Mundo
Onde a Beleza Aprende a Ser Forte
Você não é dessas belezas distraídas do mundo,
que passam… e passam.
Você fica.
Fica no traço firme do olhar,
na curva exata do sorriso
que não pede atenção — conquista.
Há em você um desenho raro:
a leveza de quem se cuida
e a força de quem já se reconstruiu inteira,
como se o tempo tivesse tentado te quebrar
e você respondesse… florescendo.
Teu corpo é ritmo —
passo de quem caminha cedo,
de quem entende que viver
também é disciplina e carinho consigo.
E teus olhos…
teus olhos têm aquele brilho
de quem não se entrega fácil,
mas quando escolhe…
é inteiro.
Teu sorriso carrega sol,
daqueles que não queimam — aquecem,
e eu, que você insiste em elogiar o meu,
confesso:
o meu só aprende a ser bonito
quando encontra o teu.
Você é dessas presenças que não se apressam,
mas também não se escondem.
Sabe o que quer,
e mais ainda — o que não aceita.
E isso, Regina…
isso é raro.
Se o nosso encontro for mais que acaso,
se houver entre nós esse fio invisível
que liga duas vontades na mesma direção,
te digo com calma e verdade:
vai ser bonito.
Porque eu não te olharia pela metade,
nem pisaria leve onde é preciso presença.
Seria inteiro — como você é.
E, se me permitir caminhar ao teu lado,
vou fazer do cuidado um gesto diário,
do carinho um idioma constante,
e da tua felicidade…
um lugar onde eu também quero morar.
Toda escravidão no mundo foi uma escolha, pois os escravos sempre foram a maioria...
Ceda seus direitos e terá cedido suas escolhas, ceda suas escolhas e terá perdido sua liberdade ceda sua liberdade e terá perdido sua vida!
Eu vou dormir sabendo que baniram os meus direitos nesse mundo e, quando eu acordar, me faça lembrar quem é o dono dele!
Esse é o mundo onde as pessoas só aceitam o que lhes convêm, mas querem que a gente aceite tudo, até o que para nós não convém...
Brasil...Os políticos mais bem pagos do mundo e, agora com o treinador mais bem pago do mundo, 50 milhões por ano, alguém duvida que o Brasil vai ganhar a copa 2026?
muito dinheiro, Brasil campeão!...se alguém acredita deve se lembrar quando isso acontecer, ninguém vai investir tudo isso pra não ganhar, o Brasil vai ganhar a copa pra disfarçar algo? O que vai acontecer, afinal pais do circo, carnaval e futebol...apenas opinião mas fiquem de olho....
Muitos não sabem mas todos os miseráveis que existem no mundo são usados para abastecer um sistema que não tem a menor intenção de tira-los da miséria, mas usa-los por meio da miséria.
Com isso eles escondem suas maldades em pequenos atos de bondades que, nunca de fato irão tirar as pessoas pobres da miséria, apenas um circo um círculo vicioso onde invés de ensinar o povo a mudar de vida realmente se faz o contrário, alimenta neles a idéia de continuarem onde estão, sem forças e incapazes de verem que são dignos e capazes de vencer essa vida.
São tratados como a escória desse mundo, enganados, ludibriados por supostos atos de fé ou bondade mas, por detrás o veneno da serpente misturado com a ignorância, que leva do mais forte a força e do mais jovem a esperança!
Não permita que os desejos do mundo calem a voz da alma, pois a ambição é como bruma passageira, enquanto o coração guarda em si a eternidade.
H.A.A
A ARTE DE OUVIR QUANDO O MUNDO GRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
(Os alarmistas são os que não prestam atenção aos suaves e verdadeiros sinais)
Há tempos em que o ruído se apresenta como virtude e a agitação como lucidez. Nesses períodos o alarmismo assume a aparência de cuidado enquanto a atenção verdadeira é confundida com passividade. Eleva-se o tom da voz mas empobrece-se o discernimento e o excesso passa a ocupar o lugar da compreensão.
