Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Hoje em dia tenho a arte como um hobby que visto a assim que banho toda a minha alma da ilusão que ela me causa.
A norma culta diferente da criatividade e do talento diz para minha inspiração que eu não posso poetisa-la, mas os meus ouvidos são surdos quando querem que a poesia cale-se em mim.
Leia minha alma. Meus olhos podem te ajudar. Julgue a minha calma, ela esconde a confusão dentro de mim. Perca sua razão, sua noção, seus medos, jogue fora seus velhos conceitos, saia do convencional. Não me importa seus defeitos, todos são fáceis de consertar. Existe uma assistência técnica para cada um deles. Não queira saber meus segredos, tenho medo de revelar. Não duvide do meu desejo, deseje o meu beijo e minha vontade de ficar. Posso ir. Eu sei disso. Mas, agora, meu querer e minha alma não querem saber de outro olhar.
Se eu não te convencer pelo fervor das minhas palavras que eu convença pelo sacrifício da minha vida.
Duas palavras vão reger a minha vida: QUERO e PROMETO. A "vontade" é algo que vêm do âmago do próprio Ser e o "prometo" é a atitude radical de um compromisso assumido.
É que minha cara, se você acha que seu marido não pode ir pro exterior, pra fazer o curso que ele tanto sonha, porque você vai morrer de saudades e não vai aguentar, você é uma egoísta e não o ama. Apenas! Quem ama, suporta, aguenta, espera, torce e mesmo que isso acabe com teu casamento, ainda sim deverias ficar feliz pelo progresso dele. Sentimentos verdadeiros anulam o nosso egoísmo e nos fazem cuidar da nossa vida, e deixar que eles cuidem da deles do modo que melhor achar! Se liga!
Lembro-me que na infancia, vi o mar pela primeira vez...
So se repitiu a sensação quando minha filha nasceu
meu silenciO
No silencio da noite eu caminhava
E sempre, na minha dor trazia.
O sereno daquela noite fria
Que o silencio sobre me deixava.
O silêncio da noite me fazia
Eu sentir da razão, a incerteza.
E a causa de toda essa tristeza
Era o vento, a brisa que trazia.
E eu, tão triste, contemplava a rua.
Sonolenta, no clarão da lua,
Que talvez dissia para mim:
Vai poeta, nesta longa rua.
Que pra mim, a vida continua.
Mais tua vida, estar chegando ao fim
Era difícil para mim acreditar. Minha mãe tinha um buraco e meu pai um pinto que espirrava suco. Como eles podiam ter coisas como essas e continuar caminhando como se tudo fosse normal, conversando sobre banalidades, e então fazem aquilo e não contam nada para ninguém? Sentia realmente vontade de vomitar quando encarava a idéia de ter começado a partir do suco do meu pai.
Fecho meus olhos de toda maldade, meus ouvidos de toda calúnia e minha boca de toda blasfêmia.
E eu repito, quero ainda crer que é possível.
Crer no impossível.
Faça-me crer, faça-me crer.
Faça-me acreditar.
Tento não deixa-lo vim em minha mente mais é impossível; como não pensar na pessoa que fez minha vida mudar de rumo?
