Morto Vivo
DESTRINCHANDO-ME
Não tenho medo do tempo,
Porque eu sou um relógio,
Vivo de momentos e sem desperdiçar uma boa aventura.
Não tenho medo do vento,
Porque eu sou um furacão,
Uma mistura de sentimentos e emoções.
Complexo em mim mesmo.
Como um ciclo, que nunca se repete.
Como eu disse: complexo.
Não tenho medo de pessoas,
Porque eu sou uma multidão.
Gritos, críticas e desejos ecoam na minha razão.
Não tenho medo do escuro,
Porque eu sou a noite.
Tenham medo do que pode se esconder em mim enquanto a luz não mostra quem eu sou.
Complexo em mim mesmo.
Como uma linha, que sempre se repete.
Como eu disse: complexo.
Eu tenho medo de promessas,
Porque elas podem ser quebradas.
Como se eu estivesse voando enquanto estava caindo.
Eu tenho medo de palavras,
Porque elas podem ferir minha integridade.
Quando doer, não vai me matar, eu posso escrever,
Desabafar comigo mesmo.
Complexo em mim mesmo.
Como o infinito que está logo ali. Como eu disse: complexo.
Eu tenho medo de sonhos,
Porque parecem uma escada para uma utopia.
Não adianta procurar dentro de mim,
Porque eu sei que eu sou a euforia.
Eu tenho medo de você,
Porque olhe pra suas mãos e veja o meu coração.
Através dele você alcança meu interior.
Mas você não vai encontrar nada lá dentro.
Nem o meu infinito peculiar.
Complexo em mim mesmo.
Como meu coração.
Como meus sentimentos.
Como eu disse: complexo.
Quando estou entrando em processo de estresse, faço uma “faxina” no “canto” onde vivo, ou melhor, cuido do meu jardim: rego o que preciso manter, “replanto” em outro lugar o que já está me cansando, desprezo o que já contém ervas daninhas, distribuo o que pode ser útil para outras pessoas, pois aprendi muito cedo que o que não é mais necessário pra mim pode ser importante para outras pessoas. Quando isto não resolve, porque o “fardo” está muito “pesado, faço um “deserto”, recolho-me no silêncio possível.
É tão bom morrer e continuar vivo.
O amor não mata, se for ao paraíso.
Escolha bem sua esposa, tenha filhos e reúna seus amigos.
Ou envelheça bebendo em bares, sem rumo e sem juízo.
Eu vivo o amanhã como se fosse hoje,
Coloquei o futuro no lugar do passado
Se eu não pensar no que vem amanhã
Posso acordar sendo condenado.
Consequências do fim
Hoje, eu estou só.
Me sinto só.
Vivo caminhando pelas ruas
sem ninguém para me acompanhar
em meu caminho sem fim,
sem rumo, sem estrada,
sem felicidade e sem amor.
Me sinto tão triste,
preso pela própria liberdade,
infeliz pela minha consciência,
coração partido pelas mágoas.
Estou tão triste e solitário,
sem ninguém para me acompanhar
sem uma mulher com quem dialogar.
Na calada da noite,
muito frio aqui está.
Não tenho cobertor e nem amor.
Não sei onde o amor esta,
mas tenho a esperança
de um dia, sem medo,
poder de novo amar.
De tudo que vivi, do que não vi, vivo presa e livre ao mesmo tempo, como se o tempo não tivesse passado. Marilina 2014
Vivo no mundo das lembranças... O mundo do relembrar, do imaginar, onde os meus pensamentos voam e me deixam levar pelas lembranças.
O mundo das lembranças é um outro mundo, que não este aqui... Mas, vivo também no mundo real, habitado por pessoas que, iguais a mim, se cercam de lembranças, transitando, como uma sombra, dentro de seus pensamentos.
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro " Viajando nas Lembranças"
Nada viver como sempre sonhou, cada um faz as escolhas que convém. Vivo as minhas, vivo feliz. . !
Marlon Antunes
Um homem nao morre quando perde a vida, mas sim quando para de pensar eu vivo para pensar e penso para viver...
IN-certeza
Porque não sei se fico ou se parto.
E vivo assim nesse descaso.
Na certeza que são tão escassos os teus abraços.
No qual me envolvias em certo, mas hoje não sei mais se existem de fato.
Meu amigo Dark
Vivo eu nas trevas !
E isto mim consome
Quero ser Luz
Eu também sinto essa fome
É triste é frio é tenso
Acho que já é tarde
É foda e eu sei
E as vezes mim sinto um covarde
Eu não sinto medo
E quase sempre não sinto nada
Eu sei de tudo isso
E mesmo assim não sei de nada
Eu vejo a luz no fim do túnel
Eu vejo 1001 possibilidades
Eu vejo ela tão próxima
Que quase já não vejo nada
Eu vejo a vida se esvair pelos dedos
E o tempo corromper a carne
Sim ! O tempo ele mim parece mais covarde
Quando eu fui já não mais era
E quando era eu nem fui
Eu não sei se eu venho mais
Mais um dia todo mundo vai
Eu não tenho medo
Também não tenha
Daime a tua mão e partiremos juntos
Lá eu não sei
Mais nada é pior que o mundo
Nada , nada é melhor que o mundo
É isso é o pior
Exatamente !
Eu vivo nas trevas
Aqui é frio triste e tenso
Eu não tenho medo disso
Sou privilegiado porque eu penso
Eu vejo a luz no fim do túnel
E corro contra o tempo
Corro Contra o vento e o que vinher
Não posso perder isso
Eu preciso ver
Nem que eu morra cego
Até que eu morra cedo
Mais não posso morrer de cede
Eu não sou um covarde
Você que entendeu errado
Eu não tenho medo
E sempre estou do lado
E aí está o meu único medo
Que é não estar
Eu passo frio fome
Fico sego e morro seco
Mais se eu chegar do outro lado
E não tiver nada
Nem um sarcasmo tipo
Aqui é Lugar nem um
O simples vazio de não existir
E o pior terror que eu não vivi
E pior que um Diabo que também morreu seco
Ou um paraíso que não tem sexo
É eu não sou um covarde
O tempo é que é
Tudo passa e o tempo leva
Coitado dele que veve com a culpa
Vai morrer sozinho gordo e surdo
Por engolir o mundo
Quando eu for que seja sol
Eu morrerei sorrindo
Porque eu naci chorando
Você que fica festeje
Não mim deixa só
Não mim deixe ir
Mim guarde aí com vc
Não tenha dó
Lembre-se do que é bom
Queime o edredom
Mais guarde o nosso som
Viva os nossos sonhos
Venda os nossos votos
Veja os nossos filhos
Leia aquele livro
Lembrece de mim
Mim guarda no seu peito
Enquanto isso existir
Serei eu eternamente vivo !
Deus me ama!
não há consequências se eu continuar a viver em pecado!
pois vivo a graça de Deus...
É este o pensamento que muitos HOJE dentro da igreja
carregam e praticam no dia a dia!
As vezes..
Vivo pensando as vezes
As vezes me pego pensando
Quando voltarei a ser feliz
Por mais alguns anos
As vezes a vida vai bem
Em outras ela vai mal
Será a vida injusta
Ou será que nós á vivemos mal.
