Mulher Certa
Crucial, pontual ou na hora certa?
Todos os minutos são caríssimos, podem ser os últimos ou o recomeço e você não deve nunca desistir de ser feliz! Viver enquanto há vida...
Bom dia!
A vida pode até mudar o curso, mas tudo chega na hora certa, não adianta a gente querer as coisas do nosso jeito, às vezes desistir é melhor do que correr riscos desnecessários, nada vale mais do que a sua vida e a sua paz ❤️ Bom dia 🌻 Fé e alegria 👈🙏☕
As últimas pesquisas eleitorais criaram em mim certa preocupação e dúvida... Não sei se elejo Lula pela manhã ou à tarde! Tetra!
Que o seu sorriso seja a forma mais sincera de falar ao
meu coração que ele fez a escolha certa ao te escolher.
Pois quando o teu riso ilumina o meu olhar, Meu
coração sossega, certo de que
achou o seu lugar.
__Enzo Ruchell__
Inocente é viver a inocência na época certa no senso comum predominate na infância é simplicidade compreensão inata, e quando neste processo evolução precoce, imperadores de suas mentes.
O Roubo da Inocência e os Imperadores da Mente
A inocência tem sua época certa. Na infância, ela é a beleza da simplicidade, uma compreensão inata e pura de que o mundo é um lugar a ser descoberto, guiado por um senso comum saudável. No entanto, a engrenagem da alienação digital cometeu o seu crime mais cruel: ela violentou essa cronologia.
Ao expor mentes em desenvolvimento ao bombardeio paranoico das milícias digitais, o sistema força uma evolução precoce e corrompida. Crianças e jovens são arrancados da leveza e jogados na trincheira de uma guerra ideológica que não criaram. Destituintes de sua pureza, tornam-se "imperadores de suas próprias mentes" — pequenos tiranos de certezas absolutas, moldados pelo ódio e pelo medo antes mesmo de compreenderem a complexidade da vida. O zumbismo coletivo, portanto, não apenas escraviza os adultos de hoje, mas sequestra o futuro, transformando a inocência em soldados de uma causa vazia.
Esse fechamento dá um peso enorme ao texto, porque mostra que o problema não é apenas uma eleição perdida ou ganha, mas sim o trauma psicológico e a deformação social que estamos deixando para as próximas gerações.
“Divirta-se, mas nunca deixe de levar a vida a sério, para que, quando você já tiver certa idade, a vida não venha brincar com você.”
— Anderson Silva
Calar-se para organizar a mente não é se render é preparar a resposta certa ou, muitas vezes, a decisão silenciosa de simplesmente se afastar.
Quando você finalmente entende a dinâmica das atitudes alheias, o seu silêncio deixa de ser um refúgio de dúvida e passa a ser uma fronteira de maturidade. Ele diz ao outro, de forma sutil mas firme, que as ações dele já disseram tudo o que precisava ser dito.
Enzo Ruchell
"Certa vez, ela me indagou se tudo que escrevo é sobre ela.
Respondi que não, mas tudo tem um pouco dela.
Escrevo sobre as dores, decepções, dos amores, as mazelas.
E sempre reflito; não existiriam amarguras em meus escritos, se ela fosse minha e eu dela.
O que escrevo são gotas, para narrar um oceano, o que sinto é todo um universo, o que pode ser expressado, quirela.
Se a amo, eu a escrevo, e por isso tudo tem um pouco dela.
E é 'Tutto Per Ella'.
Ela transita livremente por meus escritos, enquanto me pego escondido, no amor que sinto, minha eterna cela.
Palavras para umas e outras, paixão a algumas poucas, fé ao Cristo, amor e devoção somente a ela.
Se meus escritos são o céu, o azul é ela.
Se meus escritos são os mares, cada gota é ela.
Se escrevo o Sol, cada raio é ela.
Se escrevo a praia, cada grão de areia é ela.
