Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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FUTURAMENTE!!!
Quando eu chegar onde desejo quero encontrar lá todos os participantes da minha caminhada, os que me sustentaram com palavras de fé!..os que me levantaram quando eu caí, e os que torcem e tramam para minha queda também afinal é por causa das rasteiras que levo que eu me levanto mais forte.........

Inserida por valdeir2vieira

Sabe onde minha escrita pode chegar? Meus pensamentos e desejos?
Cada parágrafo de minha inteligência ou até mesmo burrice?
Minhas linhas tortas chegam a ser digitadas no teclado e os olhos chegam a ver. ⁠sou do tamanho delas. Vivo por elas, e a cada parte de minha vida elas são interpretadas com um piscar de olhos.
Tem tanto lugar lindo pra se ver, tanta história bonita pra contar, tantos desejos e vozes pra escutar. Tantos textos pra ler e compreender e minha escrita aonde chegar pra se ver.
Meus rodeios são meu cérebro, eles rodeiam feito um trem na linha, na curva, na chegada e na saída mas não sabem onde parar. Posso dizer em um círculo imaginário ou num beco sem saída.
É!!!! Achei meu labirinto. Mas onde posso chegar??

Inserida por mirelly_mirelinas

Por onde eu passar!

Por onde eu passar quero deixar: meu sorriso, minha sinceridade e minha bondade.
Pois...
Meu sorriso fará feliz alguém que está triste ao meu lado. Minha sinceridade despertará em cada pessoa que vive ao meu lado um amigo.
Minha bondade me fará bem por ajudar um irmão.
Porque é agindo com sinceridade, bondade e sorrindo sempre que eu sempre estarei de de bem com Deus e comigo mesma.
(fev/91)

Inserida por LiaAndrade1

Às vezes eu tenho medo de te amar sozinha, de ser apenas uma ilusão minha.

Inserida por ARRUDAJBde

Amiga, eles são da realeza. Onde tem uma coroa, tem sujeira. Confie em mim.

Inserida por pensador

⁠A gente tem sempre que descobrir de onde vem a culpa, porque é assim que a gente aprende a partir.

O Avesso da Pele (livro)
TENÓRIO, Jeferson. O avesso da pele. São Paulo: Companhia das letras, 2020.
Inserida por pensador

Algumas pessoas têm irmãs
Mas só eu tenho a melhor!
Algumas pessoas nem sabem tudo o que passamos, mas ela, sim, sabe tudo de mim!
Choramos abraçadas, choramos a mesma dor.
Foram noites em claro me vigiando, e isso, sim, é amor!
Foi tanto cuidado e afeto que hoje nenhum verso é capaz de definir.
A irmã que não é só sangue, é alma é coração.
Minha irmã se fez mais que irmã, se tornou minha mãe, se não fosse ela, eu não estaria mais aqui!
Por isso, minha irmã, se você ficar triste, meu coração vai doer, então, por favor, só sorria, pois ele me faz viver. E enquanto eu existir, você nunca estará sozinha! Te amo nessa e em outras vidas, se houver!

Inserida por NeiahLima

Acordei ligada no 320, ainda não achei o botão de desligar. Essa quarentena tem me mostrado que minha vida não é acelerada por meus trabalhos apenas, eu tenho prazer em ocupar meu tempo. Organizar minha casa sem olhar no relógio, estar com minha família, ou até mesmo sozinha, é extremamente maravilhoso, pois estou vivendo. Aproveito essa fase difícil,para olhar as pessoas ao meu lado, minha casa, aquilo que estou sempre deixando pra depois,e estou amando cada vez mais. ❤beijo de luz para todos.

Inserida por noeli_de_paula

Ninguém sabia seu nome, de onde ela vinha
mais sabiam que a nega tinha a cor da Bahia.

Ele sentiu agora que ele não era simplesmente perto dela, mas que ele não sabia onde ele acabou e ela começou.

