro artificial.
De: Dênisson Hélder Nogueira Rocha (Dinéh).
Cérebro artificial, mente sobrenatural, Máquina de fabricar ignorância digital. Atrofia o pensar, limita o horizonte, Secando a inteligência que bebia na fonte.


Pra quê produzir? Pra quê raciocinar? Se a procrastinação é o novo "ar". Uma arte que asfixia, que sufoca o progresso, Vendendo a evolução pelo preço do acesso.


Onde vamos parar? Tudo vira "IA". A mente que era joia, hoje é peça vazia. Sem lapidação, sem esforço, sem trilha, O cérebro humano virou só uma pilha. E o fim já começou, sem aviso ou remorso: Levamos o "mestre" dentro do nosso bolso.

Música: Figura de política.
Autor: Dênisson Hélder Dinéh.
Um dia, a linguagem literal foi exilada pela figura de linguagem.


Quando o bolso pesar, dizem que a Antítese alivia.


Se a Metáfora faltar, não adianta gritar com Onomatopeia.


Se o modelo prioriza ditaduras amigas, a gente dissimula, trabalha em dobro e espera a Hipérbole passar.


Nas contas públicas no vermelho? Use a Hipérbole, jamais a Comparação.


Onde houver comissionado incompetente, a Prosopopeia se faz presente, dando vida a quem nada produz.


Basta a Catacrese sentir uma Sinestesia para o povo tomar uma Antonomásia (o apelido que vira condenação).


No fim, vai bater a saudade da linguagem real e direta.


Aquela que diziam doer, que diziam ser de ódio, que diziam ser bruta...


Mas era apenas a verdade sem filtro.


Só não vale repetir que foi GOLPE.


Aí já não é figura de linguagem... é Ironia do Destino

Eu sou como música....
Se você me tratar como samba, eu te trato no mesmo ritmo, só no sapatinho, eu também vou te pisotear e tripudiar em cima de você.
Se você me tratar como rock, vou gritar com você até você se sentir pequeno, ou seja, até você se sentir um nada entre as pessoas.
Se você me tratar como funk, com certeza vai rolar barraco, palavrão ,ou seja,vai rolar tudo o que você merece ouvir de si mesmo (a).
Se você me tratar como forró, vou te levar só no papo, na conversa fiada e vou te levando com a barriga até não poder mais.
Se você me tratar como pop rock, vou fingir que estou na sua, vou fingir que estou no seu embalando só para ganhar sua confiança.
Mas se você me tratar como Valsa, com toda certeza, você terá meu respeito, meu carinho e minha atenção.
Por tanto lembre-se, eu vou agir com você de acordo com a música que você tocar...
_Olívia Profeta_

"Quando estiver triste, ouça a sua música favorita."


_Olívia Profeta _⁠

TRÊS VENENOS DA ALMA:


MÚSICA que não exalta a Deus.
FALTA DE FÉ.
MAU CONSELHO.


Cuidado com o que entra na alma.

A gente faz música e não consegue gravar
A gente escreve livro e não consegue publicar
A gente escreve peça e não consegue encenar
A gente joga bola e não consegue ganhar.

Ultraje a Rigor

Nota: Trecho da música Inútil.

Você é a minha melodia
Há tantos anos
Nada fez mudar.
Talvez nem mesmo eu aceite
Não posso mais me machucar.⁠

Sobre Música e Sonhos


A música é a única salvação para o que resta da minha alma, quando o que se tem, não basta, ou o que há de mais importante, é inalcansável. Só ela nos ajuda a jogar para fora o que queima, arde, cura ou fere.
Cante suas histórias, conte tuas memórias. Que cantemos a verdade com paixão, pois se não há outro caminho, é necessária uma solução. Faça o que faz por amor, e não por dinheiro, pois ele é só um bônus do esforço e trabalho bem feito. Do que adianta toda riqueza, vivendo uma vida de mentira, sem desejo, vontade ou um amar verdadeiro?
Busque teus sonhos, viva o teu destino. Jamais deixe alguém dizer que não pode qualquer coisa que queira. Viva para realizar seus sonhos, e não os de pessoas alheias, que jamais devolverão o tempo perdido, ou o momento onde ainda podia alcançar teus objetivos mais concretos, e vontades mais sinceras.
— Marcela Lobato