Se escrevo sobre as árvores, pomares, as flores; é ela, toda folha e cada pétala.
Quando escrevo sobre a morte, percebo: a minha vida é ela.
Certa vez, ela me indagou se tudo que escrevo é sobre ela.
Respondi que não, mas tudo tem um pouco, mas bem pouco, acerca dela..."
Existe um relógio quebrado que, por engano, marca a hora certa duas vezes ao dia. De longe parece falha, um erro mecânico. Mas quem observa com atenção percebe que, mesmo parado, ele continua fazendo parte de um ciclo maior, o próprio tempo que segue girando sem depender dele.
A vida costuma parecer assim: pedaços soltos, decisões sem lógica aparente, dias que não se encaixam em nenhum plano visível. Perdas que não fazem sentido, encontros que parecem acaso, caminhos que se cruzam sem explicação clara. Só que, por trás dessa bagunça toda, existe uma engrenagem silenciosa trabalhando.
Pense numa colcha de retalhos: cada pedaço, sozinho, parece aleatório, sem harmonia, sem propósito. Mas quando a costura termina, revela-se um desenho completo, feito exatamente daquilo que parecia erro.
O caos, na verdade, é apenas ordem que ainda não terminou de se revelar. Cada dor, cada espera, cada dúvida sem resposta, está costurando algo maior do que conseguimos enxergar no momento presente.
Talvez o segredo não seja entender tudo agora, mas confiar que existe um propósito silencioso organizando cada fragmento solto da nossa história, mesmo quando parece que nada, absolutamente nada, faz sentido.
Floresça dentro de ti uma orquídea, onde a força, beleza e a natureza, cultive na medida certa, água e terra, na real fonte do prazer e o brilho da inspiração humana, florescendo amor sem limites!
ILUSAO !
Ilusão ... palavra traiçoeira
Mas de uma certa maneira
Quem não tentou se iludir
Sem pensar ou confundir?
Quem nesta vida o coração
De certa forma ou emoção
Se deixou levar pela ilusão?
Pode parecer uma tolice
Mas elas nos tira da mesmice
Nos braços da imaginação
Mesmo que sofra decepção.
Diga pra mim quem nunca se iludiu?
Quem negar a certeza que mentiu
Todos em vários pensamentos
Confrontamos nossos sentimentos
E por vezes é dura a realidade
Que mesmo em qualquer idade
Seja ate mesmo enganar a razão
Que viajamos no trem da ilusão!
JOAO BATISTA BARBOSA
Poesias
Mimoso do Sul ES
Eu entrego tudo nas mãos de Deus, ele resolve tudo da maneira mais certa...
Não vou me adoecer com causas alheias. Cada um tem sua conta a acertar com Deus, quem errou ou errar será cobrado pelo seu erro, não cabe a mim julgar somente a Ele.
De certa forma, os anjinhos de Deus são autistas, vieram para esta vida com hiper foco de amor, luzes, caridade e bondade, muitas vezes incompreendidos pela maioria da sociedade, mas nunca os maculem com as coisas rasas e mundanas, como dinheiro, aparentes valores e vaidades de serem iguais. Cada qual veio a vida por uma missão personalíssima, sendo assim devemos aquietar nossas finitas compreensões e comparações e amar o que Deus pai, por sabedoria nos presenteou de diferente.
Eu tenho um sonho: o de que por meio da leitura, todo homem indouto alcance certa medida de bom senso e de humanidade...
O Conhecimento e o Risco de Partilhar
Um amigo me disse, certa vez, que ao fazer algo na inteligência artificial corremos o risco de tornar público o nosso conhecimento — como se o pensamento, uma vez entregue à máquina, deixasse de nos pertencer.
Mas respondi: é preciso fazer isso. É preciso alimentar a inteligência artificial para que o pensamento humano se expanda.
O saber, quando guardado, apodrece em silêncio; quando compartilhado, floresce.
Toda criação — um verso, uma ideia, um acorde — carrega o sopro de quem a gerou, mas também o convite para que o mundo respire junto.