ONTEM, HOJE E AMANHÃ

Ontem sabia quem era e onde estava...
hoje sei quem sou e onde estou...
Mas serei eu amanhã a mesma...
se nem eu sei para onde vou!

Ontem sabia o que queria...
hoje continuo a saber o que querer...
Mas quererei eu amanhã o mesmo...
se nem eu sei aquilo que eu posso ter!

Ontem sabia com o que sonhava...
hoje continuo a saber com o que sonhar...
Mas sonharei eu amanhã com o mesmo...
se nem eu sei se terei asas para este voo levantar!

Ontem sabia com quem contava...
hoje continuo a saber com quem contar…
Mas contarei eu amanhã com os mesmos...
Não sei!! Verei… quando o amanhã chegar!

Reencontro

Deus,
Passei tanto tempo te procurando, não sabia onde estavas.
Olhava o infinito, não te via e pensava comigo mesmo:
"Será que Tu existes?" Não me encontrava na busca e prosseguia. Senti-me só e desesperado. Te descri.
Na descrença Te ofendi.
Na ofensa, tropecei e caí.
Na queda, senti-me fraco.
Na fraqueza, pedi socorro.
No socorro, encontrei amigos.
Nos amigos encontrei carinho.
No carinho, vi nascer o amor.
Com o amor vi um mundo novo.
No mundo novo, resolvi doar.
Doando, recebi.
Recebendo, me senti feliz.
Feliz, encontrei a paz.
E com paz, foi que te enxerguei.
Pois dentro de mim Tu estavas.
E sem Te procurar... foi que Te encontrei.

Adélio Neves
JUNIOR, Eliseu F. da Mota. Que é Deus? São Paulo: Casa Editora O Clarim, 1997.