Uma coisa que amo é colocar meu fone, aumentar o volume, e deixar a música tomar todo o meu ser. Vibrar intensamente, sentir, deixar o som me dominar. Pensar, imaginar, lembrar. Sentir que meu coração acompanha cada batida.
A música é, para mim, terapia. É o momento onde mergulho em meu próprio abismo interior, sem que ninguém possa interromper. Sem que haja qualquer interferência. Os problemas, a correria, tudo some. Em seu lugar fica a música, em uma estranha união com o silêncio. Tudo toca e silencia ao mesmo tempo. E eu preciso do som e do silêncio.
Vivo entre os extremos, mas a música traz uma espécie de paz, calma, conexão. Há momentos onde necessito silenciar completamente, outros onde preciso ouvir, e também há aqueles onde preciso do som e do silêncio. Quando a música é tudo e nada. Não sei se mais alguém já se sentiu assim, se entendem o que digo. Talvez eu pareça louca falando isso, mas tudo o que sei é que, sem isso, não viveria.
- Marcela Lobato

A música é a minha vida, o emo é a minha essência e o rock é o meu sangue.
Por mais dor física que cantar e tocar possam me trazer, sem isso não teria como viver nem até os próximos segundos. Claro que eu respeito o meu corpo, e sei quando não é possível continuar, quando preciso descansar, passar uns dias deitada, ou mais uma semana, porém enquanto houver ar nos meus pulmões, estarei cantando, compondo, escrevendo, e fazendo tudo isso acontecer. No dia que não puder mais compor, gravar, divulgar as minhas músicas, que não puder mais tocar e cantar, nesse dia a minha vida acaba. Tenho poucos anos e centenas de músicas no violão ou em versões alternativas para colocar os arranjos que imaginei ao cria-las. Espero conseguir deixar o meu legado, ou ao menos a maior parte dele. E que essas músicas alcancem aqueles que precisam ouvi-las para que saibam que não estão sozinhos, como eu quando ouvia a Fresno e outros ídolos em tantos momentos em que o meu mundo acabou. Tive que morrer milhões de vezes, e renascer em algumas delas, para me reencontrar e ressuscitar a única e pequena parte viva em mim através da arte.
- Marcela Lobato

A música é vital, e tem um poder absoluto em nossas vidas, principalmente para quem compõe com a alma. Ela tem um jeito único de nos fazer, em momentos decisivos, naqueles mais difíceis, onde estamos mais bagunçados emocionalmente, de nos impedir de afundar em nosso próprio abismo. De naufragar em nossos oceanos internos. De sufocar com as palavras não ditas.
E mais do que isso, a música, muitas vezes, nos mostra o que nem mesmo nós sabíamos haver no nosso peito. Nos revela a nós mesmos. É a ferramenta mais poderosa de autoconhecimento quando você se permite desnudar através dela, sem censura, apenas deixando fluir. Ela escancara o que machuca, o que dói, o que não superamos, não suportamos, as mentiras que nos contamos, o que mais nos importa, e até o que mais amamos. Tira a nossa máscara e fotografa sem que nenhum filtro possa esconder as marcas, cicatrizes e feridas abertas ainda sangrando. Ela nos leva em uma viagem interna, ao centro do nosso coração. Nos vemos no espelho em carne viva, e descobrimos tudo o que somos e sentimos quando ninguém pode nos ver ou ouvir. Nesse momento, gritamos ao universo, e nesse grito mudo, até as estrelas tremem.
O artista não pode fugir de si mesmo, pois vive a beira do abismo, nos raros momentos onde não está imerso nele. Há sempre um lembrete para nós, de que jamais seremos iguais. Jamais seremos de plástico. Jamais nos encaixaremos! Jamais viveremos a mentira, pois a nossa arte sempre jogará em nossas caras a verdade nua e crua, sem dó nem piedade. Isso é ser um artista de alma. O preço é a nossa alma. A recompensa é a mais pura e cruel realidade, escondida em uma pedra que lapidamos sangrando até se tornar um diamante, sem pintar, esconder ou enfeitar o que foi antes, assim como o nosso sangue, se fundindo ao brilho transparente da matéria prima. O tesouro escondido na escuridão da noite mais escura.
- Marcela Lobato

