Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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⁠Alguns já aderiram ao novo modo de conversar,
Onde os dispositivos tem ouvidos e os feeds falam.

Inserida por rogerjr

⁠De onde eu venho seu moço tudo tem o seu valor. Não desvalorize a moça porque tem troco tem troco

Inserida por Lu_Correia

Ninguém sabia seu nome, de onde ela vinha
mais sabiam que a nega tinha a cor da Bahia.

Ele sentiu agora que ele não era simplesmente perto dela, mas que ele não sabia onde ele acabou e ela começou.

ONTEM, HOJE E AMANHÃ

Ontem sabia quem era e onde estava...
hoje sei quem sou e onde estou...
Mas serei eu amanhã a mesma...
se nem eu sei para onde vou!

Ontem sabia o que queria...
hoje continuo a saber o que querer...
Mas quererei eu amanhã o mesmo...
se nem eu sei aquilo que eu posso ter!

Ontem sabia com o que sonhava...
hoje continuo a saber com o que sonhar...
Mas sonharei eu amanhã com o mesmo...
se nem eu sei se terei asas para este voo levantar!

Ontem sabia com quem contava...
hoje continuo a saber com quem contar…
Mas contarei eu amanhã com os mesmos...
Não sei!! Verei… quando o amanhã chegar!

Reencontro

Deus,
Passei tanto tempo te procurando, não sabia onde estavas.
Olhava o infinito, não te via e pensava comigo mesmo:
"Será que Tu existes?" Não me encontrava na busca e prosseguia. Senti-me só e desesperado. Te descri.
Na descrença Te ofendi.
Na ofensa, tropecei e caí.
Na queda, senti-me fraco.
Na fraqueza, pedi socorro.
No socorro, encontrei amigos.
Nos amigos encontrei carinho.
No carinho, vi nascer o amor.
Com o amor vi um mundo novo.
No mundo novo, resolvi doar.
Doando, recebi.
Recebendo, me senti feliz.
Feliz, encontrei a paz.
E com paz, foi que te enxerguei.
Pois dentro de mim Tu estavas.
E sem Te procurar... foi que Te encontrei.

Adélio Neves
JUNIOR, Eliseu F. da Mota. Que é Deus? São Paulo: Casa Editora O Clarim, 1997.

