Museu
- A minha mente e um museu de lembranças ruins, arrependido ate o ultimo segundo, me liberto do que me aprisiona.
Um prédio velho após restaurado vira patrimônio histórico...
Um móvel velho vira relíquia de museu...
E quanto mais velhos alguns objetos, mais valorosos eles se tornam...
Nós não, quanto mais velhos, mais restaurados na plástica, mais monstruosos nos tornamos,
mas vamos sendo deixados de lado como mobília sem uso, e mais vai se perdendo o valor de mercado.
Como um antigo museu, com seus achados e descobertas, assim também é minha linguagem. Palavras que desvelam pensamentos ocultos, em que palavra puxa palavra e dançam na busca de significados. As palavras são peixes dourados, escorregadios, habitantes da nevoa marítima. Questiono e eu mesma respondo, como o sol que nasce na serra. Eu sou uma pessoa curiosa e conheço os frutos de cada árvore. Sou simples e clara como um feixe de luz.Caminho estradas em que desconheço o seu fim. Apenas caminho, porque tenho pernas e desejo de descobrimento. Posso me aquecer ao sol e esquecer toda complexidade do meu ser. Hoje o dia está farto e caminho entre entre a paz e a malemolencia. Busco imagens traduzam meu estado de espírito. E seria algo fluido como a massa de um pão, que alimenta e perpétua a tradição. O pão que nutre o corpo é a história. Sou eu assim leve e densa, mas busco água profundas que me desconstruam e me mostrem outra fase de mim mesma. Mas o tempo passa suave e não vejo o caminhar das horas. Sou como um relógio, que gira e volta ao mesmo ponto. Mas transcendo é destruo o tempo na palma da minha mão. Posso assim viver o eterno que há em mim. Eu, dona de mim. Num tempo paralelo, em que só existem letras e palavras.
A única coisa que poderia desejar agora, seria uma longa viajem pelo museu dos mistérios, onde se encontra desde uma curiosidade qualquer, até a mais profunda e dificil resposta para o universo.
Fogo no museu, fogo no Pantanal
Fogo na Amazônia e cadê os moralista?
Cês só reclamam do nível do fogo
Quando o povo grita: Fogo nos racistas
Minha casa de repente virou um museu de todas as memórias que tivemos, a cada pertence seu esquecido, largado entre os cantos, me lembrando dos momentos entre a gente no qual viver era puro encanto.
Não fique preso ao passado!.
Você não é museu!.
Seja como um livro!.
Mude os capítulos, mude as páginas!.
Valorize o seu maior investimento O TEMPO !.
A vida é maravilhosa, explendida!.
Eu virei a página!.
Não tenho arrependimentos, sempre acredito, no agora no hoje!.
Viva a vida!.
Viva o Agora!.
Moça do museu
Moça que eu vi no museu,
me apaixonei só ao te olhar.
Seu olhar me arrepiou.
Seu sorriso me conquistou.
Enquanto você observava as obras,
Eu fitava a obra de arte mais magnífica dali.
A qual eu desejei ter.
Você.
Sua voz ecoava pelo museu.
As ondas do seu cabelo me enfeitiçaram.
Sua voz soava como uma poesia,
uma poesia pura e bonita.
Desejei a todo minuto ser seu.
Queria ter seus lábios colados aos meus.
Depois deste dia, nunca mais te vi.
Mas desejo um dia,
Te reencontrar por aí.
Em breve irei propagar o meu museu esportivo itinerante !
Ele será voltado para o combate ao Alzheimer, nesse plano de museu irei unir a arte, memória esportiva e bem estar a saúde humana.
O passado é a tela que nos guia, sua cronologia é a trama de nossa história. No MUSEU a arte eterniza-se, revelando a essência de tempos imemoriais.
Minha arte na parede é o que compartilho com o mundo, vindo de um lugar profundo. Meu museu de arte faz parte da rua. Dormir do lado de fora, sob a luz da lua, completamente nu.