Os sinais verdadeiros não se impõem pelo choque. Manifestam-se no encadeamento das causas na regularidade dos processos e na repetição discreta dos fatos que revelam uma direção. Exigem silêncio interior constância de observação e maturidade intelectual. Quem observa aprende. Quem se agita apenas reage.
O alarmismo nasce da ruptura entre percepção e entendimento. Incapaz de sustentar o tempo da reflexão o alarmista vive submetido ao instante e confunde urgência com verdade. Ao ignorar o que se anuncia lentamente perde a leitura do conjunto e se torna dependente do sobressalto.
Em oposição há os que vigiam sem alarde. Não por indiferença mas por disciplina. Eles reconhecem que a verdade raramente se manifesta de forma estridente e que as grandes transformações são precedidas por sinais quase invisíveis aos olhos apressados. Essa vigilância silenciosa não é inércia mas lucidez cultivada.
Assim o desfecho impõe-se com clareza lógica. Onde prevalece o ruído instala-se a confusão. Onde há escuta atenta forma-se o discernimento. Entre o clamor e o silêncio decide-se a qualidade do juízo humano e somente aquele que aprende a ouvir o que é discreto mantém-se firme quando o alarme se dissolve e a realidade permanece em silêncio e em clamor.
GANÂNCIA E APRENDIZADO.
"Perguntou o ganancioso ao senhor do mundo. Senhor, tu que tudo criastes, deixa-me tomar quanto eu puder deste mundo. E o senhor respondeu. Pois não, meu filho. Vai até onde teus pés e teu desejo te levarem. Moral da história. O doente ganancioso morreu exausto de tanto andar."
Autor. Um amigo.
Comentário moral. A narrativa, simples e antiga como as parábolas que atravessam os séculos, ensina que a ganância não impõe limites a si mesma. O desejo, quando não educado pela medida e pela consciência, transforma-se em força exaustiva que consome o corpo, obscurece o espírito e converte a liberdade em cativeiro interior. O mundo não nega nada ao homem. É o próprio homem que se perde ao confundir possibilidade com necessidade e caminho com posse.
Assim, aprende-se que a verdadeira sabedoria não está em ir até onde os pés alcançam, mas em saber quando deter-se, pois somente quem domina o próprio desejo consegue caminhar sem morrer de cansaço por dentro.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
CAPÍTULO I
APRENDER A FECHAR AS PORTAS DA ALMA.
Filtrar os acontecimentos não é negar o mundo. É restabelecer hierarquia interior. O que tudo invade é porque tudo recebeu o mesmo peso. A alma, quando não seleciona, adoece por excesso de realidade.
O primeiro filtro é o discernimento do que merece permanência. Nem tudo que acontece fora exige hospedagem interior. Há fatos que devem ser reconhecidos e depois deixados seguir. A tradição sempre ensinou que a sabedoria começa quando se aprende a distinguir o essencial do ruidoso.
O segundo filtro é o ritmo. A vida moderna impõe simultaneidade. Antigamente, as dores vinham uma a uma. Hoje chegam em bloco. Recuperar o ritmo humano é reduzir a exposição. Escolher quando ouvir. Quando ler. Quando silenciar. O excesso de informação desorganiza a sensibilidade e dissolve as defesas naturais do espírito.
O terceiro filtro é o recolhimento consciente. Não se trata de fugir do mundo, mas de retornar a si. Momentos de solidão escolhida restauram limites internos. A interioridade sempre foi o lugar onde o ser humano reorganiza o sentido antes de voltar ao convívio.
O quarto filtro é a linguagem interior. Aquilo que não se consegue nomear tende a invadir de forma difusa. Dar nome ao que afeta é conter. Pensar é organizar. Escrever é delimitar. O que ganha forma perde poder invasivo.
Por fim, há o filtro ético. Nem toda dor alheia é incumbência pessoal. A compaixão verdadeira não se confunde com absorção. Ajudar não é carregar. É sustentar sem se perder.
Filtrar os acontecimentos é um exercício antigo. Sempre foi assim. O mundo nunca foi leve. Leve precisa ser o olhar que aprende a escolher o que entra. Porque quem não fecha as portas da alma acaba transformando a própria sensibilidade em campo de batalha.
