Mundo
Se acontece lá fora, aqui não vai mais existir
Se precisar não é a hora,
Quem sabe um dia eu vou poder te ajudar.
Tudo bem, eu espero pra te ouvir!
Se eu te machuco é o meu querer cuidar
Se eu me afasto eu não sei,
Se há nesse mundo aquele lugar
Pra viver em paz, só pra viver em paz.
Faz tanto tempo que pedi, e ninguém ouviu
Não me responsabilizo por vocês, podem ir.
Tá tudo bem eu me lembro que pediu
Mas não lembro de entender,
Se é de graça um abraço, um olá, como vai? Tudo bem?
Tudo bem, eu espero pra te ouvir,
Pra te ouvir!
Se eu te machuco é o meu querer cuidar
Se eu me afasto eu não sei,
Se há nesse mundo aquele lugar
Pra viver em paz, só pra viver em paz.
O apontador de metralhadoras
Deleite em sangue e dor e lágrimas que caem e são sopradas pelo vento
para longe, para bem longe de qualquer sentimento minimamente humanizado.
Com rígidas metas a seguir, o apontador segue em auxílio à barbárie
a metralhadora arguida pelo furor de sua própria ira interna
embrutecida na contramão da vida, orienta seu caminho.
A alça de mira em 'colundria' com a massa de mira,
ambas corrompidas pelo gatilho ligeiro da expertise militar
que dá vida aos projéteis lançados lentamente ao ar, feito plumas ao vento
higieniza toda a humanidade existente naquele lugar,
'desaprisionando' o grito aprisionado no peito
que o enche de adrenalina para guerrear
e também o comove, o entristece e o faz chorar.
Depois dos gritos de medo e pedidos de clemência, o tiro de misericórdia.
Os olhos se fecham e o brilho latente da retina se encerra
assim como se encerra a luminescência dentro de uma lâmpada,
quando se queima.
Faz-se um breve silêncio entre o instante imediatamente posterior ao disparo fatal
e o instante em que já sem vida,
o corpo percorre o trajeto da queda de sua própria altura
e encontra o chão duro e ressecado pelo sol forte que o castiga diariamente.
O som ensurdecedor do silêncio que se propaga após a queda do corpo no chão à sua frente
o faz perceber que a guerra que luta agora, nunca foi a sua própria guerra
foi sempre a guerra de outros,
justificada por motivos que ele jamais soube explicar.
E que os sujeitos por ele subjugados são na verdade,
tão inocentes quanto ele próprio.
E em meio a tantas agruras,
ele percebe que a criança que ergue as mãos em sinal de rendimento
o faz por não ter escolha,
por não ter também uma metralhadora, ou um fuzil
com mira a lazer e pente de munição letal reserva,
como a que traz consigo pendurada no ombro esquerdo
em um coldre de couro desbotado e sujo de sangue.
O que ele não percebe é o quanto essa batalha lhe faz mal
o quanto cada corpo caído no chão, sujo de sangue e de terra vai pesar em sua consciência
quando enfim parar de puxar o gatilho sem pensar no porque o faz.
O mundo julga sem dó. Se preocupa com a aparência e o vestimenta. Olham o físico e esquecem a alma. E mentir é quase cotidiano, iniquidade e maldade. Amor se tornou único e não se fala mais disso. A verdade tem que ter fatos falseáveis. Cada um é conformado que cada ser ter sua opinião. E viver é esquecer de que sobreviver é diferente. E esquecer ou deixar pra lá é obrigação de todo sem exceção. A luz é considerada trevas; as trevas são consideradas como luz. E a dificuldade é ruim; e a bonança é bom. Ou há regras ou há corrupções; mas nada de exceções. E o desejo seu é obrigação de seu filho. E viver de pouco é ruim. E se acha que critico o que há de errado nesse mundo, não! É bom, afinal, teria graça se fosse fácil?
Alguns querem viver muitos anos, ter a riqueza do mundo ou a eternidade no céu, eu não quero a eternidade, muito menos viver tantos anos, queria apenas ter você quando me sentisse sozinho...
O que posso fazer para melhorar o mundo é ser uma boa pessoa e ter muita esperança de que os outros façam o mesmo. Esse é o tamanho de nossa impotência perante o mundo.
Eu não odeio as pessoas,mas sim esse mundo.
Ele é sempre uma bagunça,parece estar de cabeça pra baixo,
mesmo assim as pessoas esperam uma das outras que tudo seja certo...
isso me enlouquece nesse mundo,não me encaixo nele...
eu não acho que pertenço realmente a ele...
Envolvemos nosso mundo violento e misterioso num pretenso conhecimento. Embrulhamos os vácuos de nossa compreensão com ciência ou religião, e passamos a acreditar que a ordem foi imposta. E, na maior parte do tempo, a ficção funciona. Roçamos a superfície, ignorando as profundezas. Somos libélulas voando sobre um lago, com quilômetros de profundidade, perseguindo caminhos erráticos atrás de causas sem sentido. Até quele momento quando algo vindo do frio desconhecido vem à tona atrás de nós.
A cor do mundo, portanto, depende da nossa ótica. O exterior estará sempre refletindo o que levamos no interior.
Eu posso criar e recriar o seu mundo, se assim você deixar...o espetáculo das estrelas, é nada mais que um pedaço do mundo que criei para você
Afastar condiz ao conceito de distanciamento, mas como afastar algo que habita o interior de nós mesmos. Digo que não há paz no mundo ao nosso redor se não enxergarmos que o grande conflito vem de dentro, inicia quando razão e emoção não se entendem, quando pedimos algo que não precisamos e vivemos alienados como se a felicidade plena dependesse do ter e não o ser, quando colocamos no patamar mais alto de nossas prioridades o mais prosaico de nossos objetivos, no curto espaço de existência, que nos foi entregue. Apenas chegaremos aonde não queríamos estar, sem sentido, sem fé de que estamos nesta esfera de loucura por um objetivo maior. Chegaremos longe, longe do que sonhamos ser quando crianças.
Não sei dizer qual é o melhor lugar do mundo, se todos os lugares do mundo são os melhores ao seu lado.
Egoístas de um novo mundo
mesmo velho ainda mudo
ambicioso por um gosto sem troca
apenas entrego um abraço sem volta.
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