Música
Minha sede de música é maior que a sede de água e fome de alimento. A música é meu oxigênio, sem ela eu não me sinto viva.
Viver nos obriga a ir de uma estratégia a outra. Dançamos conforme a música muitas vezes, à exaustão sem encontrarmos a fórmula ideal, porque essa, não existe. Nem toda teoria é praticável; ela é passível de vitórias e fracassos na mesma proporção...
As quedas fazem parte da trajetória; o erguer-se delas, mais ainda!
Os tempos mudaram, você se foi e talvez nunca mais volte, as músicas não são mais as mesmas, as crianças cresceram e os monstros que me assombravam antes de dormir agora me encaram diante do espelho.
Foi se o tempo que as famosas camisetas de bandas eram vistas como ser maneiro, entendedor de música e de rock and roll. Hoje viraram modinha e fazem parte do guarda roupa de garotos frustrados por causa de mulheres. Além de que esquenta pra burro no verão e esquenta pra burro ater mesmo no inverno. No meu tempo gerava briga; hoje gera bullying. A mulherada normalmente não gosta. E se for rockeira, tenha sorte dela não ser lésbica. E tenha boas intenções para com a moça.
Todas as vezes que eu a encontro é como se meu coração cantasse uma melodia diferente, a melodia da felicidade.
Com 12 anos ouvia país e filhos de Renato Russo e pensava , que música louca hoje ela faz todo sentido!
Para não poluir a mente,evito assistir programas de nível baixo,ouvir músicas de baixo conteúdo,e evito assuntos bobocas
Quando aquele que detém a “batuta”, destoa da “música” desejada pela “orquestra”, os “instrumentos” influentes, dão sempre um jeito de retirá-lo ou, ao se ausentar, impedir o seu retorno.
Tudo bem que você goste de suas músicas,mais quando temos o espírito santo vem de brinde o bom gosto musical
"Enquanto houver coração, ainda haverá simples canções, então, que você dance a música que mais te balança."
¨Todos nos temos um dia,uma musica ou algum que marca nossas vidas,mas também sempre terá algum que você não goste nesses dias¨
PELO OLHO D’ÁGUA, fotografo a chuva de estrelas, escuto em silêncio o cio do vento, música volátil de pássaros e peixes. Viro outra página... Reconheço-me noutras palavras. Asas de sonhos esquecidos, cinzas de ossos dos meus mortos: Oceânica Busca, messiânica Dor. Canto o Amor, enquanto encanto estrelas no chão de flores. Efêmero fragmento de luz deste turbulento tempo. Ofereci a mão. Devolveram a cruz. Andarilho da estação flor-estrela decodifico mantras, mandalas, identifico eneagramas. Reflito o livro da Vida que não li: VOCÊ! (Escritor/jornalista Eugenio Santana)
quando saio das ilusões das musicas que ouço, venho pela madrugada pensando em ti! Na saudade que insiste em te lembrar, me da as vezes a nítida impressão de ouvir atrás de mim, teus passos miúdos te trazendo, quem sabe para juntos outra vez, caminharmos para um futuro que teima em me convencer que nos aguarda! Me viro como que aturdido, e apenas o silencio é a voz da noite... e o nada se faz tudo á minha volta...
odair flores
Tua música ultrapassa o entendimento do en#sino, tua voz embala-me ao infinito, é por essas e outras, que hoje me liguei no repetindo, pra ninguém nesse mundo saber onde estamos indo.
Procure uma boa música, se alimente de algo que te faça crescer, muitos regentes se perderam nas fantasias e ilusões que encobrem a natureza do ser.
"Estou esperando agora uma intervenção na Música Popular Brasileira. Pelo bom senso dos produtores ou bom gosto dos ouvintes."
