Montanha Russa Marta Medeiros
O gostar é tão bonito
por haver sinceridade
do coração vem o grito
de quem tem felicidade
em cada linha está escrito
que o amor é infinito
pra quem ama de verdade.
Por aqui falta o ensino
terra seca nada soma
na escola do destino
toda prova tem sintoma
morre o sonho do menino
mas na mão do nordestino
cada calo é um diploma.
Respeite nosso sertão
não fale mal do oxente
não sabe o valor do chão
quem desconhece a semente
não se cura com opinião
a dor que maltrata a gente.
Um Deus com defeitos;
Um Deus tão humano quanto os humanos que ele próprio criou;
Um Deus longe de ser perfeito; refletindo tudo em letras cursivas, feito de um lápis com a ponta violada.
Existem mulheres que lutam para conquistar um lugar ao sol... e mulheres que se contentam com a primeira sombra.
É tão mole olhar para o próprio umbigo,
É tão simples pensar nas nossas próprias atitudes,
É tão prático analisar nossos defeitos...
Aceitá-los é que os tornam difíceis.
Tenho certeza que o amor é obra de Deus pois assim como ELE, está em todos os lugares, menos onde não o deixam entrar.
O que une as almas que saltam em um córrego de alegria?
A etimologia não encontrou ainda a palavra que tem o crucial, imortal e itinerante absoluto sorrir para o amanhã.
O coração de uma mulher é como uma fortaleza...
se o seu guardião não o proteger...
o inimigo invade.
Mesmo as horas passando ...
Ainda... há tempo para ser feliz.
Assim como a revoada dos pássaros,
Em seu voo sincronizado...
Tal qual a felicidade espera...
Com sutileza o vento.
Para em seu ritmo, deitar... e alinhar sorrisos.
Brasil: mostra a sua cara
Atrás dos olhos, a imagem... Todos olham.
É certo ou errado?
Uma quantia, boa quantia, tripla quantia.
Dinheiro, muito dinheiro.
Rio quarenta graus!!!
Antes uma verdade, hoje a realidade.
Crianças assassinadas.
Crianças... Súbitas crianças... Crianças heterogêneas.
“Olha que coisa mais linda, que coisa mais bela, é ela que passa”
Crianças rejeitas, desamadas, largadas.
Doadas para a vida.
Doadas para a rua.
Crianças inquietas, fadonhas.
Que ficam jogadas ao vento, ao lento, ao tempo.
O que elas pensam? No maior evento?
Esconder-se no craque?
Amarrar a trocha, descer a rua?
Esconder-se no beco, no lixo?
Sem consciência, sem utopia, sem infância.
Interesses, dinheiro, poder, regimento, estatuto.
Qual a perspectiva de vida? E o futuro?
Há crianças morrendo à míngua.
Interstícios...
E a humanidade enclausurada.
Objeto fóbico.
“Acorda Maria bonita,
Levanta, vem fazer o café,
Que o dia já vem raiando...
E a polícia já está de pé”.
Bela combinação agora...friozinho!!!
Vinho ... e Poesia... Resgatar pensamentos...
Perceber que a estação mudou... isso significa...estar vivo.
Obrigada Deus por nos tornar sensíveis as mudanças da vida.
