Mulher Certa
Você, homem ou mulher, foi ensinado a temer o fim do mundo como se ele fosse um evento externo, espetacular, definitivo. Um clarão no céu, uma guerra final, um colapso irreversível. Desde cedo, você aprende a olhar para fora em busca de sinais de destruição, enquanto ignora o desgaste silencioso que acontece dentro. Toda vez que crises se acumulam, que conflitos armados explodem, que economias entram em colapso, alguém repete o mesmo anúncio antigo: agora é o fim. E você quase acredita, porque essa narrativa poupa você de olhar para a parte mais incômoda da verdade.
O mundo não está acabando. O que está em curso é outra coisa, mais lenta, menos cinematográfica e muito mais íntima. É a progressiva desconexão do ser humano consigo mesmo. É a normalização da indiferença, a substituição do pensamento pela reação automática, o abandono da responsabilidade pessoal em nome de sistemas, ideologias ou sobrevivência imediata. Você chama isso de caos global, mas o nome mais preciso é erosão interna.
A Terra permanece. Ela sempre permaneceu. Antes de você existir, ela já assistia a civilizações inteiras nascerem, prosperarem e desaparecerem. Ela viu impérios que se diziam eternos virarem ruínas turísticas. Ela testemunhou religiões dominantes se tornarem notas de rodapé na história. Nada disso a abalou. O planeta não depende da sua organização social, da sua moeda ou da sua narrativa de progresso. Quem depende é você.
Quando você diz que o mundo está acabando, você está falando, sem perceber, da falência de um modo de viver que já não se sustenta. Você está falando da exaustão de um modelo que exige produtividade sem sentido, relações descartáveis, competição constante e anestesia emocional. Você sente o peso disso no corpo, mesmo que não saiba nomear. Sente no cansaço crônico, na ansiedade difusa, na sensação de estar sempre correndo atrás de algo que nunca chega.
O anúncio do fim do mundo se repete porque ele funciona como uma válvula de escape psicológica. Se tudo vai acabar, então nada precisa ser profundamente revisto. Se o colapso é inevitável, você se isenta de responsabilidade. Você pode continuar vivendo no automático, repetindo padrões herdados, adiando escolhas difíceis. O apocalipse vira uma desculpa elegante para a inércia.
Mas observe com atenção. Geração vai, geração vem. Sempre houve guerras. Sempre houve fome. Sempre houve injustiça. O que muda não é a existência do conflito, mas a forma como você se relaciona com ele. Hoje, você consome o sofrimento como conteúdo. Você assiste à destruição em tempo real, entre um vídeo curto e outro, sem metabolizar nada. A dor vira ruído. A tragédia vira estatística. E você segue, cada vez mais distante da própria sensibilidade.
Esse distanciamento não acontece de uma vez. Ele é construído em pequenas concessões diárias. Você aceita um trabalho que te esvazia porque precisa pagar contas. Depois aceita silenciar valores para manter estabilidade. Em seguida, normaliza relações rasas porque não tem energia para profundidade. Quando percebe, você não sabe mais o que sente, apenas reage. Não é o mundo que está em ruínas. É o seu contato consigo.
A ideia de que o mundo vai acabar também carrega um desejo oculto. O desejo de que algo externo resolva o que você não quer enfrentar. Um colapso total dispensaria decisões individuais. Não seria mais preciso escolher com consciência, sustentar limites, rever prioridades. Tudo seria varrido de uma vez. Esse desejo não é consciente, mas ele existe. Ele nasce do cansaço de viver sem sentido.
Só que o mundo não colabora com essa fantasia. Ele continua girando, indiferente às suas previsões apocalípticas. Enquanto você espera o fim, a vida segue exigindo presença. O tempo continua passando. O corpo continua envelhecendo. As escolhas continuam acumulando consequências. Não há pausa cósmica para quem está confuso.
O que realmente está em crise é a forma como você foi ensinado a existir. Uma forma baseada em comparação constante, medo de ficar para trás e uma busca incessante por validação externa. Você mede valor por desempenho, sucesso por visibilidade, felicidade por aparência. Esse modelo adoece porque ignora algo básico: você não é uma máquina de produzir resultados. Você é um ser humano que precisa de coerência interna.