Eis exemplos claros, ancorados na experiência humana tradicional, sem romantização do excesso moderno.
ANTIGAMENTE, AS DORES VINHAM UMA A UMA. HOJE CHEGAM EM BLOCO.
Antigamente, a dor tinha rosto e tempo. Um luto era vivido até o fim antes que outro começasse. A escassez de notícias fazia com que o sofrimento fosse localizado. Morria alguém da aldeia. Havia o velório. O silêncio. O luto compartilhado. Depois, a vida retomava seu compasso. A dor era profunda, mas circunscrita.
Hoje, em um único dia, o indivíduo é exposto a uma tragédia distante pela manhã, a uma violência simbólica ao meio dia, a um conflito social à tarde, a uma crise econômica à noite e a uma dor íntima antes de dormir. Nada se encerra. Tudo permanece aberto. O espírito não encontra fechamento.
Antes, o sofrimento vinha pela experiência direta. Hoje vem pela exposição contínua. Não é vivido. É absorvido.
RECUPERAR O RITMO HUMANO É REDUZIR A EXPOSIÇÃO.
Escolher quando ouvir. Antigamente, escutava se quando alguém batia à porta ou quando a comunidade se reunia. Hoje, escuta se o tempo todo, mesmo sem consentimento. Recuperar o ritmo é desligar o fluxo. Não atender a todas as vozes. Não se sentir moralmente obrigado a reagir a tudo.
Escolher quando ler. A leitura era um ato deliberado. Um livro. Um texto. Um tempo reservado. Hoje, lê se fragmentos incessantes. Manchetes. Opiniões. Julgamentos. Reduzir a exposição é resgatar a leitura lenta e profunda e recusar o consumo contínuo de conteúdo que apenas excita a angústia.
Escolher quando silenciar. O silêncio era parte da vida cotidiana. Caminhadas. Noites sem estímulo. Trabalho manual. Hoje, o silêncio causa desconforto porque revela o cansaço oculto. Recuperar o ritmo humano é reaprender a ficar sem ruído, sem resposta imediata, sem explicação.
O TERCEIRO FILTRO. O RECOLHIMENTO CONSCIENTE.
Antigamente, o recolhimento era natural. A noite encerrava o dia. O inverno recolhia a vida. A velhice diminuía o ritmo. Hoje, recolher se é visto como fraqueza ou improdutividade.
O recolhimento consciente é escolher sair de circulação por um tempo. Não responder imediatamente. Não opinar sobre tudo. Não se expor quando o interior pede abrigo. É a pausa deliberada que impede o colapso silencioso.
Exemplo concreto. A pessoa que sente o mundo invadir não precisa explicar se. Ela precisa se recolher. Caminhar sem destino. Escrever sem publicar. Pensar sem compartilhar. Orar sem espetáculo. Esse recolhimento não é fuga. É higiene da alma.
Porque o espírito humano nunca foi feito para carregar o mundo inteiro ao mesmo tempo. Ele precisa de intervalo. De fronteira. De retorno ao seu ritmo ancestral. E quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir.
O PESO DE SUMIR.
Sumir não é desaparecer do mundo. É retirar-se do excesso. É calar onde o ruído se tornou moralmente insuportável. É um desejo que não nasce da covardia, mas do cansaço antigo de existir sem abrigo. Há quem deseje sumir não para morrer, mas para finalmente respirar fora da vigilância alheia.
Na vida a dois, o desejo de sumir assume outra densidade. Não se trata apenas de fugir de si, mas de ausentar-se do olhar que cobra constância, presença contínua, resposta imediata. Amar também cansa quando o amor é vivido como obrigação de permanência absoluta. O convívio diário pode transformar-se em tribunal silencioso onde cada gesto é julgado e cada silêncio interpretado como culpa.
Sumir, então, passa a ser um pensamento recorrente. Não como traição, mas como defesa. Um recolhimento íntimo onde a alma tenta reorganizar-se longe das expectativas. Há amores que não percebem quando o outro precisa recolher-se para não quebrar-se. E há silêncios que não são abandono, mas súplica por compreensão.
