Monologo sobre Relacionamento
Tão humanos quanto reais.
A gente sempre acredita que tenha alguma ciência sobre a vida, sobre o conhecimento das coisas e das pessoas.
A gente cresce, amadurece um tanto e começa a se achar quase pronto para enfrentar o mundo.
Tolice!
A realidade da vida é tão coberta de detalhes e surpresas que, quando a gente menos espera, vem a vida e ordena:
-Aprende!
É quando só resta obedecer, levar no toco, abaixar a guarda e recomeçar.
Toin!
A vida humana é incrível porque a capacidade humana é de completo livre arbítrio, quem não acredita nisso está no começo da jornada, ainda não deu dois passos, porque quem já deu dois passos, como eu; nasci e aprendi a andar, sabe muito bem que o dia de amanhã é uma surpresa e quem está ao nosso lado, ou a frente, ou atrás, um dia; seja amanhã ou mais tarde, ainda vai nos surpreender.
Resta então rezar por uma surpresa positiva.
A humanidade é estranha, tão estranha que nada do que ela faça pode ser considerado estranho.
A humanidade é divinamente humana. Isso explica tudo!?
Mas há uma coisa que me intriga, o porquê de algumas pessoas escolherem viver a mil por hora, afinal a vida lá fora já se movimenta assim. Como é que elas aguentam?
Tem gente que, propositalmente, vive de instigar e provocar velozes reações, chocantes imagens, tristes observações.
Tem gente que não consegue viver um minuto sem provocar, testemunhar, ou sentir: dor.
Não bastasse os falsos nossos de cada dia, os loucos nossos de plantão e os pilantras da esquina, tem gente que se realiza com a força da destruição, olhando nos olhos da revolta, tocando a ferida.
Fala sério!
Quanta infelicidade...
Onze verdades sobre a vida.
Você sempre irá se apaixonar por alguém no colegial, ou ensino fundamental.
Algum amigo sempre te magoará, sendo melhor amigo ou não.
Sua mãe sempre vai te ameaçar tirar algo de você, se fizer besteira.
Terá sempre a mesma vontade de mudar de cidade, quando algo de ruim acontecer.
Seu primeiro beijo, você nunca esquece, seja ele horrível ou muito bom.
Sempre terá inimigos, seja pouco ou seja muitos.
A vida nunca vai ser como nos filmes, não mesmo.
Sempre fará uma loucura na adolescência, que vai te condenar por muito tempo.
Chegando na adolescência, você sentirá saudade da sua infância.
Chegando na fase adulta, você sentirá saudade da sua adolescência.
Chegando em sua velhice, sentirá saudade de toda sua vida…
Me sinto como se depois de um dia lindo de sol,uma tempestade caisse sobre mim.Trazendo coisas que me deixaram péssima,um ar úmido em mim,parece lágrimas,querendo soltar das órbitas que lhe deram vidas.Alegrias e tristezas derepente não mais juntas,só há tristeza sobre mim.E a alegria?não sei por onde anda talvez tenha se exvaindo em sangue com essa minha dor acumulada em meu interior,são nuvens negras paradas em minha direção,esperando meu pequeno gesto para me alcançar e tomar-me para si,sem medo,sem receios,sem tabus de deixar angústia em meu corpo.Misturado em meu sangue,por minhas veias corre livremente a aflição,a desengano,o a Deus não dado,as esperanças perdidas,os arrependimentos de não ter feito tudo que deveria ou quem sabe ter feito mas não bom o bastante para ser eternisado,para ter ficado na memoria e não na dor percorrida por veias introduzidas em mim para me fazer viver,porém hoje não mais são vida,morte na certa.
Musicaram o poema que estava sobre a mesa. Com sons melódicos e penosos fizeram a melhor utopia. Fantasiaram o mundo e agora deitados em seus supostos leitos, os mórbidos bêbados assistem ao filme.
Eu não quero falar de você nem da sua voz lerda de saudade. Não quero falar sobre o seu pânico de me ver depois de uns anos, nem da sua roupa bonita, seu salto quebrado e seu melhor ângulo ensaiado para os primeiros cinco segundos. Não quero falar que você confundiu meu nome com Renato, nem do tremelique que sentiu quando transferi a ligação. Não quero falar da sua resposta fácil, do seu jeito atrapalhado, nem da sua pressa de viver a gente de novo. Não quero falar do seu esmalte descascado, dos seus cílios montados nem de quantas vezes você escovou a língua pra me parir do seu cérebro. Eu não quero falar do seu amor surrado que manca, rasteja e permanece. Eu não quero falar, mas eu sei que você pensou em me contar do carro, da viagem, do banco e do despertador pra sufocar a troca de telefone e o jantar depois do trabalho. Eu não quero falar, mas eu sei que você é a única que acredita que vou ocupar o espaço vazio entre a poltrona e a planta da sala. Você é a única que acredita que eu vou deitar nas suas almofadas pra assistir um dos nossos filmes e acordar com o umbigo sujo de pipoca.