Quando essa coerência se rompe, tudo parece um fim. Relações desmoronam. Profissões perdem sentido. Crenças se mostram frágeis. Você chama isso de colapso civilizacional, mas é também um colapso de identidade. Quem sou eu sem os papéis que desempenho? Quem sou eu sem as promessas que me venderam? Essas perguntas assustam mais do que qualquer guerra distante.
O discurso do fim do mundo também mascara uma recusa em amadurecer. Enquanto você acredita que tudo está prestes a acabar, você se mantém numa posição infantil diante da existência. Espera que algo maior decida por você. Espera que líderes, sistemas ou catástrofes definam o rumo. A maturidade começa quando você aceita que não haverá resgate coletivo. Haverá apenas escolhas individuais feitas em contextos imperfeitos.
Isso não significa negar a gravidade dos problemas reais. Guerras matam. Crises econômicas destroem vidas. Sistemas são injustos. Tudo isso é concreto. Mas nada disso elimina a sua responsabilidade sobre como você vive, pensa e se relaciona. Você pode estar em um mundo caótico e ainda assim escolher lucidez em vez de anestesia. Pode escolher consciência em vez de cinismo.
A Terra não pede que você a salve. Ela não depende da sua angústia. Quem precisa de cuidado é você. Cuidado no sentido mais radical da palavra. Atenção honesta aos seus padrões. Às narrativas que você repete sem questionar. Às crenças que te mantêm pequeno enquanto fingem te proteger.
O verdadeiro apocalipse não vem com sirenes. Ele acontece quando você abandona a capacidade de sentir, refletir e agir com integridade. Quando você terceiriza sua consciência. Quando você se convence de que não há alternativa, mesmo sem ter explorado nenhuma profundamente. Esse fim não vira manchete, mas ele molda uma vida inteira.
Você não precisa esperar que o mundo melhore para começar a se reorganizar internamente. Essa espera é outra armadilha. A história mostra que o mundo raramente oferece condições ideais. Mesmo assim, pessoas lúcidas existiram em todas as épocas. Não porque eram otimistas, mas porque eram responsáveis por si.
Geração vai, geração vem, e a Terra permanece. O que muda é o nível de presença com que cada ser humano atravessa seu tempo. Você pode atravessar este momento repetindo o coro do fim, ou pode atravessá-lo como alguém que decidiu parar de fugir de si. Não é uma decisão confortável, mas é uma decisão adulta.
Este texto não existe para te acalmar. Existe para te lembrar de algo que você já sabe, mas evita encarar. O mundo não vai acabar para te poupar do trabalho interno. Ele vai continuar, exigente, indiferente, fértil. E você terá que escolher se vai seguir se perdendo em narrativas de desastre ou se vai recuperar o fio da própria consciência.
Não há promessa de redenção coletiva. Não há final épico. Há apenas a possibilidade diária de alinhar pensamento, ação e responsabilidade. Isso não salva o mundo. Mas impede que você desapareça de si mesmo enquanto ele segue existindo.
E talvez seja isso o que realmente importa.
A mulher grita,
E...
...chora...pois amou,
A ignorância e violência foram a resposta...
A mulher pede desculpas...
por pedir justiça... um grito abafado
A mulher grita,
pelo direito de viver.
A mulher pede desculpas,
por viver para amar.
A mulher grita,
pois o amor terminou.
A mulher morreu.
Pois os vizinhos so ouvem
E chamam atenção
pela rejeição e intolerância.
A mulher morre
no instante em que imaginou ser livre.
A morte busca desculpas.
Na desordem da dor apenas um grito o silêncio no termino da vida.⁰
Uma mulher que se conhece bem e se respeita não fica onde ela não cabe, não aceita pré-julgamentos, não implora por atenção, não se acomoda onde há comparação e não aceita atitudes
que a induzam a pensar qualquer coisa
que seguem neste fluxo de idéias retroalimentadoras de pensamentos doentios.
O preço para ser mulher
fatal de salto agulha,
é algo que admito que
não consigo sustentar,
Nem mesmo as que assumem
este papel - lá no fundo -
nunca conseguiram,
e nem conseguirão se realizar.
