E aos meus inimigos!
Pede-lhes perdão por mim
E se não as encontrares para se desculpar.
Fala ao vento que os perdoei.
Eles dispersarão e levará,
Como assim faz a semente do pinhão.
"Quando um país é invadido por um inimigo, o tolo se pergunta de onde ele veio e qual a razão do ataque. Já o sábio dá combate imediato e só depois discute as razões. Assim deve ser com o Covid-19."
A poesia me serve como corrente recorrente de desejos reprimidos de amigos amantes inimigos e fantasmas que nem sei se reconheco, finge que não leu isso.