Mudei muito depois que te Conheci
Depois da tempestade, eu vi o mais mágico cores sussurrando músicas de esperança. O arco-íris me mostrou o caminho de volta para casa, o caminho de volta para o amor.
E mesmo depois de você ter partido e lágrimas terem escorrido
ainda esboço um pequeno sorriso
quando lembro de nós dois.
Se é pra magoar alguém com mentiras, melhor assumir o erro o quanto antes, pois depois de algum tempo essa dor pode não ter mais cura.
E então, depois daquele dia, a moça decidiu parar de adiar seus sonhos. Esforçou-se, abriu asas e com fé voou. Foi sentir o vento da felicidade tocar seu rosto.
Um homem bom peca mais se arrepende.
Um homem ruim se arrepende e depois peca denovo.
Julga gente que permanece no erro como pessoas com falta de inteligência mais na verdade é ele o ignorante.
Eu quero inventar o paraíso para nós dois
E falar do sonhos que ficou para depois
Preciso esquecer o passado e tudo mais
Não tenho outra saída a não ser ir atrás
Depois dessa ventania o temporal
Fez da nossa vida
Um mundo desigual
Qual é a tua?
O teu segredo?
Me diz como eu vou decifrar
E a verdade é absurda no plural
Mas pra mim, honestamente, isso é normal
Na minha onda, teu oceano
Me ensina como navegar
Eu amo mais você
Do que eu
À tardinha
As coisas mudam sem parar
E a gente fala muito por falar
Mas de repente, a gente sente
Que tudo sobrou num olhar
Penso infinitamente sem parar
A verdade é transparente no mirar
Da tua retina, minha menina
Me diz como não te amar
Há feridas que são abertas no peito de quem sofre, e tempos depois, mesmo que perdoe ou finja esquecer, a cicatriz sempre estará lá pra te lembrar de quem te fez sofrer.
Canalize a sua raiva em um só foco, depois descarregue-a em um só ponto, isso deixará você mais leve e mais, calmo pode crer.
Homem é igual a cachorro, agente solta, ele vai, faz cocô, faz xixi e depois volta para o lar, pós só no lar ele encontra o que precisa de verdade!
Críticos Carreirolíticos
Bem sabe, depois que as caravanas foram passar,
Todos de uma vez se puseram a observar
Latidos caninos que as acompanhavam,
Mas de forma alguma atrapalhavam.
Outra, porém, é a sina do artista,
Pois, por melhor que seja, acredita que resista
A investidas cegas desses críticos?
Numa palavra: são 'carreirolíticos!'
Não há autor, ator ou prima dona,
Seja ela encantadora ou solteirona,
Que resista a um epíteto mordaz.
Responderá sorrindo: Tanto faz?
Pois, nesse caso, vai palpite de amigo
Esse aí é o domicílio do perigo!
Desprezar a corja ululante,
A pretexto que o alvo segue avante,
Desprezando os atos da matilha
É esquecer que essa camarilha
Tem o poder de vida ou de morte
Sobre carreiras. Não o fazem por esporte.
Mas, por serem desprovidos de ideias
Destroem sem pudor obras alheias.
Tão fácil é dizer: ‘Isso não presta’,
Com ar soturno de um final de festa!
Jogar no lixo um autor que ia avante
Como fazia o Flávio Cavalcanti.
Quebrava discos? muito bem , esses senhores
Numa penada destroem os autores.
Isso porque com seu poder mediático
Ressaltam num tom denso e enfático,
Ser a leitura desse pobre diabo uma besteira.
Outros fizeram melhor. E a peneira
Que eles ao serviço do público deixaram
Soterra infelizes que tentaram
Por um momento, ou menos, um segundo,
Deixar o pensamento vagabundo
Soltar uma imagem. Que importa
Se um amor eterno escala a aorta.
Mas imaginem quanta leviandade!!
Exclama enfurecida a ‘autoridade’
Essa metáfora, essa alegoria
Provém de quem ignora anatomia.
E vão falando sobre a veia cava:
´Por ela corre sem parar a lava
Dos sentimentos que esse pobre autor.
Um misto de palhaço e trovador,
Que de modo absoluto ignorava
Ser rota do amor veia cava’.