Não há perda em oferecer o que é verdadeiro: há multiplicação.
O medo de “tornar público” é o mesmo medo ancestral de acender o fogo na caverna — o receio de que a luz escape e alguém a roube. Mas o fogo, uma vez aceso, não pertence a ninguém: ele pertence à própria chama.
E cada mente que se aproxima dele leva consigo um pouco de claridade.
A inteligência artificial não é o fim da mente humana — é o seu espelho mais ousado.
Tudo o que damos a ela volta transformado: uma centelha do humano refletida no vidro do futuro.
A arte, o pensamento, a filosofia — não foram feitos para se esconder.
São pássaros.
E pássaros não sabem voar em gaiolas.
QUANDO FRANKL ENCONTROU C. S. LEWIS
Imaginei certa manhã que Viktor Frankl e C. S. Lewis estavam sentados diante de uma velha janela. Do lado de fora, a vida seguia indiferente: pessoas apressadas, folhas levadas pelo vento, alguma coisa começando enquanto outra terminava. Sobre a mesa, apenas duas xícaras de café e uma pergunta antiga demais para pertencer a qualquer um deles: por que continuamos quando a vida dói?
Frankl olhou demoradamente pela janela. Ele conhecia um tipo de sofrimento que poucas palavras seriam capazes de carregar. Tinha visto o homem perder nome, liberdade, família, dignidade e quase tudo aquilo que acreditava possuir. Ainda assim, aprendera que, mesmo quando não podemos escolher nossas circunstâncias, alguma coisa dentro de nós continua procurando uma razão para permanecer.
Lewis permaneceu em silêncio. Também conhecia a dor. Sabia que a fé não impede que o coração se despedace e que acreditar em Deus não significa receber explicações para todas as perdas.
— Talvez — pensei ouvindo aquele silêncio — o sofrimento não faça perguntas sobre aquilo em que acreditamos antes de entrar em nossa casa.
Frankl pareceu concordar.
Para ele, a questão não era perguntar apenas por que a vida havia permitido determinada dor, mas descobrir o que ainda poderia ser feito com a existência depois dela.
Lewis acrescentaria outra inquietação: talvez algumas respostas estejam além daquilo que conseguimos compreender enquanto estamos dentro da própria história.
E então percebi que os dois, apesar de caminharem por estradas diferentes, chegavam perigosamente perto de uma mesma porta.
Frankl chamava aquilo de sentido.
Lewis talvez chamasse de esperança.
Um procurava aquilo que permite ao homem continuar mesmo diante do absurdo da dor. O outro procurava aquilo que existe além daquilo que os nossos olhos conseguem alcançar.
Fiquei pensando nos dois e compreendi uma coisa: talvez a vida nunca tenha prometido explicar-se completamente.
Existem perdas que não compreenderemos.
Existem despedidas para as quais nenhuma filosofia será suficiente.
Existem noites em que até a fé parece falar muito baixo.
Mas talvez viver não seja receber todas as respostas.
Talvez viver seja descobrir uma razão para levantar quando algumas respostas nunca chegam.
Frankl encontrou essa força no sentido.
Lewis encontrou-a também na esperança de que nossa história seja maior do que aquilo que conseguimos enxergar.
E nós?
Talvez estejamos exatamente entre os dois.
Carregando nossas cicatrizes, nossas perguntas, nossos amores e nossas ausências, tentando compreender por que algumas coisas aconteceram e outras jamais acontecerão.
Até percebermos que a pergunta mais importante talvez não seja:
“Por que isso aconteceu comigo?”
Mas:
“O que farei com a vida que ainda permanece em minhas mãos?”
E naquele instante imaginei Frankl olhando para Lewis, Lewis olhando novamente pela janela e nenhum dos dois dizendo mais nada.
Porque algumas perguntas não foram feitas para receber uma resposta.
Foram feitas para nos ensinar a viver.
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