Era uma vez o País das Fadas. Ninguém sabia direito onde ficava, e muita gente (a maioria) até duvidava que ficasse em algum lugar. Mesmo quem não duvidava (e eram poucos) também não tinha a menor ideia de como fazer para chegar lá. Mas, entre esses poucos, corria a certeza que, se quisesse mesmo chegar lá, você dava um jeito e acabava chegando. Só uma coisa era fundamental (e dificílima): acreditar.
Era uma vez, também, nesse tempo (que nem tempo antigo, era, não; era tempo de agora, que nem o nosso), um homem que acreditava. Um homem comum, que lia jornais, via TV (e sentia medo, que nem a gente), era despedido, ficava duro (que nem a gente), tentava amar, não dava certo (que nem a gente). Em tudo, o homem era assim que nem a gente. Com aquela diferença enorme: era um homem que acreditava. Nada no bolso ou nas mãos, um dia ele resolveu sair em busca do País das Fadas. E saiu.
Aconteceram milhares de coisas que não tem espaço aqui pra contar. Coisas duras, tristes, perigosas, assustadoras, O homem seguia sempre em frente. Meio de saia-justa, porque tinham dito pra ele (uns amigos najas) que mesmo chegando ao País das Fadas elas podiam simplesmente não gostar dele. E continuar invisíveis (o que era o de menos), ou até fazer maldades horríveis com o pobre. Assustado, inseguro, sozinho, cada vez mais faminto e triste, o homem que acreditava continuava caminhando. Chorava às vezes, rezava sempre. Pensava em fadas o tempo todo. E sem ninguém saber, em segredo, cada vez mais: acreditava, acreditava.
Um dia, chegou à beira de um rio lamacento e furioso, de nenhuma beleza. Alguma coisa dentro dele disse que do outro lado daquele rio ficava o País das Fadas. Ele acreditou. Procurou inutilmente um barco, não havia: o único jeito era atravessar o rio a nado. Ele não era nenhum atleta (ao contrário), mas atravessou. Chegou à outra margem exausto, mas viu uma estradinha boba e sentiu que era por ali. Também acreditou. E foi caminhando pela estradinha boba, em direção àquilo em que acreditava.
Então parou. Tão cansado estava, sentou numa pedra. E era tão bonito lá que pensou em descansar um pouco, coitado. Sem querer, dormiu. Quando abriu os olhos — quem estava pousada na pedra ao lado dele? Uma fada, é claro. Uma fadinha mínima assim do tamanho de um dedo mindinho, com asinhas transparentes e tudo a que as fadinhas têm direito. Muito encabulado, ele quis explicar que não tinha trazido quase nada e foi tirando dos bolsos tudo que lhe restava: farelos de pão, restos de papel, moedinhas. Morto de vergonha colocou aquela miséria ao lado da fadinha.
De repente, uma porção de outras fadinhas e fadinhos (eles também existem, quer dizer fada macho) despencaram de todos os lados sobre os pobres presentes do homem que acreditava. Espantado, ele percebeu que todos estavam gostando muito: riam sem parar, jogavam farelos uns nos outros, rolavam as moedinhas, na maior zona. Ao toquezinho deles, tudo virava ouro. Depois de brincarem um tempão, falaram pra ele que tinham adorado os presentes. E, em troca, iam ensinar um caminho de volta bem fácil. Que podia voltar quando quisesse por aquele caminho de volta (que era também de ida) fácil, seguro, rápido. Além do mais, podia trazer junto outra pessoa: teriam muito prazer em receber alguém de que o homem que acreditava gostasse.
Era comum, que nem a gente. A única diferença é que ele era um Homem Que Acreditava.
De repente, o homem estava num barco que deslizava sob colunas enormes, esculpidas em pedras. Lindas colunas cheias de formas sobre o rio manso como um tapete mágico onde ia o barquinho no qual ele estava. Algumas fadinhas esvoaçavam em volta, brincando. Era tudo tão gostoso que ele dormiu. E acordou no mesmo lugar (o seu quarto) de onde tinha saído um dia. Era de manhã bem cedo. O homem que acreditava abriu todas as janelas para o dia azul brilhante. Respirou fundo, sorriu. Ficou pensando em quem poderia convidar para ir com ele ao País das Fadas. Alguém de que gostasse muito e também acreditasse. Sorriu ainda mais quando, sem esforço, lembrou de uma porção de gente. Esse convite agora está sempre nos olhos dele: quem acredita sabe encontrar. Não garanto que foi feliz para sempre, mas o sorriso dele era lindo quando pensou todas essas coisas — ah, disso eu não tenho a menor dúvida.

⁠Sábado é meu dia de fazer uma faxina. Não sabia por onde começar. Resolvi começar por dentro (de mim). Livrei-me dos acúmulos, do pessimismo, dos pensamentos negativos; livrei-me de coisas que já não fazem o menor sentido. Tire o pó daquele quadro de família; acendi uma vela nos lugares mais escuros, fiz uma prece, cultivei o que me faz feliz, me sentir vivo. Depois fui cuidar da casa.

"O primeiro economista do mundo foi Cristóvão Colombo: quando saiu, não sabia para onde ia; quando chegou, não sabia onde estava. E tudo por conta do governo."

"Não sabia o motivo, mas gostava da sensação inebriante. Não sabia onde estava ainda, mas havia descoberto o prazer do labirinto."

Pro onde andei, não havia nada pra me segurar, tinha tudo, Mmis não tinha o seu olhar, eu já sabia que isso iria acontecer.

Deus viu cada discussão, cada lágrima, e mesmo assim sorriu, porque Ele já sabia onde tudo isso nos levaria.


trecho do livro Lá em casa

#'Nunca soube explicar quem vc era... Mas sabia, com toda certeza, dizer onde te guardei: No meu coração.

Não se sabia bem onde nascera, mas não fora decerto em São Paulo, nem no Rio Grande do Sul, nem no Pará. Errava quem quisesse encontrar nele qualquer regionalismo; Quaresma era antes de tudo brasileiro.