E a metáfora se perde na história,
O grande crítico a retira da memória
De quem por um acaso a decorasse
a amasse
interpretasse
Rotulasse.
O papel glorioso da aorta,
O sofrimento? Ora, letra morta...
Meus parabéns, meu caro amigo crítico,
Receio agora ter que ser político.
Terei que reduzir minhas patadas
Pois prezo muito minhas obras publicadas.
Desafiar você? Nem tento,
Não vou fazer pipi contra o vento.
Contudo , ó crítico, respeito-lhe o cetro,
Sobeja-lhe razão prá mais de metro
O seu oficio apreciaria a distância
Pontificando em algum jardim de infância
Impondo suas regras sem moral.
Ó crítico, egresso de um Mobral
E para poder espetar você de jeito
Eu acrescento: Mas que Mobral mal feito!
Dizia o Ionesco :estúpido animal
Louvando sua mente vegetal.
Quando uma idéia assim incubo,
O ventilador espalha o adubo.
Talvez a situação seja esquerda,
Mas todo crítico, afirmo, é uma merda.
Depois de adulto, há certas coisas que só continuo a fazer devido à saudade. Situações que me remetem os tempos em que era feliz e, se quer, tinha conhecimento disto. Mas afinal, o que significa ser feliz? Demorei para perceber que meus sentimentos de felicidade são breves e se encontram em tudo aquilo que não sei. Ou seja, quando algo ainda me é incompreensível, mas tem cor e vive dentro da alma por um mísero segundo, significa que posso estar feliz. Do contrário, por mais álacre que eu me encontre, a alma também adivinha o preço que me cobram em poucos instantes. E nessa razão, digna de tempos contemporâneos, vivo o que o espelho me diz, buscando a felicidade naquilo surpreendente e acalmando meu coração ao entender o que meu prendeu. Tudo, em pequenos espaços de tempo. Por isso, voltar a ser criança por cinco minutos extingue a razão que breca minha euforia. É quando recuso entender o que não sei, e fico somente com o espírito do fascínio, encontrando por pouco, porém proveitoso período, meu estado de felicidade.
( O Tempo e o Amor)
O verdadeiro amor começa;
Depois que você pensa
Que já aprendeu o que era o amor.
Depois que você aprende,
Que tudo o que sabia,
Era apenas um ensaio,
Para chegar ao amor
Depois que entende,
Que se calar é mais cômodo,
Porém, calar é o atalho
Que te leva ao desamor.
Após viver algumas décadas,
E compreender algumas ciências.
Aí sim;
Estará rumo à experimentar o amor.
Aquilo que em nós já existia antes de chegar quem dentro de nós o acorda, depois de desperto, jamais adormecerá de novo até que o longe se faça perto e se cumpram todas as vontades.
Não me iluda, não mais do que já o fez.. não fale o que não sente pra depois não ter que me provar quando sentir de verdade.
Depois de tanto cair, a gente aprende que é besteira viver em turbulência. É tudo tão passageiro. A gente dorme pensando em morrer e quando acorda já pode sorrir outra vez. A gente chora, lamenta, ouve aquela música que faz a ferida reabrir, escreve pra ver se de alguma forma a dor escorre pelos dedos e fica só no papel. Parece pra sempre, mas não é. Nunca é. No fim a gente vê que nem vale a dor de cabeça, o embrulho no estômago. Não anula a dor, mas se aprende a lidar melhor com isso. Depois das turbulências, juro, a gente aprende. Hoje, enfim, meu coração re(pousa).
Sou uma guerreira. Depois de todas as quedas, todos os roxos, estou aqui. Firme e forte pra enfrentar um batalhão. Sobrevivi ao primeiro amor, amores não correspondidos, decepções de amigos e brigas com a mãe. Hoje olho pra trás e posso dar risada de como me senti e de como reagi. Pude aprender com meus erros, pude crescer. E sabe, por mais que eu tenha cometido erros, não tenho como me arrepender. Tenho muito orgulho de quem me tornei.
Depois de tudo vem o nada que antes havia depois de tudo! Essa é a verdade das conquistas. Depois que se conquista e perde a graça tudo volta a ser como antes, ou seja, renasce o desejo de novas conquistas. - Frase de Almany Sol em Pensador Uol
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