Muda que quando a Gente Muda
E quando essa loucura toda acabar, a gente vai se abraçar, chorar, beijar, e dizer que todo nosso esforço valeu apena!
Na vida sentimental, não existe essa de quando casar, sara. Dói. E a gente tem que se acostumar com isso.
Quando conseguimos expressar quem a gente é, naquilo que a gente faz,
então conseguimos experimentar a realização plena.
Sabe quando a gente olha pro lado e vê aquela pessoa especial e ela sorrir? É a melhor sensação que existe.
Gente é sério, jura que tem quem acha graça em entrar num jeans 36? Porque eu quase choro quando emagreço e chego a usar 38!
Quando o coração aperta a gente precisa de um refúgio, mesmo que este refúgio seja nos trancar dentro de nós mesmos.
Amor quando e de verdade fica gravado no coracao para sempre porque a gente nao manda no coracao ele manda na gente
Tanta gente aí esperando ansiosamente pra ver o que a vida oferece, só que não sai de casa, e quando sai, não tem o olhar curioso nem o espírito aberto para receber o que ela traz.
A saudade dos olhos...
Às vezes, tudo o que a gente precisa é matar a saudade dos olhos. Quando já não cabe mais o toque, o tom, a voz. Quando o corpo ainda quer, as mãos ainda sentem e a boca ainda saliva...mas, ainda assim, a razão diz que não. Quando não há música, fotografia, aquela camisa dele que ficou, a lembrança mais doce dos dias de sol...quando nada disso faz desacelerar o coração que bate incansavelmente ao simples recordar...é nessa hora que os olhos sangram. Sim, porque o coração já sangrou faz tempo. A saudade dos olhos é, acima de tudo, pura, casta. É uma vontade incontrolável de, apenas, ver. Ver de longe, por entre brechas. É, por instantes, sentir de novo. Reviver. A saudade dos olhos talvez seja a saudade da alma, que não precisa de um meio físico pra sanar. Talvez seja apenas energia. Recarga. O que de verdade se sente é um sossegar embriagante. Uma entorpecência eufórica. Os olhos buscam alimento pra alma. A alma parece aquietar-se dentro do corpo. O corpo obedece à razão...mas o coração...ah, esse, involuntariamente, não! Porque o que os olhos veem, o coração, pesarosamente, sente.
Tem gente que guarda gente como guarda objetos em caixinhas, como lembrancinha...quando dá, pega e dá uma olhadinha, quando precisa pega e dá uma faladinha...que bonito, se não fosse medíocre!
Quando somos pequenos queremos ser iguais a gente grande, as meninas usam os sapatos, as roupas e as maquiagens da mãe, os meninos sempre se espelham nos pais, querem ser iguaizinhos, até escolhem a mesma profissão. Só que a gente cresce entende que ser adulto não é só fazer a escolha de qual roupa usar ou qual a profissão seguir, aí começa o desespero de querer voltar na infância, mais o importante é nunca esquecer a nossa essência, mesmo depois de adultos.
A gente só dispensa o amor de alguem, quando não sentimos o mesmo. Quando a gente gosta, simplesmente quer estar junto!
Existe uma coisa dolorosa chamada adeus...
Ela angustia a gente, mesmo quando é um adeus pra uma férias, pra viagem do sonho de alguém, ou de qualquer outra forma.
Adeus é sempre um adeus. Despedida é sempre despedida. E nunca dói pouco.
Façamos ser dolorosa nossa despedida!
Façamos ela brotar sempre que nos retiramos de um local ou ambiente.
Isso será o fruto das sementes que plantamos enquanto presentes.
Que cada partida seja um recomeço, que cada adeus seja uma doce saudade...
A palavra “adeus” me arremete a: Estarmos entregando a Deus quem estava até então perto de nós.
E que seja assim a cada nova jornada quando nos despedirmos... Que as novas jornadas estejam calmamente sendo providenciadas, cuidadas por Deus.
Ainda sim repito, quão triste é a dor do adeus...
gente Boa preste atenção, o Amor quando chega ganha seu coração, Pois ñ deixe ele Ir ñ... Lute por quem Te ama.
Ás vezes a gente quer tanto alguma coisa, que quando achamos que estamos no caminho de conseguir, criamos altas expectativas, fazemos planos, eliminamos todas as possibilidades de dar errado, e de repente "BRUM" explode na nossa cara. Acho que quem inventou a frase "não crie expectativas" devia ganhar um prêmio pela genialidade e também devia ensinar como não criá-las. O único lado bom da história é ter a certeza de que tudo tem o seu tempo certo, quando não é hora não adianta espernear. E lá vai eu, mais uma vez, exercitar a paciência, esperar o tempo certo, confiar em Deus e não perder meu tempo com insatisfações.
Quando as pessoas querem algo da gente, perecem anjos. Quando nao precisam
mais ou nao conseguem o que querem mostram a verdadeira face. Os
verdadeiros(as) são raridade nesse mundo corrompido em que vivemos. Olho
aberto e atenção constante.
