Muda que quando a Gente Muda
E quando a gente sente alegria está experimentando aquilo para que fomos criados.
Saudade no peito
Saudade no peito a gente mata
Quando fica perto um do outro
Sentindo o pulsar do coração
Se embriagando de paixão
Quando o amor parece se esconder
É só ele querendo dizer
Que quando é verdadeiro
Não se acaba, apenas adormece
Para despertar mais forte
E que isso não é sorte
É apenas consequências
Por isso eu não quero ficar
Uma vida inteira sonhando contigo
Sem ter teu abraço,
Sem ter teu calor
Sem te dar abrigo,
Correndo o perigo
De me apaixonar e perder seu amor.
– Quando a gente deu aquele beijo, o mundo desapareceu pra você?
– O mundo não. Meu universo inteiro.
A gente avisa, cansa de avisar. Avisa de novo, avisa avisa e cansa de avisar de novo. Quando a gente ama a gente avisa, até que se cansa de avisar. Aí a gente vai fazer outra coisa que não cansa. Compra um ingresso, senta na arquibancada e vai assistir de camarote. Aí a pessoa se assusta, percebe que não foi falta de aviso, aí já é tarde.
Hoje eu percebo que o amor não tem fronteiras para amar alguém !
Quando a gente ama de verdade, não importa aonde ela esteja.
O amor é um fogo que fique no coração que nunca se apaga.
Longe da Amada é o momento é o momento aonde o coração se divide em dois🫶🏼.
Quando as cortinas podem se fechar
Para eu desabar meu pranto?
Onde a gente pode esconder
Aquela tristeza
Que aparece de quando em quando?
É...
Nos bastidores da vida, ninguém
É feliz todo o tempo,
Mas sorrimos, esperançosos,
Contagiando toda a gente, e...
O que queremos mesmo
É ser contagiados.
Quando as cortinas se fecham?
Quando a gente Ama de verdade, a gente não faz medidas do perdão, paciência, compreensão a gente só faz medida de quanto quer a outra pessoa feliz. O amor é assim.
Paro, oro, peço, penso
Converso tanto com Deus
E ele em jogo de silêncio
Quando a gente bate um papo
Eu sinto até um arrepio
De quem nunca respondeu
Mas sei que sempre me ouviu
Quando a vida silencia
Há um dia em que a gente acorda,
e tudo parece igual, mas é diferente.
O café tem o mesmo gosto,
o sol nasce no mesmo canto,
mas algo em nós já não espera.
De tanto esperar e se frustrar,
aprendemos a não esperar mais.
Não é tristeza, nem dor,
é um silêncio que se instala.
Um jeito de caminhar olhando o chão,
não porque se teme o horizonte,
mas porque o horizonte deixou de prometer.
E então, a vida vira rotina.
Os passos seguem por onde devem ir,
as palavras saem porque precisam sair,
o sorriso aparece porque se aprendeu a mostrá-lo.
Mas dentro, tudo é morno.
Não é amargura, é aceitação.
Aceitar que as pessoas não são o que sonhamos,
que o mundo não é justo,
e que o tempo leva mais do que traz.
E é estranho, porque há paz nisso.
Uma paz áspera, que não conforta,
mas alivia.
Como se o coração dissesse:
"Eu entendi. Agora, só sigo."
E seguir é tudo o que se pode fazer.
Até que chegue o fim.
Até que a vida silencie.
Esses dias atrás eu andei revendo algumas fotos antigas minhas, sabe quando a gente quer lembrar da gente? Eu queria lembrar como é que eu era, do que eu gostava, o que eu pensava, o que eu sentia. Queria encontrar de novo aquele entusiasmo que eu tinha pela vida. A vida me virou do avesso no últimos tempos e está difícil colocar as coisas no lugar. Noto que estou voltando para a fase onde eu não falo com ninguém, não me alimento direito e dormir se tornou uma tarefa quase impossível.
A gente sente, a gente sabe quando é hora de fechar a porta. Essa hora é aquela em que, a pessoa confunde afeto com perversão. A gente sabe, a gente sente.
Flávia Abib
A gente sabe que é amor quando o tempo passa e o sentimento não diminui, permanece pleno, total e infinito.