Era uma vez o País das Fadas. Ninguém sabia direito onde ficava, e muita gente (a maioria) até duvidava que ficasse em algum lugar. Mesmo quem não duvidava (e eram poucos) também não tinha a menor ideia de como fazer para chegar lá. Mas, entre esses poucos, corria a certeza que, se quisesse mesmo chegar lá, você dava um jeito e acabava chegando. Só uma coisa era fundamental (e dificílima): acreditar.
Era uma vez, também, nesse tempo (que nem tempo antigo, era, não; era tempo de agora, que nem o nosso), um homem que acreditava. Um homem comum, que lia jornais, via TV (e sentia medo, que nem a gente), era despedido, ficava duro (que nem a gente), tentava amar, não dava certo (que nem a gente). Em tudo, o homem era assim que nem a gente. Com aquela diferença enorme: era um homem que acreditava. Nada no bolso ou nas mãos, um dia ele resolveu sair em busca do País das Fadas. E saiu.
Aconteceram milhares de coisas que não tem espaço aqui pra contar. Coisas duras, tristes, perigosas, assustadoras, O homem seguia sempre em frente. Meio de saia-justa, porque tinham dito pra ele (uns amigos najas) que mesmo chegando ao País das Fadas elas podiam simplesmente não gostar dele. E continuar invisíveis (o que era o de menos), ou até fazer maldades horríveis com o pobre. Assustado, inseguro, sozinho, cada vez mais faminto e triste, o homem que acreditava continuava caminhando. Chorava às vezes, rezava sempre. Pensava em fadas o tempo todo. E sem ninguém saber, em segredo, cada vez mais: acreditava, acreditava.
Um dia, chegou à beira de um rio lamacento e furioso, de nenhuma beleza. Alguma coisa dentro dele disse que do outro lado daquele rio ficava o País das Fadas. Ele acreditou. Procurou inutilmente um barco, não havia: o único jeito era atravessar o rio a nado. Ele não era nenhum atleta (ao contrário), mas atravessou. Chegou à outra margem exausto, mas viu uma estradinha boba e sentiu que era por ali. Também acreditou. E foi caminhando pela estradinha boba, em direção àquilo em que acreditava.
Então parou. Tão cansado estava, sentou numa pedra. E era tão bonito lá que pensou em descansar um pouco, coitado. Sem querer, dormiu. Quando abriu os olhos — quem estava pousada na pedra ao lado dele? Uma fada, é claro. Uma fadinha mínima assim do tamanho de um dedo mindinho, com asinhas transparentes e tudo a que as fadinhas têm direito. Muito encabulado, ele quis explicar que não tinha trazido quase nada e foi tirando dos bolsos tudo que lhe restava: farelos de pão, restos de papel, moedinhas. Morto de vergonha colocou aquela miséria ao lado da fadinha.
De repente, uma porção de outras fadinhas e fadinhos (eles também existem, quer dizer fada macho) despencaram de todos os lados sobre os pobres presentes do homem que acreditava. Espantado, ele percebeu que todos estavam gostando muito: riam sem parar, jogavam farelos uns nos outros, rolavam as moedinhas, na maior zona. Ao toquezinho deles, tudo virava ouro. Depois de brincarem um tempão, falaram pra ele que tinham adorado os presentes. E, em troca, iam ensinar um caminho de volta bem fácil. Que podia voltar quando quisesse por aquele caminho de volta (que era também de ida) fácil, seguro, rápido. Além do mais, podia trazer junto outra pessoa: teriam muito prazer em receber alguém de que o homem que acreditava gostasse.
Era comum, que nem a gente. A única diferença é que ele era um Homem Que Acreditava.
De repente, o homem estava num barco que deslizava sob colunas enormes, esculpidas em pedras. Lindas colunas cheias de formas sobre o rio manso como um tapete mágico onde ia o barquinho no qual ele estava. Algumas fadinhas esvoaçavam em volta, brincando. Era tudo tão gostoso que ele dormiu. E acordou no mesmo lugar (o seu quarto) de onde tinha saído um dia. Era de manhã bem cedo. O homem que acreditava abriu todas as janelas para o dia azul brilhante. Respirou fundo, sorriu. Ficou pensando em quem poderia convidar para ir com ele ao País das Fadas. Alguém de que gostasse muito e também acreditasse. Sorriu ainda mais quando, sem esforço, lembrou de uma porção de gente. Esse convite agora está sempre nos olhos dele: quem acredita sabe encontrar. Não garanto que foi feliz para sempre, mas o sorriso dele era lindo quando pensou todas essas coisas — ah, disso eu não tenho a menor dúvida.

⁠Sábado é meu dia de fazer uma faxina. Não sabia por onde começar. Resolvi começar por dentro (de mim). Livrei-me dos acúmulos, do pessimismo, dos pensamentos negativos; livrei-me de coisas que já não fazem o menor sentido. Tire o pó daquele quadro de família; acendi uma vela nos lugares mais escuros, fiz uma prece, cultivei o que me faz feliz, me sentir vivo. Depois fui cuidar da casa.

"O primeiro economista do mundo foi Cristóvão Colombo: quando saiu, não sabia para onde ia; quando chegou, não sabia onde estava. E tudo por conta do governo."

"Não sabia o motivo, mas gostava da sensação inebriante. Não sabia onde estava ainda, mas havia descoberto o prazer do labirinto."

Pro onde andei, não havia nada pra me segurar, tinha tudo, Mmis não tinha o seu olhar, eu já sabia que isso iria acontecer.

Deus viu cada discussão, cada lágrima, e mesmo assim sorriu, porque Ele já sabia onde tudo isso nos levaria.


trecho do livro Lá em casa

#'Nunca soube explicar quem vc era... Mas sabia, com toda certeza, dizer onde te guardei: No meu coração.

Não se sabia bem onde nascera, mas não fora decerto em São Paulo, nem no Rio Grande do Sul, nem no Pará. Errava quem quisesse encontrar nele qualquer regionalismo; Quaresma era antes de tudo brasileiro.

Lima Barreto
Triste fim de Policarpo Quaresma (1915).