A maîtresse oportuna sempre
que oportuna conhece o espaço
para o seu papel mostrar,
Como a poesia que sou, lembre,
que a minha vocação é feita,
- para durar, e continuar;
Porque corre nas minhas veias
a essência das mulheres eternas.
Destas mulheres que reconhecem
o seu apoio para colher a Gueroba,
que contam com a sua força
para colher quando chegar
no tempo certo o palmito,
Não precisam nem pedir
o seu senso de preservação,
porque tu sabe que é preciso;
e te retribuir com uma boa
mesa posta com todo o carinho.
A minha liberdade
como mulher não deve
oferecer risco para mim,
para outra mulher,
a quem quer que seja,
e tampouco oferecer
risco ao meu país,
A minha liberdade
como mulher não deve
ser encarada nunca
como ameaça ou ofensa;
E da mesma maneira
que a sua deve existir
reconhecendo o seu lugar,
e o dever inalienável
de usar a cabeça para pensar.
Desacelerou.𑁍ࠬܓ𔘓
Cantando as miudezas do dia, a mulher se senta no sofá e, sem perceber, adormeci.
Entre o sofá e o campo de dentes-de-leão, ela perdeu os sapatos e o peso do mundo.
E ela despertou mais leve, menos cansada, com a certeza de que nada lhe pertencia.....𓍯𓂃𖡼𖥧𖡼𖤣𖥧
O homem deseja a mulher
e a mulher desejao desejo dele,
Quando ambos entendem isso, há harmonia no relacionamento
Minha Diva
Por que sente tantas dores, mulher?
Você está lutando pelo o que quer?
Por que és tão perfeita, Eva?
A beleza à perdição leva?
Bruxa, por que choras calma?
Dentro dos seus olhos há uma alma?
A mãe realmente usa a humildade?
A filha sempre diz a verdade?
A delicadeza é sinônimo de beleza?
Por que o feminino falta de clareza?
São perguntas tão impertinentes
Tomam meu tempo e ocupam minha mente.
Por quer quero entende-la menina?
Se no final você não será minha.
Destinada sem nome.
Um olhar sério que me assusta
Você é tão bela, mulher
Que me fez amar aquilo que não é
E agora amo sem poder dizer quem você é...
Você é meu ponto fraco,
Você é a minha fuga,
O seu sorriso me agrada
Ao mesmo tempo em que machuca.
Você se aproximou de um pobre diabo
Que não tinha medo de morrer,
E você o fez chorar
Apenas com o medo de te perder...
Você é meu ponto fraco,
Você é a minha fuga,
O seu sorriso me agrada
Ao mesmo tempo em que machuca.
Sou humilde e digo que não sou bom pra você
Digo que você não será minha, mas não posso te ver sofrer.
Digo que não sou sua melhor opção
E mesmo você com outros eu te destino o meu coração.
Você é meu ponto fraco,
Você é a minha fuga,
O seu sorriso me agrada
Ao mesmo tempo em que machuca.
Espero sinceramente que entenda
Nem todos têm a chance,
De viver com a amada um grande romance.
A mulher pode ser a interesseira que for, mas no final de tudo, ela só quer um homem para honrá-la e amá-la.
"Mulher, hoje pensei em ti... a tarde toda. De todo jeito, em qualquer hora. Hoje lembrei que tu és o pedaço mais gostoso da minha historia."
Quando um homem pode ter o amor de uma mulher e apenas essa mulher, e escolhe ter várias, e conquistar muitas, e declarar-se pra inúmeras outras, esse homem merece ser amado? Merece a dádiva de ser querido, desejado, respeitado e honrado? Porque conquistar várias mulheres pode ser fácil, mas ser amado por uma mulher que esteja disposta a permanecer ao seu lado, é uma arte que só sabe administrar, quem é verdadeiro. Porque mulher meu amigo, mulher sabe, mulher saca, mulher percebe, presente, mulher sente quando está sendo enganada. E aí, o jogo acaba e você terá perdido, jogado fora sua grande chance de felicidade!
Uma vez amei uma ideia que tomou a forma de uma mulher, outra, eu amei uma mulher que não passava de uma ideia.
A beleza de uma Mulher é como um farol na estrada em meio da escuridão, pois cega somente o que censura o desfilar oposto no seu rápido deslumbramento.
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