Místico
A característica do espírito místico consiste na atribuição de um poder misterioso a seres ou forças superiores, concretizados sob a forma de ídolos, de fetiches, de palavras e de fórmulas.
O espírito místico está na base de todas as crenças religiosas e na maior parte das crenças políticas. Estas últimas desaparecem frequentemente se são desprovidas dos elementos místicos que são seus verdadeiros suportes.
Transplantada para sentimentos e impulsos passionais que ela orienta, a lógica mística dá sua força aos grandes movimentos populares. Pessoas muito pouco dispostas a se matar racionalmente, sacrificam facilmente sua vida por um ideal místico que se tornou seu objeto de adoração.
Sempre prontos a matar, para propagar sua crença, os místicos de todas as eras empregam o mesmo meio de persuasão assim que se tornam os senhores.
Que seja sempre assim amor
completo, místico e de entrega
...mesmo que as diferenças nos atinjam ou ameacem
vamos sentir este prazer em conviver com tudo que nos completa,
norteia e ilumina nosso destino.
Adoro vc do jeito que vc é não imaginaria que se atesse a meus desejos e gostos,
simplesmente pelo fútil motivo de ficar juntos.
Somos almas que se encontram e se completam,
nossa felicidade reside na felicidade do outro, com a entrega e sacrifício que o destino exigir
Isso é vida, isso é viver.... isso é dizer que a vida prá mim valeu a pena!
Beijos
Te amo!
A estrada é muito longa, os espinhos ferem profundamente, mas a esperança te dá um poder místico, a esperança te permite ouvir a verdadeira música, o canto da fênix, esse enche teu espírito com o poder das chamas de um tempo onde o homem não andava nessa terra, de um tempo onde as criaturas da terra eram todas livres da cobiça.
Um sentimento de liberdade interior brotava naquele silêncio. Um sentimento místico, meio alvoraçado, de alguém que, de repente, descobrisse que sabe voar.
Áspero, esse trecho escuro
Íngreme, de intenso tráfico
Místico, em suores gélidos
Severo, com tumores tétricos.
Passo a passo
Eu vim passo a passo errando
Parei no cerrado, hoje solitário
Chão árido, místico templário
Me vi na sorte contemplando
Então pus asas no imaginário
Em vagidos ocos, murmurando
E como peregrino venerando
Em silêncio, orei neste sacrário
E assim o meu poetar ficou perdido
Entre sonhos aos sons estradivário
Devaneando em suspiros indefinido
Já fiz o que vim fazer, involuntário
Fui nobre reverência e saio provido
A alma cheia de um amor solidário
Luciano Spagnol
Maio, 24 de 2016
Cerrado goiano
Ela pra mim é a natureza mais
bela, uma montanha dourada
que sonho escalar, um planeta
místico que sonho explorar.
Somos uma raça de desvalidos!
Mas, queremos uma interferência
de um poder místico para nos livrar, nos amar, nos guiar, nos proteger, nos amparar.
Toda impuldicicia faz parte desta raçae suas doenças adormecidas!
Jamais
Jamais pude resistir,
Ao teu encanto místico de sereia
Por isso tenho que insistir,
Em você circulando em minhas veias.
Interagir com toda a tua alma,
No silêncio frio dessa madrugada,
Decidir com tamanha calma,
Sem o medo de ser abandonada.
Meu coração flutua,
Na imensidão da vida,
A tua linda religião ele cultua,
Bálsamo que cura as minhas feridas,
Bálsamo chamado amor,
Remédio necessário em toda a sua essência,
Cura os malefícios de uma dor,
Dor causada por minha frágil inocência.
Inocência, displicência e carência,
Ingenuidade,lealdade e necessidade,
Ilusão e vãs aparências,
Não pode podar a liberdade.
Liberdade de poder escolher,
O melhor para o meu coração,
Sem o medo de se perder,
Nesse grande fogo da paixão.
Fogo que me consome por inteiro,
Que me aquece nas manhãs frias,
Fogo sedutor e parceiro,
Calor que contagia e anestesia.
Lourival Alves
Aurora o Messias, resplandecência divina, agora é o ápice temporal. Candelabro humanoide, místico progenitor, relevância sóciojurídica. Ainda que a equidade divina prescinda da imagem humana, a efeméride em foco significa a ressurreição do Filho Celeste em meio à derme cronológica do Setentrião e do Austro. Trilho histórico da fé expectante.
O místico conversava com um daqueles homens imparciais.
"ele dizia ao místico, mestre andei por vales e cumes, montanhas, cidades, vilarejos, e nestas andanças fiz de mim inúmeras fotos, mas previlegiei apenas a mim e aos lugares" .
E, o solitário místico que ouvia e via tudo em Silêncio fúnebre disse, "em meio à todas estas fotografias, quem é você?" Chegastes a alguma conclusão ainda que remota, ou mera, suposição?".
E o homenzinho disse é verdade, quem sou mesmo?
E os dois sorriram...
Pode ser que não haja nenhuma explicação, possivelmente místico, além dos nossos sentidos.
Sendo assim, porque não buscar entender? Porque não tentar?O que custa arriscar mais?
Como o ácido que corrói, ou pior, nesse instante a dúvida corrói a alma, o coração martela a mente, a consciência não dorme.
O surreal que poderia acontecer, irá vagar pelo desconhecido e será tomado pelo infinito. E nossa mente como comparação ao universo, com a dúvidaque flutua pela memória, não para sempre, mas por tempo que parecerá eterno.
No amor ideal, não há atos de ódio. Mas é um sadismo doentio que alimenta o processo místico da neurose obssesiva compulsiva, pois cria uma forte conexão entre amor e ódio que decorre de emoções incrivelmente vagas (ambíguas). (Freud, neurose obsessiva)
No amor ideal, não há atos de ódio. Mas é um sadismo doentio que alimenta o processo místico da neurose obsessiva compulsiva, pois cria uma forte conexão entre amor e ódio que decorre de emoções incrivelmente vagas (ambíguas). A conexão deteriorada da alma entre amor e ódio encontra os motivos sentimentais extremos (e ambíguos) da dominação econômica no sadismo. FrEUd (Neurose obsessiva do homem dos lobos).
DOR SUPREMA
Cai a noite, é outono, o cerrado chuvoso, prosa
o amplo e deserto céu, místico e tão sombrio
uma saudade rameira de angústia tenebrosa
geme, ladeia, se fazendo de um silente vazio
É noite. Chove. A sensação se vê preguiçosa
que só tortura... a recordação provoca arrepio
porque sofre na poética do bardo calamitosa
que só tem nas sombras de um nublado estio
E a noite adentra, e as saudades, uma a uma
pesam na solidão, e assim, a tristura exuma
acordando no sentimento o aperto que aflora
Ah! Eu quisera, planear a felicidade no poema
dum dito amor, um amor, não a dor suprema...
Chove lá fora! Cá dentro a minha alma chora!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
20 março, 2022, 17’52” – Araguari, MG
Um labirinto místico...
Não dá pra nem pra descrever em uma linda frase.
Porque buquês são flores mortas num lindo arranjo, feito pra você!
As ruas estão cheios de almas tão vazias,
A ganância vibra, a vaidade excita!
Não precisa perde e sofrer pra saber o que é melhor pra você...🧠💭💭😘🍫