Sabe aquela teoria sobre cuidar das pessoas?
Andei pensando nela por muito tempo.
Embora, ter pensando mais em você ultimamente.
Quando eu consigo e quando você deixa todas as coisas se tornam mais belas.
Por isso todos os dias tento cuidar de você.
Poucas pessoas tem essa capacidade.
Esse dom de tocar, consertar e tornar alguém melhor ou menos triste.
Eu vejo isso com olhos atentos de quem sabe procurar.
Te valorizo simplesmente por ser assim.
Também sei que só eu vi ou só eu pude reconhecer o quão precioso é esse dom.
Que brilha como luz nesse mundo de imperfeição,
Onde só o amor ultrapassa o perfeito.
Pacientemente quero que veja em mim o que eu vi em ti,
Quero que veja o que o artista vê enquanto espera tinta secar.
Bem de perto, no beijo, na pele e no olhar.
O fato de se pensar, já é a propria vida, mais refletir sobre o que se pensa, ai sim é aprender vive-la.
Quando o ser humano parar de maquiar tantas faces sobre a alma e entregar-se a Deus, talvez o mundo pudesse voltar a ser perfeito.
Tão perfeito, como quando o homem ainda não caminhava sobre ele. Não desta maneira, egocêntrica, preconceituosa, interesseira e repugnante.
Podemos dar um soco na cara do outro, podemos dizer mentiras sobre o outro.
Pois nada fará tanto sentido, nada será mais forte do que a saudade que eu tenho de quando estávamos aqui. De quando brigávamos e depois se entendíamos.
A vida é assim, enquanto o dinheiro compra até o amor, pessoas estão se matando pela mesma dor: saudade.
Se eu escreve-se sobre a história da minha vida, desde o primeiro dia que nasci, desde o primeiro dia que sorri e chorei. Seria um dos meus erros mais complexos.
Porem o final seria feliz e triste. Não podemos mudar algo que fizemos no passado, más podemos fazer disso um futuro melhor.
Não me arrependo de nada, sabe foi cada erro que me mostrou o correto a se fazer.
Pode até julgar o meu passado de quatro anos atrás, más o agora quem pode julgar é somente eu!
Adoro a minha vida, como vivo e como ajo em relação á você.
Quando paro pra pensar sobre a vida como ela é, vejo que nada é como eu acho que seja, conheço a vida como ela realmente é. Paro e olho, está tudo errado, não é assim que tem que ser. Viver uma ilusão, será que essa é a vida que realmente levo? Acho que sim, as pessoas que vivem ao meu redor não escondem isso, parece que todos usam uma máscara. Não sei se é bom ou ruim, quando essa máscara cai, conhecemos as pessoas como elas realmente são, as vezes, com isso, perdemos uma pessoa que gostamos muito, mas pode ser melhor assim, pois começamos viver um pouco a realidade, deixando de lado o "mundo da fantasia" que nos cerca.
Quando meus olhos estão sobre os seus tudo a minha volta deixa de existir, pelo menos por um instante
Miseráveis” são aqueles que se endeusam, auto-idolatram.
“Miseráveis” são aqueles que falam sobre tudo, mas não pensam em suas vidas.
...Demiurgo...
