Mudar de Cidade
Tempestade de gelo
No meu copo o apelo
Mar tenebroso no meu marasmo de zelo
Respiração profunda
Responde a pergunta
E eu flutuo enquanto a embarcação afunda.
Eu não sei fazer as coisas que ela fazia. Eu não sei cuidar da nossa filha do jeito que ela cuidava. É isso que mais me dói: é saber que a minha filha tá sofrendo porque eu não consigo ser o pai que ela precisa que eu seja.
Eu recebo o dom da vida, todo dia o sol se anima: então eu tenho que seguir; eu ergo a mão pro céu, vou cumprir meu papel, tenho na mão tudo o que eu aprendi. Eunão ligo pra tribulação, "Jah" conhece o coração, sabe que eu tô pronto pra agir; eaqui dentro do meu peito a vóz que eu ouço com jeito - me dizendo que é pra eu não desistir...
O que está em jogo é muito mais que realizar coisas; é transformar a própria existência em um ato criador.
A partir do respeito se cria com a energia dos bons sentimentos, da compreensão e valorização do espaço do outro.
Cada um de nós é responsável pelas próprias experiências. Sejamos conscientes de que criamos a nossa realidade.
Às vezes, quando somos jovens, empreendemos um projeto de vida sem saber exatamente onde nos metemos, e mais tarde nos damos conta de que estamos vivendo um sonho equivocado: nem queremos realizar esse trabalho, nem estar com essa pessoa, nem nesse lugar.
Temos o poder de mudar nossas crenças e assim mudar nossa forma de ver a vida. O resultado pode ser uma nova vida e novas condições físicas.
Quando não escutamos nem sentimos a necessidade de mudar, ela nos é imposta. A natureza o fará através de uma crise, um colapso, uma ruptura, um acidente, uma doença.