O peso de sumir é carregar a ambiguidade de querer ficar e, ao mesmo tempo, desejar não ser visto. É amar e sentir-se exausto. É desejar o colo e, simultaneamente, a solidão. Na vida a dois, esse peso se agrava porque o sumiço nunca é neutro. Ele sempre fere alguém, mesmo quando é necessário.
Entretanto, ignorar esse desejo é mais perigoso. Quem nunca pode sumir um pouco acaba desaparecendo por dentro. O afastamento consciente pode ser mais honesto que a presença vazia. Às vezes, amar exige a coragem de permitir que o outro se recolha, sem transformá-lo em réu, sem exigir explicações que nem ele mesmo possui.
Desejar sumir não é negar o amor. É tentar salvá-lo do desgaste. É compreender que a vida a dois só permanece digna quando respeita os intervalos da alma. Permanecer não é estar sempre. Permanecer é voltar inteiro.
E somente quem aceita o peso de sumir com lucidez descobre que o verdadeiro compromisso não é com a presença constante, mas com a verdade silenciosa que sustenta o vínculo mesmo quando o mundo exige máscaras.
Ás vezes a lua em suas fases me acolhe em seus devaneios... transporta-me para um mundo paralelo...Onde os olhos são meramente figurativos e o tocar perceptivo.
TU é CA rinho!
Hoje acordei com um estranho olhar.
Atravessei o tempo.
Transportei-me para um mundo diferente.
Sensações me tocaram
Almas bailaram.
Hoje eu te vi no dante.
SAUDADE DE VOCÊ
Um mês sem você!!!
Acredito eu que a nossa vinda a esse mundo tem, na certa, alguns motivos...
Até por que, se temos a magia de vivê-la
Com todos os seus degraus e obstáculos,
Gerando vidas
E outros tantos espetáculos misteriosos, não é verdade?
Aí então penso...
Se tudo acabasse aqui...
A vida não teria sentido...ou não?
Na verdade, acho que um dos motivos principais da nossa existência
Seria evoluir espiritualmente e aprender a amar!!!
Tuca, você conseguiu completar a sua meta...
E se há um mundo tridimensional ou um estado de nirvana...
Se ao pó voltamos e do nada estamos
Nada adiantaria as minhas palavras.... Enfim
O meu desejo maior é que você se faça em luz!!!
Saudades de você...
TU és CArinho!
Vezes e vezes
Éramos felizes
Mais uma vez!
Juras foram feitas e o mundo girou
Agora juras em vão...
Éramos felizes
Agora o corpo morreu, a alma esvoaçou e o sentimento ficou.
Pobre vida!
Tudo errado nesse mundo!
Complicações...
Sinto que algo dentro de mim não está bem!
Você desliza pela minha cabeça
Neste momento vem o medo!
Estou cega de medo!
Medo que corre como um rio
Será que vai doer ainda mais?
Desespero-me...
E você... redemoinho de ternura
Estou me afastando...
Dia após dia.
A escuridão me abraça,
E chama a noite pra ficar comigo
Sonho pelo dia que virá...
Eu olho e grito...
Chora mundo sozinho!
Chora por um vazio
Chora por alguém
Alguém que está em algum lugar
Que partiu... Tempo errado!
De repente um barulho eu ouço
Que se espalha pelo meu dorso
E atravessa meu espaço.
Infinito como aço!
A luz do sol se aproxima
Está vindo um novo dia
Meus medos jogo ao oceano
Estou comigo, como de costume.
Mas com o tempo
No estilo mais notável
Vou levar a minha vida
Com a habilidade de um lápis
E de uma folha de papel
Ah! Ainda bem que sonhar não paga.
Mesmo pra quem não é nada...
Eia! Tempo errado que vem ao léu
E nesse embalo... Sorri pro céu!
Tento cumprir a palavra de Deus mesmo sendo eu assim, semi perfeita nesse mundo perfeito em suas imperfeições. Rogo sempre a ele para estar comigo todos os dias e me dar às mãos nos dias maus a que todos nós temos.
O mundo gira, gira, gira... E leva consigo os desamores
Mistura os sentimentos e dá vida a novas sensações.
É assim que surgem novos amores!