Rocei sobre a trama
A fotografia da tua caligrafia
Ordinarios traços de liberdade
Tenho apenas uma pena
Tingi de vermelho
O papel em branco que me ofereceu
Quando eu escrevia poesia,eu escrevia mais sobre oque sentia sobre uma paixão e retratando ela entre versos
E hoje me perguntaram sobre a felicidade, o que me deixa feliz. Qual não foi a minha surpresa ao não ter nenhuma resposta em mente. Meu sangue começou a ferver, meu coração a pulsar mais forte, o que estava acontecendo? Me vi assustada, minhas idéias estavam confusas. Cheguei a pensar que eu não era feliz, e que eu jamais conhecera a tão falada "felicidade". No fundo eu sabia que muitas coisas me deixavam feliz, mas esqueci todas, simplesmente se camuflaram entre o coração e a massa cinzenta. Me vi perdida entre palavras, pessoas, pensamentos. Respirei fundo, relaxei, me demorei, me dei tempo. O que me faz feliz? Por que é tão difícil responder a uma pergunta dessas? Será que é por que eu tenho muitos motivos para ser feliz, que é impossível enumerar a importância de cada um deles? Ou será que eu não sei ao certo o que me faz feliz de verdade. Felicidade é instantânea, mutável, ideológica! Depois me perguntaram o que me fazia sofrer. Qual não foi minha frustração, essa eu conseguia responder "na lata". Já estava ficando preocupada, pressionada. Não saber o que me faz feliz, mas ter certeza do que me faz sofrer!? Preocupante. Dizem que é necessário passar pelo sofrimento para saber o que é a felicidade. Será mesmo? Tudo na vida é questão de escolhas. Até que me dei conta de que felicidade e sofrimento não existem. É isso mesmo, NÃO EXISTEM! E se existem, tem o mesmo significado. O que me fazia feliz há um tempo, hoje pode me trazer decepção e dor, ou vice-versa. A questão é que é tudo muito relativo. Nós idealizamos a felicidade, nós estamos exatamente onde queríamos estar. Muitos vão dizer que não. Mas sim, estamos onde queremos estar e ponto final. Se sofremos é porque queremos, se estamos felizes, a mesma coisa. É tudo fruto da nossa imaginação. O sofrimento faz algumas pessoas felizes, a felicidade faz algumas pessoas sofrerem. Se não há sofrimento não há felicidade. Se completam. É necessário fibra e coragem para olhar para dentro de si mesmo e reconhecer o que nos faz bem e o que nos faz mal. Viver é para quem não tem preguiça. Sofrimento é ter medo de enfrentar os próprios problemas e deixar de lado, como quem não quer nada, esquecer. Mas quanta ingenuidade! Eles NÃO SOMEM, eles se ACUMULAM dentro da gente e um dia todos eles vêm à tona. Temos o livre arbítrio, é claro, e cada um faz o que bem entende. Mas não seria melhor parar, relaxar e tentar resolver o que temos dentro da gente? Sofrimento é opcional, felicidade ocasional. Se eu tivesse que definir a felicidade, neste exato momento, eu diria que é estar em paz consigo mesmo, um estado de espírito muito elevado, a energia vibrante, o auto-reconhecimento. E o sofrimento? Bem, eu definiria como medo. Medo de viver, medo de sentir, medo de ser livre. O sofrimento é uma cadeia esquisita, as pessoas se prendem porque querem. E não é irônico? Se prendem ao acaso do sofrimento justamente por medo de sofrer. Nós nos permitimos ser felizes ou sofredores. Não depende de ninguém. ABSOLUTAMENTE ninguém. Nós é quem nos fazemos felizes ou não. Tudo bem, há pessoas que colaboram para tanto, mas vai de cada um se deixar levar. Ninguém nos obriga a sentir. Sentimos porque somos livres e escolhermos sentir. Comer, dormir, segurança. Eis a base da felicidade para a maioria das pessoas. Tudo que ocasiona conforto nos faz felizes, tudo o que nos proporciona desalento nos faz tristes. O Ser Humano tem que parar de pensar que para ser feliz é necessário ter tudo o que acredita precisar ter. Nem sempre o que queremos nos proporciona felicidade. A felicidade não está nas coisas materiais, quão menos o sofrimento. Tudo isso é ilusão. Uma ilusão dentro da gente, uma ilusão que cabe a cada um de nós fazer florescer ou não.
"Querido diário, cansei. Não vou mais lhe contar sobre ele, releve que estou escrevendo dele agora novamente, mas essa é a última folha sobre tal, eu prometo. Há tantas outras coisas pra te contar, outras tantas novidades. Meu mundo não gira mais em torno dele, nem o dele ao meio, portanto não tenho mais motivos para que as próximas páginas contenham esse assunto. Chega de lamentar pelo que passou, passou não foi? Quero riscos, mais farra, mais risadas, mais bebidas, mais meninos, chega. Meu coração espera por alguém de verdade, até lá diário, me aguarde"
Entre permanecer estático em certezas ou apenas divagando sobre desvarios de mistérios, prefiro a dinâmica do rio da sensata ignorância que os divide, seguindo na correnteza da humildade, que sempre me leva à um mar de aprendizado.
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