CARTA ABERTA A BANDA FRESNO!
(Escrita após rever um vídeo do Lucas cantando pedaços de músicas antigas só na guitarra e na voz, sendo mais específica, "Uma Música", "Polo" e uma das minhas "mais preferidas" de todos os tempos, "Absolutamente Nada", na noite de 7 de agosto de 2026).

Que nostalgia...
Que saudade dessas músicas...
Ah, anos 2000...
2011 foi quando comecei a ouvir assiduamente a Fresno. Quando finalmente entendi o que as letras queriam dizer, após o meu primeiro coração partido, misturado com a decepção de uma amizade que só existia da minha parte, e cujo fato foi esfregue na minha cara ao declarar o que sentia sem esperar retorno, apenas acolhimento e a amizade que eu acreditava existir. Queria uma mão amiga, e levei centenas de facadas em forma de palavras que ficaram gravadas na minha mente mesmo sem me lembrar mais delas.
Depois, essas músicas se tornaram trilhas de outras histórias e pessoas que amei... De outras dores e conflitos que vivi.
Obrigada Fresno , por cantar e decifrar tão bem minhas emoções. Obrigada Lucas e Tavas (Tavares), por, cantando sobre suas próprias dores e histórias, me mostrarem que eu não estava sozinha. Que não era a única que sentia com tanta intensidade. Que em algum lugar, alguém sabia como era se sentir daquela forma também.
As suas músicas mais tristes foram as que mais me salvaram, inclusive de mim mesma.
Gratidão guris!

Quem sabe um dia a gente compõe e grava algo juntos...
Ao menos posso sonhar...

Com amor e carinho aos que fizeram parte, aos que seguem sendo parte, e aos que talvez um dia também sejam parte dessa banda tão lendária e única que é a Fresno!

Um grande beijo da emo baiana,

Marcela Lobato

Faço música para sobreviver ao meu coração partido pela vida. Faço música para não sufocar em minha própria intensidade. Faço música porque, sem ela, não sobreviveria. Faço música porque é a única forma de dizer o que sinto com alguma segurança.
Faço música porque não há outra alternativa. Faço música porque é o que mais amo no mundo. Faço música porque ela é o que me salva. Faço música para sobreviver a minha própria intensidade. Faço música porque, através dela, me conheço e reconheço o que atormenta a minha alma.
- Marcela Lobato

As pessoas se vão mas as melodias
ficam para nos fazer reviver aquilo
que o tempo nos faria esquecer.

O sono bem distante, a madrugada muito acolhedora, uma música cativante, ideais para uma mente poética, ativa, que não se cansa facilmente, gerando aqueles pensamentos com as suas falas precisas ou inesperadas, algumas verdades declaradas ou implícitas

Despertando certos sentimentos instigantes, verdadeiros, pausando o tempo, trazendo uma sensação prazerosa que é intensificada pela inspiração na criação de versos que vão além de palavras, um entrosamento de frase, essência e emoção que provocam a reação da alma

Daqueles momentos bastante satisfatórios sem nenhuma perturbação indesejada, simplesmente, valiosos por trazerem um pouco de equilíbrio, de lucidez e de uma profundez aprazível que tanto acalma quanto abraça a intensidade, resultado genuíno, fruto da minha arte.

O amor passeando livremente entre as notas de um bela melodia como se uma linda arte liberta adentrasse calmamente um jardim florido,

por entre rosas vermelhas, uma mais graciosa do que a outra, cena apaixonante em um cenário tranquilo,

resultante de uma inspiração sonora e intensa, que aguçou o meu senso criativo de um simples poeta.