Lima Barreto
Triste fim de Policarpo Quaresma (1915).

O pior tipo de traição não vem do inimigo, vem de quem sabia exatamente onde te destruir.

Chopin sabia que o piano é um confessionário sem padre, onde as teclas brancas são as promessas e as pretas são as verdades que doem no peito. Eu tento fazer o mesmo com as letras, transformando minha arritmia cardíaca em métrica poética para não morrer sufocado pelo que calo.

Apenas respire

Eu sentia que algo estava por surgir. Não sabia o que era ou de onde vinha, mas tinha certeza que era algo importante. Eu queria ter te dito como era difícil pra mim me apaixonar. Você provavelmente iria me achar a garota mais estranha do mundo e é exatamente assim que eu me sentia. Enquanto as outras se apaixonavam num piscar de olhos eu me preocupava em impedir que isto acontecesse, existia uma barreira difícil de quebrar. Eu nunca entendi o por que. Alguém que se acostumou com o frio não se sente confortável quanto o tempo muda repentinamente. Era exatamente assim que meu coração se sentia. Normalmente as pessoas caminham seguindo as placas que levam ao tal amor, mas eu sempre escolhia o caminho mais longo, ou simplesmente fechava os olhos para elas. Mas até quando? Chega um momento em que já não se pode desviar dos atalhos, todos te levam ao mesmo rumo. Cedo ou tarde você acaba se esbarrando em alguém que vai te deixar confuso e talvez te faça perceber quanto tempo você desperdiçou tentando lutar contra a felicidade. Apenas feche os olhos, respire fundo e deixe o amor te guiar. Talvez nem tudo seja perfeito, provavelmente você perderá noites de sono pensando nos problemas que possam surgir, talvez surjam alguns imprevistos, mas isto tudo faz parte da sua história. É difícil lidar com sentimentos, ainda mais quando o que está em jogo é a nossa felicidade, porém os momentos em que o nosso coração parou de bater por alguns segundos, estes sim são os que vão marcar nossas vidas pra sempre. Hoje eu já não planejo os meus dias, apenas espero que o que possa surgir me traga algum momento de felicidade. Isto basta.

Inserida por Julliesalves

Morre a cada dia um pedaço do Cerrado e de onde vão surgir,o sabiá laranjeira, o beija-flor cantador, a onça pintada, o veado mateiro e a urutu cruzeiro? Quem contará a história do Cerrado brasileiro?

Inserida por butterflysacred

Ninguém sabia o futuro, mas sabíamos que se não tentássemos não teríamos chegado onde, hoje, estamos.

Inserida por filizzolinha

Até onde poderia aguentar? Não se sabe. Mas ela sabia que estava no seu limite. O corpo começou a pedir arrego, o coração queria desacelerar e a mente simplesmente relaxar. A vida cansa a gente, não? Ou será que a gente cansa a vida? Afinal, o que é viver? Não se sabe ao certo. Mas ela sabia que estava cansada. Era mais tristeza do que alegria, e isso ela tinha certeza que não fazia sentido. Mas, afinal, a vida há de ter um sentido? Se são os sentimentos que nos movem e nos exigem investimentos de energia psíquica, por que procurar uma razão? Não importa. Ela simplesmente cansou. Cansou de sua rotina, cansou dos seus amigos, cansou do seu trabalho, cansou até mesmo de si. E cansar de si é o suficiente para desacreditar em si. Desacreditar que amanhã tudo será diferente e que um lindo dia de sol brilhará sobre seu corpo, mente e alma. É tão mais fácil desistir, deixar pra lá, desacelerar. Seguir em frente requer mais de nós. Simplesmente ela está cansada. Não quer mais. Pronto, já chega, acabou. Apaguem as luzes, desliguem os sons, fechem a porta. Ela quer apenas dormir. Suas pálpebras se fecham, sua respiração sossega, seu corpo está imune. O inconsciente a chama. O mundo onírico a convoca a viver seu mundo de fantasias, alegrias e intensa felicidade. Silêncio. Não ousem acordá-la. Deixem-na dormir tranquila. Amanhã será um novo dia e tudo há de ser como antes.

Inserida por camilart